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Q3947155 História e Geografia de Estados e Municípios

Considere a notícia:



Enquanto os estados brasileiros se preparam para encolher a população nas próximas décadas, Mato Grosso segue em movimento contrário, sendo o único estado que, segundo as projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), continuará crescendo demograficamente até 2070 - uma curva que desafia o cenário nacional e já começa a redesenhar cidades, serviços públicos e rotinas no presente.



(Disponível em: www.g1.globo.com. Adaptado)



Um dos principais motivos para o crescimento populacional em Mato Grosso é

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Q3947154 Geografia
A produção agropecuária brasileira é marcada por forte concentração de cultivos. Por exemplo, metade da produção brasileira desse cultivo veio de apenas trés microrregiões em 2023: Parecis e Alto Teles Pires, no Mato Grosso, e Barreiras, na Bahia.

(Disponível em: www.embrapa.br. Adaptado)

A notícia faz referência ao cultivo de
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Q3947152 Raciocínio Lógico
Considere a sequência infinita A = (3, 4, 5, 7, 7, 10, 9, 13, 11, 16, 13, 19, 15, 22, 17, 25, ..., 106, ...). Tomando-se os algarismos que formam a sequência A, na ordem em que ocorrem, forma-se a sequência B = (3, 4, 5, 7, 7, 1, 0, 9, 1, 3, 1, 1, 1, 6, 1, 3, 1, 9, 1, 5, 2, 2, 1, 7, 2, 5,..., 1, 0, 6, ...). O 300° termo da sequência B é
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Q3947150 Raciocínio Lógico
Em certo prédio, funcionam cinco escritórios, cada um representando uma companhia distinta, sendo 3 deles de companhias da região Norte e os outros 2 de companhias da região Sul, e sendo que dois escritórios têm 20 funcionários cada e três escritórios têm 30 funcionários cada. Caio, Guto, Ivo, Lia e Nina trabalham nesses escritórios, sendo que quaisquer duas dessas pessoas não trabalham no mesmo escritório. O número de funcionários do escritório de Guto é igual ao número de funcionários do escritório de Nina, e o número de funcionários do escritório de Ivo é diferente do número de funcionários do escritório de Lia. Lia e Nina trabalham em escritórios que representam companhias de regiões diferentes, e Caio e Ivo trabalham em escritórios que representam companhias de uma mesma região. Em um dos escritórios que representa uma companhia da região Sul, trabalham 20 funcionários. Os funcionários que trabalham em escritórios que representam empresas da região Norte são
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Q3947149 Raciocínio Lógico
Considere a sequência finita composta por n elementos 7, 100,-300, 11, 91,-294, 15, 82,-288, 19, 73,-282, ..., an, construída a partir de um padrão lógico, que mostra o valor dos 12 primeiros elementos e que representa seu último elemento por an. Sabendo que o resto da divisão de n por 3 é igual a 1 e que a soma dos 3 últimos elementos dessa sequência é igual a 60, o resto da divisão de n por 8 é igual a
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Q3947146 Raciocínio Lógico
Certo dia, em uma loja, os 33 primeiros clientes compraram pelo menos um dos seguintes produtos: perfume, loção ou creme. Alguns desses clientes compraram apenas um dos produtos e os demais compraram os três produtos. Sabendo que 10 clientes compraram perfume, 15 clientes compraram loção e 20 clientes compraram creme, o número de clientes que compraram os três produtos foi
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Q3947145 Raciocínio Lógico
André, Breno, Carla, Denise e Érica são os responsáveis pela manutenção dos servidores em certo Data Center. Essas pessoas se revezam em turnos de trabalho, de maneira que, em cada turno, deve haver exatamente 3 pessoas presentes. Em certo turno, Érica estava presente e fez as seguintes anotações:

- Breno não está de folga ou Carla está de folga.
- André não está de folga e Denise está de folga.
- Ou Breno não está de folga ou Denise não está de folga.
- Se Carla está de folga, então Denise não está de folga. 
- André não está de folga se, e somente se, Breno não está de folga.

Sabendo que exatamente uma das anotações feitas por Érica é logicamente falsa, então é logicamente verdadeiro que:
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Q3947141 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


Da desigualdade entre os homens


   Disse Plutarco que a diferença entre um animal e outro é menor do que a que vai de um a outro homem. Referia-se ele à alma e às qualidades intelectuais. Por mim, não hesitaria em ser mais peremptório, dizendo que a diferença entre tal e tal homem é maior do que entre tal homem e tal bicho. O espírito humano comporta tantos graus quantas braças vão daqui ao céu.

