Questões de Concurso Público Prefeitura de São Gonçalo - RJ 2024 para Professor Docente I - História
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Joana, professora do ensino fundamental, compreende que o papel da escola é o preparo intelectual e moral dos estudantes, a fim de que possam assumir a sua posição na sociedade. Sendo assim, segue alguns passos bem definidos em sua aula: a) preparação do aluno, despertando seu interesse e recordando a matéria anterior; b) apresentação do conteúdo, com destaque para pontos-chave; c) associação do assunto novo com o que já foi estudado; d) generalização ou sistematização do conteúdo; e) aplicação, com resolução de exercícios. Analisando tais elementos de sua prática, pode-se afirmar que Joana subsidia seu fazer pedagógico na tendência:
BLOCH, Léon. Lutas Sociais na Roma Antiga. Publicações Europa-América. 1991. p. 8-9.
A história da Roma Antiga torna-se fascinante em função, principalmente, da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por essa civilização. De uma pequena cidadeEstado, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade.
A partir do fragmento de texto, deve-se considerar para uma melhor interpretação acerca da clássica civilização romana:
Leia o fragmento de texto.
“Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).”
GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. p. 273-274.
António Gramsci, ao buscar aprofundar seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retorna à Maquiavel quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos. Chama a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:
“Para os portugueses o ideal teria sido não uma colônia de plantação, mas outra Índia (...). As circunstâncias americanas é que fizeram do povo colonizador de tendências menos rurais ou, pelo menos, com o sentido agrário mais pervertido pelo mercantilismo, o mais rural de todos: do povo que a Índia transformara no mais parasitário, o mais criador. Entre aquelas circunstâncias avultam imperiosas: as qualidades e as condições físicas da terra; as condições morais e materiais da vida e cultura de seus habitantes.”
FREIRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. SP, Global, 2006. p. 43.
Tendo como referência esse fragmento presente no clássico “Casa Grande e Senzala”, pode-se considerar como um aspecto da conjuntura que assinalou o início da colonização lusa na América o fato:
LIBBY, Douglas Cole; PAIVA Eduardo França. A escravidão no Brasil. Relações sociais, acordos e conflitos. Editora Moderna, 2ª edição, São Paulo, 2005. p. 9.
O fragmento de texto retrata a complexidade que o sistema escravista colonial assumiu na América portuguesa, estendendose desde o século XVI até as últimas décadas do XIX.
Destaca-se como uma das características desse modelo de escravismo o fato de:
FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; FARIA, Scheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI-XIX). Atual Editora, 1998. p. 96.
O fragmento de texto acima apresenta uma importante característica do sistema escravista colonial americano, ao abordar a reposição de braços cativos, que tanto enriqueceu o tráfico atlântico, e marcou séculos da exploração europeia sobre o continente.
Pode-se considerar como outra característica desse sistema: