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Q3985353 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A seguir, são transcritos trechos do Texto 2, com alguns pares de palavras e/ou expressões grifadas. Assinale a alternativa em que o par grifado tem uma relação de sinonímia, isto é, de equivalência nesse texto. 
Alternativas
Q3985352 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

No início do Texto 2, é apresentado Paulo Moutinho, que será entrevistado pelo Portal Lunetas. Qual é o objetivo principal dessa apresentação? 
Alternativas
Q3985351 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A partir da leitura do Texto 2, assinale a alternativa CORRETA a respeito das ideias e dos recursos que o compõem. 


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888520 Direito Constitucional

Nos termos da Constituição Federal de 1988, acerca do processo legislativo, assinale a alternativa CORRETA:


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888519 Legislação Estadual
São penas disciplinares previstas na Lei Complementar Estadual 46/1994, que institui o Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888517 Direito Administrativo
Acerca dos atos administrativos, marque a alternativa que indica corretamente aqueles que, em princípio e potencialmente, podem ser revogados:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888516 Direito Penal

À luz do Estatuto do Desarmamento, é CORRETO afirmar que:


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888515 Direito Penal
O réu Caio foi condenado em primeira instância, em janeiro de 2024, na pena mínima do crime X, que era de 5 (cinco) anos de reclusão. Em março de 2024, enquanto o recurso de apelação ainda estava pendente de julgamento e antes do trânsito em julgado da sentença, entrou em vigor uma Lei Federal que diminuiu a pena mínima do crime de X para 2 (dois) anos de reclusão. Em agosto de 2024, após o trânsito em julgado da condenação, uma nova lei (Lei Zeta) revogou o crime de X. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888512 Direito Administrativo
Nos termos da Lei Complementar Estadual 46/1994, que institui o Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888511 Direito Penal
O condenado Aroldo cumpre pena em regime fechado. Ele trabalha na lavanderia do presídio e frequenta um curso profissionalizante à distância (EAD), devidamente certificado. Em janeiro de 2024, ele concluiu 300 horas de frequência escolar certificada no referido curso, distribuídas ao longo de 60 dias, e realizou 90 dias de trabalho na lavanderia. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888510 Direito Processual Penal
Um agente da polícia está investigando duas ocorrências distintas. Na primeira, um indivíduo furtou uma loja e foi perseguido por um vigia, que o perdeu de vista. Quatro horas depois, o indivíduo foi encontrado pela polícia em sua casa com as sacolas de produtos furtados. Na segunda ocorrência, um sequestrador que já mantinha vítima em cativeiro por 72 horas saiu para comprar pão. A vítima gritou, os vizinhos chamaram a polícia, que o procurou no bairro e o achou na padaria com dois pacotes de pão, prendendo-o. Considere as afirmações abaixo e marque a alternativa que indica a correção ou incorreção das alternativas:

I.No caso do furto, o indivíduo estava em flagrante delito, pois foi perseguido logo após em situação que faça presumir ser autor da infração.

II.Considera-se em flagrante delito quem é perseguido logo após o cometimento, em situação que faça presumir ser o autor da infração ou, igualmente, quem é encontrado logo depois com objetos que façam presumir ser ele o autor da infração.

III.O indivíduo do furto não poderia ser preso em flagrante, pois o tempo de 4 horas é suficiente para o afastamento de tal condição.

IV.Apesar de ser o sequestro um crime permanente, o flagrante não foi válido, já que ele foi preso na padaria. Assim, não estava em poder da vítima e também não tinha naquele momento instrumentos, armas, objetos ou papéis que pudessem fazer presumir ser ele autor da infração.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888509 Segurança Pública

Conforme disposto na Constituição Federal de 1988, acerca da segurança pública, assinale a alternativa CORRETA:


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888508 Direito Penal
O Congresso Nacional debate um projeto de lei que visa instituir um novo tipo de sanção criminal, denominado "Medida de Segurança Extrema", aplicável a crimes de terrorismo, que incluiria: (1) a pena de expulsão de cidadãos natos ou naturalizados em casos de ataques cibernéticos de grandes proporções que causem colapso nacional; (2) a pena de morte se o ato terrorista gerar risco de guerra ou à permanência do estado democrático de direito e (3) a submissão de condenados a um regime de cooperação produtiva obrigatório, como forma de reeducação. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888507 Direito Penal
A apenada Joana, primária, cumpre pena de 12 anos em regime semiaberto por um crime sem violência ou grave ameaça e já cumpriu 2 (dois) anos de pena. Ela possui comportamento adequado e pleiteia saída temporária para curso profissionalizante. O Juiz da Execução, sem ouvir o Ministério Público (MP), defere o pedido de saída temporária. Posteriormente, Joana, durante a saída, pratica um fato definido como crime doloso, mas imediatamente retorna ao estabelecimento prisional. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888506 Direito Administrativo
Compete ao Diretor-Geral da Policia Penal - DGPP, nos termos da Lei Complementar Estadual 1.061/2023, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888505 Direito Constitucional
Um projeto de lei visando desburocratizar processos e promover maior igualdade, traz, dentre outras, algumas previsões: (1) para fins de promover a igualdade social e de gênero, estabelece que a mulher não está sujeita às mesmas obrigações fiscais que o homem em razão da necessidade de proteção constitucional à família e da desigualdade histórica; (2) que a obrigatoriedade de confecção e apresentação de certos documentos por estrangeiros residentes ou não residentes pode ser exigida por portaria administrativa, para fins de maior controle e gerenciamento do atendimento de demandas específicas ligadas à nacionalidade; e, (3) a segurança é um dever específico do Estado que será ofertado a todos nos termos em que esta lei discrimina. Analisando a situação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888504 Direito Administrativo
Acerca dos atos administrativos, marque a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888503 Direito Penal
Em 1º de janeiro de 2024, entra em vigor uma Lei (Lei Beta), com previsão de vigência até 30 de junho de 2024, criminalizando a retenção de insumos hospitalares. No dia 15 de maio de 2024, o empresário Mévio realiza a retenção dos insumos, mas o resultado lesivo só se concretiza em 15 de julho de 2024, após o término da vigência da Lei Beta. Com base nas regras do Código Penal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888501 Legislação Estadual
A Polícia Penal do Espírito Santo – PPES, nos termos da Lei Complementar Estadual 1.061/2023, que cria, no âmbito do Poder Executivo, como órgão de segurança pública, a Polícia Penal do Espírito Santo – PPES, deve observar, na sua atuação, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888499 Direito Constitucional

Conforme disposto na Constituição Federal de 1988, acerca do "habeas-corpus", assinale a alternativa CORRETA:


Alternativas
Respostas
1021: B
1022: E
1023: A
1024: C
1025: D
1026: A
1027: E
1028: C
1029: E
1030: C
1031: D
1032: D
1033: C
1034: A
1035: D
1036: C
1037: E
1038: A
1039: A
1040: C