Yazbek (2009), nos coloca que: na atual conjuntura de
precarização e subalternização do trabalho à ordem do
mercado e de mudanças nas bases da ação social do
Estado, as manifestações "questão social", matéria-prima da intervenção profissional dos assistentes
sociais, assumem novas configurações e expressões,
entre as quais destacamos a insegurança e
vulnerabilidade do trabalho e a penalização dos
trabalhadores, o desemprego, o achatamento salarial, o
aumento da exploração do trabalho feminino, a
desregulamentação geral dos mercados e outras tantas
questões com as quais os assistentes sociais convivem
cotidianamente: são questões de saúde pública, de
violência, da droga, do trabalho da criança e do
adolescente, da moradia na rua ou da casa precária e
insalubre, da alimentação insuficiente, da ignorância, da
fadiga, do envelhecimento sem recursos, etc. Situações
que representam para as pessoas que as vivem,
experiências de desqualificação e de exclusão social, e
que expressam também o quanto a sociedade pode
"tolerar" e banalizar a pobreza sem fazer nada para
minimizá-la ou erradicá-la. Diante do apontado, podemos
afirmar que: