Questões de Concurso Público Prefeitura de Palhoça - SC 2026 para Psicólogo CEIDITEA

Foram encontradas 30 questões

Q4407687 Psicologia
Durante uma avaliação do desenvolvimento, o psicólogo observa uma criança de 20 meses. Os responsáveis relatam que ela utiliza poucas palavras, costuma conduzir a mão do adulto até objetos desejados e raramente aponta para mostrar algo de seu interesse. Em diferentes situações, responde de forma inconsistente quando chamada pelo nome. Na brincadeira, demonstra interesse prolongado em girar as rodas de carrinhos e pouco alterna o olhar entre um objeto e o adulto para compartilhar a experiência. Qual interpretação é mais adequada diante desse conjunto de informações? 
Alternativas
Q4407688 Psicologia
Durante uma atividade em grupo, o psicólogo observa uma criança de 9 anos com TEA que utiliza frases bem estruturadas e comunica pedidos com clareza. Quando um colega conta algo que aconteceu no fim de semana, a criança responde introduzindo um tema de seu próprio interesse e encontra dificuldade para manter a troca sobre o assunto iniciado pelo colega. Em outra situação, percebe que o colega aponta para um objeto, mas não acompanha espontaneamente o gesto para compartilhar com ele o foco de atenção. Considerando as características do TEA relacionadas à comunicação e à interação social, assinale a interpretação profissional adequada.
Alternativas
Q4407689 Psicologia
Uma criança de 8 anos é encaminhada para avaliação psicológica por dificuldades de interação com colegas e rigidez diante de mudanças na rotina escolar. Na entrevista, os responsáveis relatam poucas dificuldades em casa. A professora descreve prejuízo mais evidente em atividades coletivas e preenche um instrumento de rastreio, cujo resultado indica elevada presença de características associadas ao TEA. Em duas sessões individuais, estruturadas e com baixa demanda social, a criança interage adequadamente com o psicólogo. Considerando o processo de avaliação psicológica, qual procedimento é tecnicamente mais adequado?
Alternativas
Q4407690 Psicologia
Um adolescente de 15 anos, com diagnóstico de TEA desde a infância e acompanhamento psicológico regular, apresentava rotina estável, frequentava a escola e mantinha interesse por jogos digitais e encontros semanais com dois colegas. Nas últimas seis semanas, passou a recusar atividades que antes buscava, reduziu a participação tanto em casa quanto na escola, apresenta dificuldade para iniciar o sono e tem feito comentários como “estrago tudo” e “não consigo fazer nada direito”. A família interpreta a mudança como aumento das dificuldades próprias do TEA. Considerando a compreensão psicológica do caso, qual interpretação deve orientar prioritariamente a formulação de hipóteses? 
Alternativas
Q4407691 Psicologia
Uma criança de 7 anos com TEA utiliza, durante os atendimentos psicológicos, um cartão com a figura de “ajuda” para solicitar apoio quando encontra dificuldade em uma tarefa. No consultório, já usa esse recurso com pouca ajuda. Em casa, porém, diante de tarefas semelhantes, costuma abandonar a atividade e chamar o adulto de forma pouco específica. Os cuidadores relatam que frequentemente percebem a dificuldade e realizam a parte mais difícil da tarefa antes que a criança utilize o cartão. O objetivo pactuado é ampliar o uso funcional dessa habilidade no cotidiano. Qual orientação do psicólogo aos cuidadores é mais adequada a esse objetivo?
Alternativas
Q4407692 Psicologia
Um menino de 11 anos com TEA participa de atendimento psicológico voltado à ampliação de autonomia acadêmica. Em atividades escritas com seis ou mais itens, especialmente quando exigem maior esforço, ele empurra o material, bate a mão na mesa e vocaliza em tom elevado cerca de 30 segundos após a apresentação da tarefa. Em 10 de 12 episódios registrados, o adulto retirou a folha por três a cinco minutos e depois a reapresentou. O mesmo adulto oferece atenção em frequência semelhante durante jogos e tarefas curtas, contextos nos quais esses comportamentos quase não ocorrem. Quando a folha é reapresentada após a pausa, os comportamentos tendem a reaparecer. Com base nesse padrão, qual hipótese funcional e estratégia de intervenção são mais consistentes com os dados disponíveis? 
