Questões de Concurso Público Prefeitura de Santos - SP 2026 para Oficial de Administração
Foram encontradas 40 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação
O atendimento de qualidade na administração pública deve ser pautado por princípios que vão além do cumprimento das exigências legais. O primeiro princípio fundamental é o respeito à dignidade da pessoa humana. Todo cidadão, independentemente de sua condição social, nível de escolaridade ou motivo da procura pelo serviço público, deve ser tratado com cortesia, respeito e consideração.
A acessibilidade constitui outro princípio essencial, garantindo que todos os cidadãos possam acessar os serviços públicos, inclusive pessoas com deficiência, idosos e outros grupos que possam ter necessidades específicas. Isso envolve não apenas a acessibilidade física dos espaços, mas também a adequação dos procedimentos, da linguagem e dos canais de comunicação.
A transparência no atendimento significa fornecer informações claras e completas sobre procedimentos, documentos necessários, prazos e custos envolvidos. Os cidadãos têm o direito de saber exatamente o que precisam fazer para obter determinado serviço e qual é o prazo para sua conclusão. A omissão ou a prestação de informações incorretas pode gerar retrabalho, frustração e perda de confiança.
A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos. Um atendimento eficiente é aquele que resolve o problema do cidadão de forma definitiva, evitando retornos desnecessários e proporcionando uma experiência satisfatória. Isso requer conhecimento técnico adequado por parte dos servidores e processos bem estruturados.
A comunicação eficaz é a base de qualquer atendimento de qualidade. Na administração pública, em que muitas vezes os assuntos tratados envolvem procedimentos complexos e linguagem técnica, é fundamental que os servidores desenvolvam habilidades para explicar informações complexas em linguagem acessível e compreensível para todos os públicos.
A escuta ativa é uma técnica fundamental que envolve prestar atenção genuína ao que o cidadão está dizendo, fazer perguntas esclarecedoras quando necessário e demonstrar interesse em compreender completamente sua demanda. Muitas vezes, os problemas de atendimento surgem de falhas na comunicação, quando o servidor não compreende adequadamente o que o cidadão precisa ou quando o cidadão não entende as orientações fornecidas.
A empatia no atendimento significa colocar-se no lugar do cidadão, compreendendo suas dificuldades e necessidades. É importante lembrar que, para muitos cidadãos, a ida a um órgão público pode ser uma experiência estressante, especialmente quando se trata de situações urgentes ou problemas complexos. Um servidor empático consegue identificar essas situações e adaptar seu atendimento conforme necessário.
O controle emocional é essencial, especialmente em situações de conflito ou quando o cidadão está visivelmente irritado ou ansioso. Servidores bem preparados sabem manter a calma, não tomar críticas como algo pessoal e focar na resolução do problema. Técnicas de desescalada de conflitos podem ser muito úteis nessas situações.
A linguagem corporal e o tom de voz também são elementos importantes da comunicação. Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda.
A organização eficiente do atendimento começa com o planejamento adequado dos espaços físicos e dos fluxos de atendimento. Os ambientes de atendimento devem ser acolhedores, limpos, bem sinalizados e organizados de forma a facilitar a circulação e reduzir o tempo de espera. A sinalização clara é fundamental para que os cidadãos possam se orientar facilmente e encontrar o setor ou serviço que procuram.
A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos.
A padronização de procedimentos é essencial para garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, independentemente do servidor que os atenda. Isso inclui a criação de manuais de procedimentos, roteiros básicos para situações comuns e checklists que ajudem os servidores a não esquecer informações importantes.
A criação de cartas de serviços é uma ferramenta importante para padronizar e dar transparência ao atendimento. Essas cartas devem conter informações claras sobre cada serviço oferecido, incluindo documentos necessários, prazos, custos e canais de atendimento disponíveis.
"Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda."
Com base nas regras de acentuação, analise as asserções a seguir.
I. O vocábulo 'genuíno' recebe acento por regra distinta da que acentua 'possível'.
PORQUE
II. Embora ambas as palavras sejam paroxítonas e apresentem o 'i' na sílaba tônica, apenas em 'genuíno' esse 'i' forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba, justificando o acento pela regra do hiato; já 'possível' recebe acento por ser paroxítona terminada em 'l'..
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação
O atendimento de qualidade na administração pública deve ser pautado por princípios que vão além do cumprimento das exigências legais. O primeiro princípio fundamental é o respeito à dignidade da pessoa humana. Todo cidadão, independentemente de sua condição social, nível de escolaridade ou motivo da procura pelo serviço público, deve ser tratado com cortesia, respeito e consideração.
A acessibilidade constitui outro princípio essencial, garantindo que todos os cidadãos possam acessar os serviços públicos, inclusive pessoas com deficiência, idosos e outros grupos que possam ter necessidades específicas. Isso envolve não apenas a acessibilidade física dos espaços, mas também a adequação dos procedimentos, da linguagem e dos canais de comunicação.
A transparência no atendimento significa fornecer informações claras e completas sobre procedimentos, documentos necessários, prazos e custos envolvidos. Os cidadãos têm o direito de saber exatamente o que precisam fazer para obter determinado serviço e qual é o prazo para sua conclusão. A omissão ou a prestação de informações incorretas pode gerar retrabalho, frustração e perda de confiança.
A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos. Um atendimento eficiente é aquele que resolve o problema do cidadão de forma definitiva, evitando retornos desnecessários e proporcionando uma experiência satisfatória. Isso requer conhecimento técnico adequado por parte dos servidores e processos bem estruturados.
A comunicação eficaz é a base de qualquer atendimento de qualidade. Na administração pública, em que muitas vezes os assuntos tratados envolvem procedimentos complexos e linguagem técnica, é fundamental que os servidores desenvolvam habilidades para explicar informações complexas em linguagem acessível e compreensível para todos os públicos.
A escuta ativa é uma técnica fundamental que envolve prestar atenção genuína ao que o cidadão está dizendo, fazer perguntas esclarecedoras quando necessário e demonstrar interesse em compreender completamente sua demanda. Muitas vezes, os problemas de atendimento surgem de falhas na comunicação, quando o servidor não compreende adequadamente o que o cidadão precisa ou quando o cidadão não entende as orientações fornecidas.
A empatia no atendimento significa colocar-se no lugar do cidadão, compreendendo suas dificuldades e necessidades. É importante lembrar que, para muitos cidadãos, a ida a um órgão público pode ser uma experiência estressante, especialmente quando se trata de situações urgentes ou problemas complexos. Um servidor empático consegue identificar essas situações e adaptar seu atendimento conforme necessário.
O controle emocional é essencial, especialmente em situações de conflito ou quando o cidadão está visivelmente irritado ou ansioso. Servidores bem preparados sabem manter a calma, não tomar críticas como algo pessoal e focar na resolução do problema. Técnicas de desescalada de conflitos podem ser muito úteis nessas situações.
A linguagem corporal e o tom de voz também são elementos importantes da comunicação. Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda.
A organização eficiente do atendimento começa com o planejamento adequado dos espaços físicos e dos fluxos de atendimento. Os ambientes de atendimento devem ser acolhedores, limpos, bem sinalizados e organizados de forma a facilitar a circulação e reduzir o tempo de espera. A sinalização clara é fundamental para que os cidadãos possam se orientar facilmente e encontrar o setor ou serviço que procuram.
A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos.
A padronização de procedimentos é essencial para garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, independentemente do servidor que os atenda. Isso inclui a criação de manuais de procedimentos, roteiros básicos para situações comuns e checklists que ajudem os servidores a não esquecer informações importantes.
A criação de cartas de serviços é uma ferramenta importante para padronizar e dar transparência ao atendimento. Essas cartas devem conter informações claras sobre cada serviço oferecido, incluindo documentos necessários, prazos, custos e canais de atendimento disponíveis.
Com base no texto "Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação", analise as afirmativas a seguir.
I. O tema central do texto é a importância de princípios e técnicas, como respeito à dignidade, acessibilidade, transparência, comunicação eficaz e organização, para a qualidade do atendimento ao público na administração pública.
II. Infere-se do texto que a eficiência no atendimento não se limita à velocidade da resposta, mas exige que a demanda do cidadão seja efetivamente resolvida, evitando a necessidade de retornos futuros.
III. Infere-se do texto que a padronização de procedimentos, ao garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, constitui fator suficiente para assegurar a resolução das demandas apresentadas por cada cidadão.
IV. Infere-se do texto que a finalidade predominante é orientar servidores e gestores públicos sobre práticas que aprimorem a qualidade do atendimento prestado ao cidadão, sem se limitar à mera exposição de exigências legais.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação
O atendimento de qualidade na administração pública deve ser pautado por princípios que vão além do cumprimento das exigências legais. O primeiro princípio fundamental é o respeito à dignidade da pessoa humana. Todo cidadão, independentemente de sua condição social, nível de escolaridade ou motivo da procura pelo serviço público, deve ser tratado com cortesia, respeito e consideração.
A acessibilidade constitui outro princípio essencial, garantindo que todos os cidadãos possam acessar os serviços públicos, inclusive pessoas com deficiência, idosos e outros grupos que possam ter necessidades específicas. Isso envolve não apenas a acessibilidade física dos espaços, mas também a adequação dos procedimentos, da linguagem e dos canais de comunicação.
A transparência no atendimento significa fornecer informações claras e completas sobre procedimentos, documentos necessários, prazos e custos envolvidos. Os cidadãos têm o direito de saber exatamente o que precisam fazer para obter determinado serviço e qual é o prazo para sua conclusão. A omissão ou a prestação de informações incorretas pode gerar retrabalho, frustração e perda de confiança.
A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos. Um atendimento eficiente é aquele que resolve o problema do cidadão de forma definitiva, evitando retornos desnecessários e proporcionando uma experiência satisfatória. Isso requer conhecimento técnico adequado por parte dos servidores e processos bem estruturados.
A comunicação eficaz é a base de qualquer atendimento de qualidade. Na administração pública, em que muitas vezes os assuntos tratados envolvem procedimentos complexos e linguagem técnica, é fundamental que os servidores desenvolvam habilidades para explicar informações complexas em linguagem acessível e compreensível para todos os públicos.
A escuta ativa é uma técnica fundamental que envolve prestar atenção genuína ao que o cidadão está dizendo, fazer perguntas esclarecedoras quando necessário e demonstrar interesse em compreender completamente sua demanda. Muitas vezes, os problemas de atendimento surgem de falhas na comunicação, quando o servidor não compreende adequadamente o que o cidadão precisa ou quando o cidadão não entende as orientações fornecidas.
A empatia no atendimento significa colocar-se no lugar do cidadão, compreendendo suas dificuldades e necessidades. É importante lembrar que, para muitos cidadãos, a ida a um órgão público pode ser uma experiência estressante, especialmente quando se trata de situações urgentes ou problemas complexos. Um servidor empático consegue identificar essas situações e adaptar seu atendimento conforme necessário.
O controle emocional é essencial, especialmente em situações de conflito ou quando o cidadão está visivelmente irritado ou ansioso. Servidores bem preparados sabem manter a calma, não tomar críticas como algo pessoal e focar na resolução do problema. Técnicas de desescalada de conflitos podem ser muito úteis nessas situações.
A linguagem corporal e o tom de voz também são elementos importantes da comunicação. Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda.
A organização eficiente do atendimento começa com o planejamento adequado dos espaços físicos e dos fluxos de atendimento. Os ambientes de atendimento devem ser acolhedores, limpos, bem sinalizados e organizados de forma a facilitar a circulação e reduzir o tempo de espera. A sinalização clara é fundamental para que os cidadãos possam se orientar facilmente e encontrar o setor ou serviço que procuram.
A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos.
A padronização de procedimentos é essencial para garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, independentemente do servidor que os atenda. Isso inclui a criação de manuais de procedimentos, roteiros básicos para situações comuns e checklists que ajudem os servidores a não esquecer informações importantes.
A criação de cartas de serviços é uma ferramenta importante para padronizar e dar transparência ao atendimento. Essas cartas devem conter informações claras sobre cada serviço oferecido, incluindo documentos necessários, prazos, custos e canais de atendimento disponíveis.
"A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos."
Assinale a alternativa correta quanto à relação lógico-discursiva estabelecida no trecho.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação
O atendimento de qualidade na administração pública deve ser pautado por princípios que vão além do cumprimento das exigências legais. O primeiro princípio fundamental é o respeito à dignidade da pessoa humana. Todo cidadão, independentemente de sua condição social, nível de escolaridade ou motivo da procura pelo serviço público, deve ser tratado com cortesia, respeito e consideração.
A acessibilidade constitui outro princípio essencial, garantindo que todos os cidadãos possam acessar os serviços públicos, inclusive pessoas com deficiência, idosos e outros grupos que possam ter necessidades específicas. Isso envolve não apenas a acessibilidade física dos espaços, mas também a adequação dos procedimentos, da linguagem e dos canais de comunicação.
A transparência no atendimento significa fornecer informações claras e completas sobre procedimentos, documentos necessários, prazos e custos envolvidos. Os cidadãos têm o direito de saber exatamente o que precisam fazer para obter determinado serviço e qual é o prazo para sua conclusão. A omissão ou a prestação de informações incorretas pode gerar retrabalho, frustração e perda de confiança.
A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos. Um atendimento eficiente é aquele que resolve o problema do cidadão de forma definitiva, evitando retornos desnecessários e proporcionando uma experiência satisfatória. Isso requer conhecimento técnico adequado por parte dos servidores e processos bem estruturados.
A comunicação eficaz é a base de qualquer atendimento de qualidade. Na administração pública, em que muitas vezes os assuntos tratados envolvem procedimentos complexos e linguagem técnica, é fundamental que os servidores desenvolvam habilidades para explicar informações complexas em linguagem acessível e compreensível para todos os públicos.
A escuta ativa é uma técnica fundamental que envolve prestar atenção genuína ao que o cidadão está dizendo, fazer perguntas esclarecedoras quando necessário e demonstrar interesse em compreender completamente sua demanda. Muitas vezes, os problemas de atendimento surgem de falhas na comunicação, quando o servidor não compreende adequadamente o que o cidadão precisa ou quando o cidadão não entende as orientações fornecidas.
A empatia no atendimento significa colocar-se no lugar do cidadão, compreendendo suas dificuldades e necessidades. É importante lembrar que, para muitos cidadãos, a ida a um órgão público pode ser uma experiência estressante, especialmente quando se trata de situações urgentes ou problemas complexos. Um servidor empático consegue identificar essas situações e adaptar seu atendimento conforme necessário.
O controle emocional é essencial, especialmente em situações de conflito ou quando o cidadão está visivelmente irritado ou ansioso. Servidores bem preparados sabem manter a calma, não tomar críticas como algo pessoal e focar na resolução do problema. Técnicas de desescalada de conflitos podem ser muito úteis nessas situações.
A linguagem corporal e o tom de voz também são elementos importantes da comunicação. Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda.
A organização eficiente do atendimento começa com o planejamento adequado dos espaços físicos e dos fluxos de atendimento. Os ambientes de atendimento devem ser acolhedores, limpos, bem sinalizados e organizados de forma a facilitar a circulação e reduzir o tempo de espera. A sinalização clara é fundamental para que os cidadãos possam se orientar facilmente e encontrar o setor ou serviço que procuram.
A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos.
A padronização de procedimentos é essencial para garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, independentemente do servidor que os atenda. Isso inclui a criação de manuais de procedimentos, roteiros básicos para situações comuns e checklists que ajudem os servidores a não esquecer informações importantes.
