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Q3993761 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO:
Alternativas
Q3993760 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que há ERRO de concordância verbal: 
Alternativas
Q3993759 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No trecho “Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar”, a relação estabelecida entre as orações é de: 
Alternativas
Q3993758 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que o uso do hífen está INCORRETO: 
Alternativas
Q3993757 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No período “Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas”, a forma verbal “pode ser descrita” encontra-se na:
Alternativas
Q3993756 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido conotativo: 
Alternativas
Q3993755 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No trecho “Dizer é delimitar”, predomina o uso de linguagem: 
Alternativas
Q3993754 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

A ideia central do texto pode ser sintetizada da seguinte forma: 
Alternativas
Q3992973 Português
 Assinale a alternativa que NÃO apresenta desvios de pontuação. 
Alternativas
Q3992972 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta desvios de ortografia, pontuação ou gramática.
Alternativas
Q3992971 Português
Qual das alternativas a seguir apresenta uma opinião? 
Alternativas
Q3992970 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

Assinale a alternativa cuja reescrita está estruturalmente adequada e mantém o sentido geral deste período:

Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses (2º §). 
Alternativas
Q3992969 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

A expressão “esses pioneiros” (3º §) refere-se:
Alternativas
Q3992968 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

A expressão “A partir daí” (3º §) ajuda a manter a coerência porque:
Alternativas
Q3992967 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

A expressão “Assim, o que se deduz” (2º §) ajuda na coerência do texto porque: 
Alternativas
Q3992966 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

A coerência do texto é construída principalmente pela relação entre: 
Alternativas
Q3992965 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

Que título seria adequado a este texto? 
Alternativas
Q3992964 Português
     A região de Foz do Iguaçu foi descoberta em 1542, através da expedição colonizadora de Alvarez Nuñez Cabeza de Vaca, capitão espanhol, que juntamente com toda a sua expedição foi guiado por índios guaranis. A expedição partiu do litoral de Santa Catarina em direção a Assunção, atravessando todo o Estado do Paraná no sentido leste-oeste até as encostas do rio Paraná, tendo então se deparado com as Cataratas do Iguaçu, na oportunidade batizadas como Cachoeira de Santa Maria.

      Assim, o que se deduz é que a colonização da região deu-se em duas etapas distintas. A primeira delas teve início em 1888 e foi marcada pela instalação da Colônia Militar do Iguaçu, o primeiro e mais representativo ato que caracterizou a presença do mundo civilizado. Além de marcar o território que era acirradamente disputado por portugueses e espanhóis, a missão da colônia, fundada então pelos espanhóis, era tomar posse da região e conter o avanço dos portugueses. 

       A segunda etapa da colonização começou somente em 14 de março de 1914, quando foi criado o município do Iguassu, instalado em 10 de junho daquele mesmo ano. A partir daí começaram a chegar os colonizadores, principalmente imigrantes europeus, na sua maioria alemães e italianos, que asseguravam sua fonte de renda através da produção de erva-mate e do corte de madeira, as duas principais atividades econômicas da época. Ao sair de suas regiões em busca de uma vida melhor para si e seus filhos, o caminho percorrido por esses pioneiros chegava sempre em Foz do Iguaçu. 


Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta. 
Alternativas
Q3992814 Português
Cientistas criam carne de laboratório com resíduos de cerveja


Um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition aponta um método inovador desenvolvido por pesquisadores em Londres que utiliza leveduras da fabricação de cerveja para criar estruturas comestíveis destinadas ao cultivo de carne em laboratório.

A pesquisa aproveita uma fonte abundante de resíduos ricos em nutrientes: o fermento residual da produção de cerveja. Esse material é reaproveitado para alimentar bactérias que produzem celulose, formando a estrutura necessária para que a carne cultivada desenvolva sua própria textura.

"Esta é a matéria-prima, o alimento para as nossas bactérias, que produzem a celulose bacteriana usada como suporte para células animais, permitindo a produção de carne cultivada em laboratório", explicou Christian Harrison, estudante de doutorado da University College London (UCL), enquanto segurava um frasco de levedura utilizada em uma cervejaria no sul de Londres.

Segundo Harrison, embora as bactérias possam crescer em diferentes substâncias, o uso desse resíduo traz vantagens ambientais. "Podemos transformar lixo, que de outra forma seria descartado, em algo útil", afirmou.

O estudo explora especificamente o uso da celulose bacteriana derivada do fermento de cerveja usado, um subproduto frequentemente descartado. Testes das propriedades mecânicas desse material indicam resultados promissores para reproduzir a textura e a sensação na boca da carne convencional.

Os pesquisadores destacam, no entanto, que o trabalho ainda está em fase de prova de conceito. O objetivo, por ora, é demonstrar um material de suporte comestível, e não um produto final, já que ainda há desafios significativos relacionados à escala de produção e à padronização do processo.