Alternativas
Q4407693 Psicologia
Um adolescente de 13 anos com TEA, fala fluente e desempenho cognitivo compatível com a idade apresenta ansiedade intensa em apresentações orais na escola. Ele identifica sinais corporais de ansiedade e consegue graduá-los em uma escala visual, porém encontra dificuldade em discutir pensamentos por longos períodos de forma abstrata. Nas últimas semanas, passou a evitar os dias de apresentação e aceitou perder pontos para não expor trabalhos. Sua participação em conversas e atividades sociais permanece semelhante ao padrão habitual. Foi pactuado como objetivo terapêutico aumentar sua permanência em sala e sua participação progressiva em apresentações curtas. Considerando o perfil e o objetivo definidos, qual plano de intervenção psicológica é o mais coerente? 
Alternativas
Q4407694 Psicologia
Um adolescente de 13 anos com TEA está em acompanhamento multiprofissional. No Plano Terapêutico Individualizado, o objetivo psicológico definido para oito semanas foi aumentar o uso independente de uma estratégia de regulação emocional diante de frustração, em situações reais da rotina. O psicólogo ensinou duas estratégias e realizou ensaios graduados durante as sessões. Ao final do período, o adolescente utiliza uma delas de forma independente em 8 de 10 situações simuladas no consultório. Na escola, os registros mostram uso independente em 2 de 10 episódios; quando um adulto fornece um lembrete breve, o uso ocorre em 8 de 10 episódios. Em casa, os cuidadores relatam padrão semelhante. Na reunião da equipe, não foram identificadas dificuldades de compreensão da estratégia nem piora clínica global. Diante desses resultados, qual decisão do psicólogo é mais coerente para a revisão do plano terapêutico? 
Alternativas
Q4407695 Psiquiatria
Um adolescente de 16 anos com TEA, sem deficiência intelectual, mantém acompanhamento psicológico há dois anos. Até recentemente, frequentava a escola de forma regular, participava semanalmente de um grupo de robótica e, embora precisasse de tempo sozinho após dias muito ruidosos, retomava suas atividades no dia seguinte. Há seis semanas, depois de uma reorganização das turmas e de episódios de provocações por colegas, passou a faltar às aulas, deixou de frequentar a robótica, reduziu o interesse por jogos que costumava procurar e começou a dormir várias horas mais tarde. A família percebe maior irritabilidade e entende o quadro como reação à mudança escolar. Em atendimento, ao falar sobre as faltas, o adolescente afirma que se sente 'um peso' e relata que, em alguns dias, gostaria de 'dormir e não precisar acordar para enfrentar o dia seguinte'. Considerando a temporalidade, o prejuízo funcional e a necessidade de hierarquizar a avaliação, qual aspecto deve ser priorizado pelo psicólogo neste momento? 
Alternativas
Q4407696 Psicologia
Um adolescente de 16 anos com TEA está em acompanhamento multiprofissional. Um dos objetivos do Plano Terapêutico Individualizado é ampliar sua autonomia nos deslocamentos dentro da escola. Nas últimas oito semanas, ele passou a realizar sozinho trajetos conhecidos entre a sala de aula, a biblioteca e o laboratório, utilizando um roteiro visual no celular; em quatro observações, solicitou ajuda adequadamente quando encontrou mudanças de sinalização. A terapeuta ocupacional relata desempenho semelhante em treino de rotas no serviço. Em uma mudança inesperada de sala, porém, o adolescente permaneceu cerca de dez minutos no corredor até telefonar para a mãe. Depois disso, a família pediu ao psicólogo um documento recomendando acompanhamento adulto contínuo em todos os deslocamentos escolares. O adolescente afirma que esse acompanhamento o constrange e propõe manter o roteiro visual, com possibilidade de procurar um adulto de referência quando houver alteração de percurso. A escola solicita uma posição da equipe para revisar o apoio oferecido. Diante desses dados, qual é a conduta prioritária mais adequada ao psicólogo?
Alternativas
Respostas
11: B
12: C
13: E
14: A
15: D
16: B
17: D
18: A
19: C
20: E