A criação de cartas de serviços é uma ferramenta importante para padronizar e dar transparência ao atendimento. Essas cartas devem conter informações claras sobre cada serviço oferecido, incluindo documentos necessários, prazos, custos e canais de atendimento disponíveis.
"A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos."
Considerando a concordância verbal e nominal no trecho, julgue as afirmativas a seguir.
I. Caso o sujeito fosse 'Mais de um sistema', o verbo 'gerar' deveria ficar no singular, pois a expressão 'mais de um', seguida de substantivo, normalmente exige verbo no singular.
II. Caso o sujeito fosse 'a maioria dos sistemas', a concordância poderia ocorrer tanto no singular quanto no plural, pois, em expressões partitivas, em alguns casos, o verbo pode concordar com o núcleo da expressão ou com o termo especificador.
III. No trecho, o verbo 'poder' está no singular porque estabelece concordância com o termo mais próximo, 'agendamento', mas poderia ser flexionado no plural, pois apresenta sujeito composto por dois núcleos, 'implementação' e 'agendamento'.
IV. Caso o sujeito fosse 'grande parte da população acredita que a implementação de sistemas...', a concordância poderia ocorrer tanto no singular quanto no plural, pois, em expressões partitivas, o verbo pode concordar com o núcleo da expressão ou com o termo especificador.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Atendimento ao Público na Administração Pública – Boas Práticas e Legislação
O atendimento de qualidade na administração pública deve ser pautado por princípios que vão além do cumprimento das exigências legais. O primeiro princípio fundamental é o respeito à dignidade da pessoa humana. Todo cidadão, independentemente de sua condição social, nível de escolaridade ou motivo da procura pelo serviço público, deve ser tratado com cortesia, respeito e consideração.
A acessibilidade constitui outro princípio essencial, garantindo que todos os cidadãos possam acessar os serviços públicos, inclusive pessoas com deficiência, idosos e outros grupos que possam ter necessidades específicas. Isso envolve não apenas a acessibilidade física dos espaços, mas também a adequação dos procedimentos, da linguagem e dos canais de comunicação.
A transparência no atendimento significa fornecer informações claras e completas sobre procedimentos, documentos necessários, prazos e custos envolvidos. Os cidadãos têm o direito de saber exatamente o que precisam fazer para obter determinado serviço e qual é o prazo para sua conclusão. A omissão ou a prestação de informações incorretas pode gerar retrabalho, frustração e perda de confiança.
A eficiência no atendimento vai além da rapidez, envolvendo também a resolução efetiva das demandas dos cidadãos. Um atendimento eficiente é aquele que resolve o problema do cidadão de forma definitiva, evitando retornos desnecessários e proporcionando uma experiência satisfatória. Isso requer conhecimento técnico adequado por parte dos servidores e processos bem estruturados.
A comunicação eficaz é a base de qualquer atendimento de qualidade. Na administração pública, em que muitas vezes os assuntos tratados envolvem procedimentos complexos e linguagem técnica, é fundamental que os servidores desenvolvam habilidades para explicar informações complexas em linguagem acessível e compreensível para todos os públicos.
A escuta ativa é uma técnica fundamental que envolve prestar atenção genuína ao que o cidadão está dizendo, fazer perguntas esclarecedoras quando necessário e demonstrar interesse em compreender completamente sua demanda. Muitas vezes, os problemas de atendimento surgem de falhas na comunicação, quando o servidor não compreende adequadamente o que o cidadão precisa ou quando o cidadão não entende as orientações fornecidas.
A empatia no atendimento significa colocar-se no lugar do cidadão, compreendendo suas dificuldades e necessidades. É importante lembrar que, para muitos cidadãos, a ida a um órgão público pode ser uma experiência estressante, especialmente quando se trata de situações urgentes ou problemas complexos. Um servidor empático consegue identificar essas situações e adaptar seu atendimento conforme necessário.
O controle emocional é essencial, especialmente em situações de conflito ou quando o cidadão está visivelmente irritado ou ansioso. Servidores bem preparados sabem manter a calma, não tomar críticas como algo pessoal e focar na resolução do problema. Técnicas de desescalada de conflitos podem ser muito úteis nessas situações.