De forma mais ampla, a carne cultivada permanece um mercado incipiente e restrito no mundo. Singapura foi o primeiro país a autorizar a venda do produto, em dezembro de 2020, seguida pelos Estados Unidos, que liberaram as primeiras comercializações em junho de 2023. Segundo empresas do setor, os principais obstáculos continuam sendo a redução de custos e a produção em larga escala com segurança alimentar.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/cientistas-criam-carne-de-laborato rio-com-residuos-de-cerveja/
A proposta apresentada no texto articula inovação tecnológica e reaproveitamento de resíduos industriais, sugerindo uma abordagem que ultrapassa a simples criação de um novo alimento. Ao considerar os elementos destacados na pesquisa, pode-se afirmar que o diferencial do método desenvolvido pelos cientistas está relacionado principalmente:
Alternativas
Q3992607 Português

Analise o texto a seguir para responder à questão.


Os profetas secretos


(José Eduardo Agualusa)


    O que menos aprecio nesta época do ano — os maus profetas. O que mais aprecio — os bons profetas. Abomino os profetas profissionais — astrólogos, tarólogos, e certos analistas políticos — que fingem olhar para o futuro, ignorando que as profecias autênticas, aquelas que se confirmam, resultam de um exercício sistemático de atenção ao presente.


     Os verdadeiros profetas não olham para o futuro — a mais respeitada e esquiva das superstições! Olham, sim, para aquilo que os rodeia. Escutam os movimentos subterrâneos. Analisam e interpretam os sinais do tempo em que estão mergulhados. O futuro emerge então como consequência lógica — ou poética — de um presente esticado até ao limite.


     George Orwell, por exemplo, não sonhou com o Grande Irmão. Não foram as cartas, nem os astros, que lhe permitiram adivinhar a emergência de regimes totalitários, capazes de vigiar o dia a dia dos seus cidadãos através de tecnologias sofisticadas. Orwell imaginou o aprofundamento de métodos de vigilância, de propaganda e do uso da linguagem como instrumento de poder, que já existiam no seu tempo.


     “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury, não é um romance sobre a queima de livros, mas sobre uma sociedade anestesiada por projetos de entretenimento cuidadosamente imbecilizantes — aquilo a que chamamos, num eufemismo elegante, cultura de massas.


    Bradbury compreendeu que não seriam necessárias fogueiras para destruir os livros. Bastaria torná-los desnecessários, fazendo com que as pessoas trocassem a leitura por estímulos incessantes, rápidos e superficiais. O autor testemunhou o tédio se alastrando, viu a superficialidade ocupando todos os espaços, e escreveu a partir desses indícios.


     Orwell e Bradbury foram grandes profetas — assim como Júlio Verne, Aldous Huxley, Philip K. Dick e mais uma dúzia de outros gigantes da literatura universal — porque, ao contrário de tantos falsos quiromantes, souberam olhar e escutar o presente.

    

  Os bons profetas do nosso tempo não reivindicam nenhum dom de clarividência. Pelo contrário. Desconfiam das certezas. Encontramo-los entre escritores que interrogam as correntes obscuras do inconsciente coletivo, como a romancista canadense Margaret Atwood, com as suas visões distópicas, como no excelente “O conto da aia”. Encontramo-los também entre algumas figuras da ciência, como o físico italiano Carlo Rovelli, que há vários anos se esforça por nos mostrar o meticuloso logro do tempo.


     Nenhum destes profetas contemporâneos promete salvação. Nenhum oferece calendários. Limitam-se a mostrar que o presente é mais estranho, mais frágil — e mais exigente — do que aquilo que gostamos de admitir.


     Os maus profetas anunciam futuros confortáveis; os outros tornam o presente desconfortável. Os maus tranquilizam; os bons inquietam. No fim, volto ao início: o que menos aprecio nesta época do ano são os maus profetas, tão seguros de si e com tantos seguidores nas redes sociais. O que mais aprecio — os bons profetas, quase sempre discretos, atentos, solitários. Aqueles que não olham para o futuro, mas para aquilo que está ocorrendo agora, e nos forçam, por isso mesmo, a abrir os olhos. A mantê-los abertos.


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/jose-eduardoagualusa/coluna/2026/01/os-profetas-secretos.ghtml. Acesso em 01/02/2026)

O vocábulo “logro”, presente em “o meticuloso logro do tempo” (7º§), foi constituído pelo mesmo processo formador da palavra destacada em: 
Alternativas
Respostas
3141: B
3142: D
3143: B
3144: A
3145: A
3146: C
3147: D
3148: B
3149: C
3150: B
3151: D
3152: A
3153: D
3154: C
3155: A
3156: B
3157: E
3158: D
3159: B
3160: A