   No que concerne à apreciação das coisas, é espantoso que tudo julgando pelas suas qualidades específicas não nos encaremos da mesma maneira. Elogiamos um cavalo por ser vigoroso e ágil, e não por causa do arreio; elogiamos o galgo pela velocidade e não pela coleira; por que, pois, não apreciarmos o homem pelas suas qualidades especificas? É necessário julgar o homem em si e não pelos seus adornos. Como diz espirituosamente um filósofo do passado: "Sabeis por que achais grande esse homem? Porque o medis com o pedestal."

    Os cortesãos elogiavam de uma feita o imperador Juliano porque se esforçava por ser justo. "Orgulhar-me-ia de vossas louvações - disse se viessem de pessoas que ousassem denunciar e censurar meus atos, caso me conduzisse de outra maneira." Os aduladores de Alexandre, o Grande, repetiam-lhe sem descontinuar que ele era filho de Júpiter. Certa vez, olhando o sangue que Ihe escorria de um ferimento, disse ele: "Então, que vos parece? Não achais que é um sangue vermelho como o de qualquer ser humano? Ou ele é da cor do sangue que o poeta Homero põe nos ferimentos dos deuses?"

  Se um homem não tiver valor próprio não lho dará o império do mundo. Mesmo que as jovens o disputem, que por toda parte nasçam rosas sob seus pés, de que servirá tudo isso se tem a alma grosseira e o espírito lerdo? Sem vigor e sem espírito não se chega a sentira plena felicidade, sequer a volúpia. O valor das coisas depende de quem as possui: boas para os que sabem utilizá-las, são más para quem as emprega mal. Para saborear os bens, quaisquer que sejam os que nos outorga o destino, cumpre ter o bom sentimento que a sensação cria. 


(Adaptado de: MONTAIGNE, Michel. Ensaios. São Paulo: Editora 34, 2016. p. 287-294, passim)
As frases do imperador Juliano e de Alexandre, o Grande, citadas no 3º parágrafo,
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Q3947137 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.



Memórias sem imaginação



     Fiquei entusiasmadíssimo com recursos da internet, quando finalmente comecei a me valer deles, tempos atrás. Pois não é que de repente passei a ter acesso a imagens e sons de um passado que dava por perdido? Ruas antigas, objetos da casa desaparecida, ingênuos anúncios, canções marcantes, utensílios domésticos carregados de magia - tudo se estampava agora em imagens nitidas e voltava em sons precisos, por meio de plataformas eletrônicas. O mundo das imagens e das ondas sonoras da minha infância e de antes dela estava ali, a um toque do milagre digital.


    Mas de repente... Mas de repente comecei a me afogar nesse repertório inesgotável de sensações, que eu podia repetir tanto quanto quisesse. E comecei a dar pela falta de um elemento fundamental para a vida da memória afetiva: o imaginário nosso que parte dela. A força mecânica das coisas recuperadas num buscador digital não trazia consigo a alma da minha imaginação, aquela de quando eu ia me lembrando de algo contando apenas com minha memória interiorizada, sem signos ostensivos. De repente, exposição iluminada das coisas mágicas do meu passado era solar demais, impunha suas imagens à minha imaginação, a riqueza do passado me aparecia agora esbanjada, perdulária, barateada... Faltava às lembranças digitalizadas a hesitação na escolha dos detalhes, a invenção necessária para cobrir lacunas, a dificuldade laboriosa da tentativa de remontagem das antigas experiências. Faltava, em cada imagem exibida e inconteste, a construção compensatória do meu imaginário.


   Não estou sendo ingrato. Aos canais de música não tenho como agradecer por abrir um leque incomensurável das composições que o mundo já conheceu e está conhecendo. Mas no campo da memória pessoal, a contundência dos arquivos implacáveis da internet suprime os vazios humanizantes da nossa memória que, segundo Bergson, corta e costura o passado segundo convocações do presente - convocações pessoais e intransferíveis. Colocando diante de nós as marcas físicas de nosso passado, а digitalização computacional suprime as franjas e as sombras que eram parte fundamental de cada lembrança afetiva. Para me proporcionar todas as visões do passado, o computador precisa que eu escancare os olhos e me deixe cegar com tanta iluminação. Fica comigo, no entanto, a saudade da memória que eu praticava misturando lembrança e imaginação, me valendo da riqueza comovente dos vazios que eu me esmerava em preencher. Fica comigo a memória da memória que era a minha.