A linguagem corporal e o tom de voz também são elementos importantes da comunicação. Um sorriso genuíno, uma postura aberta e um tom de voz acolhedor podem fazer toda a diferença na percepção do cidadão sobre a qualidade do atendimento, mesmo quando não é possível resolver imediatamente sua demanda.
A organização eficiente do atendimento começa com o planejamento adequado dos espaços físicos e dos fluxos de atendimento. Os ambientes de atendimento devem ser acolhedores, limpos, bem sinalizados e organizados de forma a facilitar a circulação e reduzir o tempo de espera. A sinalização clara é fundamental para que os cidadãos possam se orientar facilmente e encontrar o setor ou serviço que procuram.
A implementação de sistemas de senhas e agendamento pode contribuir significativamente para a organização do atendimento, reduzindo filas e permitindo melhor controle do fluxo de pessoas. Esses sistemas também geram dados valiosos sobre demanda, tempo médio de atendimento e outros indicadores que podem orientar melhorias nos processos.
A padronização de procedimentos é essencial para garantir que todos os cidadãos recebam o mesmo nível de qualidade no atendimento, independentemente do servidor que os atenda. Isso inclui a criação de manuais de procedimentos, roteiros básicos para situações comuns e checklists que ajudem os servidores a não esquecer informações importantes.
A criação de cartas de serviços é uma ferramenta importante para padronizar e dar transparência ao atendimento. Essas cartas devem conter informações claras sobre cada serviço oferecido, incluindo documentos necessários, prazos, custos e canais de atendimento disponíveis.
I. Embora o texto atribua ao servidor a responsabilidade de desenvolver habilidades comunicativas voltadas à clareza da linguagem, isso não exclui a possibilidade de que falhas na comunicação decorram também da compreensão do cidadão quanto às orientações recebidas.
PORQUE
II. A ênfase do texto no desenvolvimento de habilidades comunicativas por parte do servidor permite concluir que a qualidade da comunicação está condicionada principalmente à clareza das orientações fornecidas, sendo a compreensão do cidadão uma consequência esperada desse processo.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
(__) O texto caracteriza-se como um artigo de caráter reflexivo, pois apresenta um tema de interesse público, desenvolve argumentos, dialoga com o leitor por meio de questionamentos e busca promover reflexão e mudança de atitude.
(__) Predomina no texto a tipologia narrativa, uma vez que os exemplos apresentados organizam-se em torno de uma sequência de acontecimentos vividos por personagens específicos.
(__) A presença de perguntas dirigidas ao leitor, associada ao emprego de verbos no imperativo e de expressões como 'fazemos um convite à reflexão', evidencia a intenção de envolver o interlocutor e estimular a autorreflexão.
(__) O texto pode ser classificado como uma norma administrativa, pois estabelece regras obrigatórias e sanções aplicáveis aos servidores públicos em caso de descumprimento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A expressão ''essas diferenças'' retoma, de forma anafórica, o conjunto de situações mencionadas anteriormente no período (a respeito do servidor com deficiência auditiva, da pessoa em situação de rua e do colega autista).
II. Os pontos e vírgulas empregados entre os três exemplos citados cumprem função equivalente à da conjunção ''e'', articulando os exemplos como itens de uma mesma enumeração.
III. A oração ''não é dar tratamento privilegiado'' estabelece relação de causa em relação à oração seguinte, justificando por que é necessário garantir a igualdade de tratamento.
IV. O pronome ''que'' em "naquilo que é essencial" e o pronome ''que'' em ''o que é particular'' exercem a mesma função sintática, retomando, em ambos os casos, o mesmo termo antecedente.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Com base no texto sobre ética e inclusão no atendimento, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas.
(__) O texto defende que a eficiência no serviço público não deve ser compreendida apenas como a resolução objetiva de demandas, mas também como a consideração da dimensão humana presente no atendimento.
(__) A expressão ''impessoalidade correta'' sugere uma crítica à ideia de que a ausência de adaptações às singularidades de cada pessoa pode, em determinadas situações, produzir um atendimento insuficiente ou incompleto.
(__) Segundo o texto, tratar todas as pessoas exatamente da mesma maneira, independentemente das circunstâncias, é sempre a forma mais adequada de garantir igualdade.
(__) De acordo com o texto, respeitar as singularidades significa conceder privilégios individuais, permitindo que algumas pessoas tenham tratamento diferenciado em relação às demais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Considerando a regência do verbo ''convidar'', analise as asserções seguintes.
I. No trecho, o verbo ''convidar'' é empregado com valor semântico de incentivo à reflexão, apresentando regência transitiva indireta
PORQUE
II. O verbo ''convidar'' apresenta o objeto indireto representado pelo pronome oblíquo ''nos'', e é seguido de uma oração reduzida de infinitivo introduzida pela preposição ''a'', estrutura que reforça essa classificação.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
"Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo."
Analise as reescritas a seguir e assinale aquela que não mantém o sentido essencial do trecho.
(__) A área de uma face do reservatório é igual a 72 m².
(__) O volume interno do reservatório é igual a 1.728 m³.
(__) A área total das seis faces do reservatório é igual a 864 m².
(__) Se a aresta fosse reduzida para 10 metros, o volume diminuiria em exatamente 628 m³.
A sequência correta é:
I.O MMC entre 24, 36 e 54 é igual a 216
II.O número 108 é múltiplo comum de 24, 36 e 54
III.O número 216 é divisível por 24, por 36 e por 54
IV.Nos 432 dias posteriores à data inicial, ocorrerão exatamente duas novas coincidências entre os três procedimentos.
Está correto o que se afirma em:
A Lei Orgânica do Município disciplina os fundamentos da organização municipal, estabelecendo princípios que orientam a atuação da Administração Pública, definindo a estrutura político-administrativa do Município, as formas de exercício da soberania popular, as competências atribuídas ao ente municipal e as limitações impostas ao exercício de sua autonomia. Essas normas visam assegurar o adequado desempenho das funções públicas, em harmonia com as Constituições Federal e Estadual e em observância ao interesse coletivo.
Considerando exclusivamente a Lei Orgânica do Município de Santos, assinale a alternativa correta.
Considerando exclusivamente a Lei nº 13.460/2017, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) A manifestação do usuário deverá ser dirigida à ouvidoria do órgão ou entidade responsável, contendo a identificação do requerente, vedadas exigências que inviabilizem sua manifestação.
(__) Na inexistência de ouvidoria, o usuário poderá apresentar sua manifestação diretamente ao órgão responsável pela execução do serviço ou ao órgão ao qual ele se subordine ou se vincule.
(__) A efetiva resolução das manifestações compreende, entre outras providências, a emissão de comprovante de recebimento, a decisão administrativa final e a ciência ao usuário, sendo dispensada a análise ou obtenção de informações quando a manifestação for apresentada por meio eletrônico.
(__) Em nenhuma hipótese poderá ser recusado o recebimento de manifestação formulada nos termos da Lei, sob pena de responsabilidade do agente público.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Considerando exclusivamente o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santos (Lei nº 4.623/1984), analise as afirmativas a seguir.
I. O servidor deve cumprir as ordens superiores, representando quando forem manifestamente ilegais.
II. É vedado ao servidor constituir-se procurador de partes perante qualquer repartição pública, inclusive quando se tratar de interesse do cônjuge ou de parentes até segundo grau.
III. Entre os deveres do servidor está manter atualizada sua declaração de família, de residência e de domicílio.
IV. É proibido ao servidor designar, para trabalhar sob suas ordens imediatas, parentes até segundo grau, ressalvada a hipótese de função de confiança e livre escolha, não podendo exceder a dois o número de auxiliares nessas condições.
Está correto o que se afirma em:
Considerando exclusivamente a Lei nº 12.527/2011, assinale a alternativa correta.