Questões de Concurso Público Prefeitura de Itumbiara - GO 2025 para Professor de Educação Básica - PEB II -Matemática

Foram encontradas 50 questões

Q3506271 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
No texto, verifica-se o predomínio da modalidade retórica
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Q3506272 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
As palavras “veraz” e “veracidade” originam-se de um mesmo radical de origem latina. Em seus processos de formação, identifica-se a derivação  
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Q3506273 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
Na frase “Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros.”, a palavra destacada é 
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Q3506274 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
No trecho “Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança”, a oração coordenada apresenta uma 
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Q3506275 Português
Texto 2

Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes.
No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu.
A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. 

ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da
Justiça do Trabalho. Disponível em:
<https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025.
[Adaptado].
O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se identifica a intertextualidade com um conhecido conto literário. Esse fator de organização textual é feito por meio de uma  
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Q3506276 Português
Texto 2

Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes.
No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu.
A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. 

ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da
Justiça do Trabalho. Disponível em:
<https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025.
[Adaptado].
No segundo parágrafo, a expressão “de fato” é empregada como um(a)
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Q3506277 Português
Texto 2

Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes.
No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu.
A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. 

ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da
Justiça do Trabalho. Disponível em:
<https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025.
[Adaptado].
No primeiro parágrafo, o mecanismo de coesão referencial utilizado para retomada do termo “golpistas”, na maioria das vezes, é a 
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Q3506278 Português
Texto 2

Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes.
No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu.
A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. 

ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da
Justiça do Trabalho. Disponível em:
<https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025.
[Adaptado].
No primeiro parágrafo, o emprego das aspas, em “nobres e maravilhosas”,  
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Q3506279 Português
Texto 3

Verdade


A porta da verdade estava aberta,
Mas só deixava passar
Meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
Porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.

E sua segunda metade
Voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
Onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. São Paulo: Companhia das Letras,
2015. p. 29
No texto, o eu poético
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Q3506280 Português
Texto 3

Verdade


A porta da verdade estava aberta,
Mas só deixava passar
Meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
Porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.

E sua segunda metade
Voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
Onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. São Paulo: Companhia das Letras,
2015. p. 29
No texto, as palavras “meia”, “meio” e “meios” possuem as funções gramaticais e semânticas de  
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Q3506285 Matemática Financeira
Um capital de R$ 5.000,00 é aplicado à taxa de juros compostos de 10% ao ano. Após um ano, é feito um aporte adicional de R$ 2.000,00 no mesmo investimento, que continua rendendo à mesma taxa. Ao final de 4 anos, qual será o valor acumulado do investimento?
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Q3506286 Matemática
Um número complexo z = a + bi é representado no primeiro quadrante do plano complexo, com argumento θ tal que 0 < θ < 90°. Sabendo disso, a potência cúbica desse número, ou seja, z3 , será representada
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Q3506287 Matemática
Em um cruzamento de uma grande cidade, durante o horário de pico - das 11h às 13h - passam 6.000 veículos. Fora do horário de pico, o fluxo diminui 40% em relação ao do pico, mantendo-se constante. Considerando um período de 4 horas fora do horário de pico, quantos veículos passam por esse cruzamento nesse intervalo?
Alternativas
Q3506289 Matemática

Observe o gráfico a seguir.



Imagem associada para resolução da questão


O gráfico acima representa uma função quadrática, no qual estão destacados os pontos de interseção com o eixo das abscissas, bem como o vértice. A expressão que corresponde à forma algébrica dessa função é

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Q3506290 Matemática
Leia o texto a seguir.
Em um laboratório, a acidez de uma solução é medida pelo pH, que é calculado pela fórmula pH = − log10[H+], em que [H+] representa a concentração de íons de hidrogênio na solução em mol/L.
Em um experimento, a concentração de íons hidrogênio de uma solução foi reduzida em um fator de 10 em relação à solução original, que apresentava pH igual a 4. Qual será o novo valor do pH da solução após essa diluição? 
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: B
5: D
6: C
7: D
8: B
9: A
10: D
11: C
12: A
13: D
14: B
15: C
16: B
17: A
18: D
19: B
20: C