(Almino Valares, a editar)

Em nova redação de uma frase do texto, está adequada a substituição do elemento sublinhado em:
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Q3947136 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.



Memórias sem imaginação



     Fiquei entusiasmadíssimo com recursos da internet, quando finalmente comecei a me valer deles, tempos atrás. Pois não é que de repente passei a ter acesso a imagens e sons de um passado que dava por perdido? Ruas antigas, objetos da casa desaparecida, ingênuos anúncios, canções marcantes, utensílios domésticos carregados de magia - tudo se estampava agora em imagens nitidas e voltava em sons precisos, por meio de plataformas eletrônicas. O mundo das imagens e das ondas sonoras da minha infância e de antes dela estava ali, a um toque do milagre digital.


    Mas de repente... Mas de repente comecei a me afogar nesse repertório inesgotável de sensações, que eu podia repetir tanto quanto quisesse. E comecei a dar pela falta de um elemento fundamental para a vida da memória afetiva: o imaginário nosso que parte dela. A força mecânica das coisas recuperadas num buscador digital não trazia consigo a alma da minha imaginação, aquela de quando eu ia me lembrando de algo contando apenas com minha memória interiorizada, sem signos ostensivos. De repente, exposição iluminada das coisas mágicas do meu passado era solar demais, impunha suas imagens à minha imaginação, a riqueza do passado me aparecia agora esbanjada, perdulária, barateada... Faltava às lembranças digitalizadas a hesitação na escolha dos detalhes, a invenção necessária para cobrir lacunas, a dificuldade laboriosa da tentativa de remontagem das antigas experiências. Faltava, em cada imagem exibida e inconteste, a construção compensatória do meu imaginário.


   Não estou sendo ingrato. Aos canais de música não tenho como agradecer por abrir um leque incomensurável das composições que o mundo já conheceu e está conhecendo. Mas no campo da memória pessoal, a contundência dos arquivos implacáveis da internet suprime os vazios humanizantes da nossa memória que, segundo Bergson, corta e costura o passado segundo convocações do presente - convocações pessoais e intransferíveis. Colocando diante de nós as marcas físicas de nosso passado, а digitalização computacional suprime as franjas e as sombras que eram parte fundamental de cada lembrança afetiva. Para me proporcionar todas as visões do passado, o computador precisa que eu escancare os olhos e me deixe cegar com tanta iluminação. Fica comigo, no entanto, a saudade da memória que eu praticava misturando lembrança e imaginação, me valendo da riqueza comovente dos vazios que eu me esmerava em preencher. Fica comigo a memória da memória que era a minha.



(Almino Valares, a editar)

Transpõe-se adequadamente uma frase para a voz passiva, mantendo-se o respeito à concordância verbal, em:
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Q3947135 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.



Memórias sem imaginação



     Fiquei entusiasmadíssimo com recursos da internet, quando finalmente comecei a me valer deles, tempos atrás. Pois não é que de repente passei a ter acesso a imagens e sons de um passado que dava por perdido? Ruas antigas, objetos da casa desaparecida, ingênuos anúncios, canções marcantes, utensílios domésticos carregados de magia - tudo se estampava agora em imagens nitidas e voltava em sons precisos, por meio de plataformas eletrônicas. O mundo das imagens e das ondas sonoras da minha infância e de antes dela estava ali, a um toque do milagre digital.


    Mas de repente... Mas de repente comecei a me afogar nesse repertório inesgotável de sensações, que eu podia repetir tanto quanto quisesse. E comecei a dar pela falta de um elemento fundamental para a vida da memória afetiva: o imaginário nosso que parte dela. A força mecânica das coisas recuperadas num buscador digital não trazia consigo a alma da minha imaginação, aquela de quando eu ia me lembrando de algo contando apenas com minha memória interiorizada, sem signos ostensivos. De repente, exposição iluminada das coisas mágicas do meu passado era solar demais, impunha suas imagens à minha imaginação, a riqueza do passado me aparecia agora esbanjada, perdulária, barateada... Faltava às lembranças digitalizadas a hesitação na escolha dos detalhes, a invenção necessária para cobrir lacunas, a dificuldade laboriosa da tentativa de remontagem das antigas experiências. Faltava, em cada imagem exibida e inconteste, a construção compensatória do meu imaginário.


   Não estou sendo ingrato. Aos canais de música não tenho como agradecer por abrir um leque incomensurável das composições que o mundo já conheceu e está conhecendo. Mas no campo da memória pessoal, a contundência dos arquivos implacáveis da internet suprime os vazios humanizantes da nossa memória que, segundo Bergson, corta e costura o passado segundo convocações do presente - convocações pessoais e intransferíveis. Colocando diante de nós as marcas físicas de nosso passado, а digitalização computacional suprime as franjas e as sombras que eram parte fundamental de cada lembrança afetiva. Para me proporcionar todas as visões do passado, o computador precisa que eu escancare os olhos e me deixe cegar com tanta iluminação. Fica comigo, no entanto, a saudade da memória que eu praticava misturando lembrança e imaginação, me valendo da riqueza comovente dos vazios que eu me esmerava em preencher. Fica comigo a memória da memória que era a minha.



(Almino Valares, a editar)

A expressão Mas de repente, repetida logo na abertura do 2º parágrafo, indica o súbito momento em que o autor
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Q3947134 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.



Memórias sem imaginação



     Fiquei entusiasmadíssimo com recursos da internet, quando finalmente comecei a me valer deles, tempos atrás. Pois não é que de repente passei a ter acesso a imagens e sons de um passado que dava por perdido? Ruas antigas, objetos da casa desaparecida, ingênuos anúncios, canções marcantes, utensílios domésticos carregados de magia - tudo se estampava agora em imagens nitidas e voltava em sons precisos, por meio de plataformas eletrônicas. O mundo das imagens e das ondas sonoras da minha infância e de antes dela estava ali, a um toque do milagre digital.


    Mas de repente... Mas de repente comecei a me afogar nesse repertório inesgotável de sensações, que eu podia repetir tanto quanto quisesse. E comecei a dar pela falta de um elemento fundamental para a vida da memória afetiva: o imaginário nosso que parte dela. A força mecânica das coisas recuperadas num buscador digital não trazia consigo a alma da minha imaginação, aquela de quando eu ia me lembrando de algo contando apenas com minha memória interiorizada, sem signos ostensivos. De repente, exposição iluminada das coisas mágicas do meu passado era solar demais, impunha suas imagens à minha imaginação, a riqueza do passado me aparecia agora esbanjada, perdulária, barateada... Faltava às lembranças digitalizadas a hesitação na escolha dos detalhes, a invenção necessária para cobrir lacunas, a dificuldade laboriosa da tentativa de remontagem das antigas experiências. Faltava, em cada imagem exibida e inconteste, a construção compensatória do meu imaginário.


   Não estou sendo ingrato. Aos canais de música não tenho como agradecer por abrir um leque incomensurável das composições que o mundo já conheceu e está conhecendo. Mas no campo da memória pessoal, a contundência dos arquivos implacáveis da internet suprime os vazios humanizantes da nossa memória que, segundo Bergson, corta e costura o passado segundo convocações do presente - convocações pessoais e intransferíveis. Colocando diante de nós as marcas físicas de nosso passado, а digitalização computacional suprime as franjas e as sombras que eram parte fundamental de cada lembrança afetiva. Para me proporcionar todas as visões do passado, o computador precisa que eu escancare os olhos e me deixe cegar com tanta iluminação. Fica comigo, no entanto, a saudade da memória que eu praticava misturando lembrança e imaginação, me valendo da riqueza comovente dos vazios que eu me esmerava em preencher. Fica comigo a memória da memória que era a minha.



(Almino Valares, a editar)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q3947133 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.



Memórias sem imaginação



     Fiquei entusiasmadíssimo com recursos da internet, quando finalmente comecei a me valer deles, tempos atrás. Pois não é que de repente passei a ter acesso a imagens e sons de um passado que dava por perdido? Ruas antigas, objetos da casa desaparecida, ingênuos anúncios, canções marcantes, utensílios domésticos carregados de magia - tudo se estampava agora em imagens nitidas e voltava em sons precisos, por meio de plataformas eletrônicas. O mundo das imagens e das ondas sonoras da minha infância e de antes dela estava ali, a um toque do milagre digital.


    Mas de repente... Mas de repente comecei a me afogar nesse repertório inesgotável de sensações, que eu podia repetir tanto quanto quisesse. E comecei a dar pela falta de um elemento fundamental para a vida da memória afetiva: o imaginário nosso que parte dela. A força mecânica das coisas recuperadas num buscador digital não trazia consigo a alma da minha imaginação, aquela de quando eu ia me lembrando de algo contando apenas com minha memória interiorizada, sem signos ostensivos. De repente, exposição iluminada das coisas mágicas do meu passado era solar demais, impunha suas imagens à minha imaginação, a riqueza do passado me aparecia agora esbanjada, perdulária, barateada... Faltava às lembranças digitalizadas a hesitação na escolha dos detalhes, a invenção necessária para cobrir lacunas, a dificuldade laboriosa da tentativa de remontagem das antigas experiências. Faltava, em cada imagem exibida e inconteste, a construção compensatória do meu imaginário.


   Não estou sendo ingrato. Aos canais de música não tenho como agradecer por abrir um leque incomensurável das composições que o mundo já conheceu e está conhecendo. Mas no campo da memória pessoal, a contundência dos arquivos implacáveis da internet suprime os vazios humanizantes da nossa memória que, segundo Bergson, corta e costura o passado segundo convocações do presente - convocações pessoais e intransferíveis. Colocando diante de nós as marcas físicas de nosso passado, а digitalização computacional suprime as franjas e as sombras que eram parte fundamental de cada lembrança afetiva. Para me proporcionar todas as visões do passado, o computador precisa que eu escancare os olhos e me deixe cegar com tanta iluminação. Fica comigo, no entanto, a saudade da memória que eu praticava misturando lembrança e imaginação, me valendo da riqueza comovente dos vazios que eu me esmerava em preencher. Fica comigo a memória da memória que era a minha.



(Almino Valares, a editar)

O autor exprime uma impressão sua por meio de um paradoxo ao se valer das seguintes expressões:
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Q3942759 Segurança da Informação

São casos de usos válidos quando se trata de Privileged Access Management (PAM):



1. Proteger o acesso remoto.


2. Controlar o acesso de terceiros.


3. Prevenir roubo de credenciais.


4. Estar em conformidade ao padrões de segurança da organização.


5. Automatizar o ciclo de vida do usuário (criação, provisionamento e descontinuidade de contas).



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3942756 Redes de Computadores

Analise as afirmativas abaixo sobre a interface de gerenciamento remoto iDRAC.



1. Através de agentes, o iDRAC permite gerenciar vários servidores de forma remota.


2. O iDRAC oferece APIs RESTful com suporte a Redfish, que habilitam uma gestão escalável e automatizada de servidores PowerEdge.


3. O iDRAC permite monitorar, atualizar, configurar e controlar remotamente servidores suportados, inclusive quando o sistema operacional dos servidores estiverem desligados.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3942755 Sistemas Operacionais

Analise as afirmativas abaixo sobre systemd em distribuições Linux.



1. sysv é o primeiro processo a iniciar no Linux, com PID 1, e é ele que invoca o systemd que assume a inicalização do sistema operacional.


2. systemctl é o comando que deve ser usado para interagir com e controlar o estado do sistema systemd e gerenciar os serviços.


3. systemd incrementa substancialmente a velocidade de inicialização do sistema através da paralelização da inicialização dos serviços durante a inicialização do sistema operacional.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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Q3942754 Telecomunicações

Analise as afirmativas abaixo sobre RFID.



1. RFID ativo é um tipo de RFID que contém uma pilha ou bateria, o que possibilita comunicações RFID de longo alcance, podendo atingir comunicações de até 100 metros e broadcasts periódicos dos dados.


2. RFID NFC possui alcance baixo e implementa características de segurança adicionais e mecanismos de interação com usuário para troca de dados.


3. RFID UHF emprega ondas de alta frequência, o que limita seu alcance e o torna lento e incapaz de carregar grandes volumes de dados, uma vez que a frequência é inversamente proporcional à robustez da onda.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3942743 Sistemas Operacionais
Qual a palavra-chave de instrução em um Dockerfile responsável por definir a pasta de trabalho ou diretório no container?
Alternativas
Q3942741 Sistemas Operacionais

São tipos de virtualização válidos:



1. De servidor


2. De desktop


3. De rede


4. De aplicações


5. De storage ou armazenamento



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3942740 Banco de Dados

São propriedades que o controle de concorrência em um sistema gerenciador de bancos de dados relacionais deve implementar:



1. Atomicidade


2. Consistência


3. Isolamento


4. Durabilidade


5. Disponibilidade



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Respostas
4481: C
4482: E
4483: A
4484: E
4485: B
4486: B
4487: D
4488: A
4489: C
4490: E
4491: E
4492: A
4493: B
4494: E
4495: D
4496: D
4497: B
4498: A
4499: E
4500: A