Questões de Concurso Público Prefeitura de Amontada - CE 2026 para Agente Comunitário de Saúde

Foram encontradas 40 questões

Q3917418 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Considerando o trecho em que se descrevem as latrinas, o uso das bicas d’água e as crianças que "não se davam ao trabalho de lá ir", o autor quer construir a ideia de que:
Alternativas
Q3917419 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
No trecho final, ao afirmar que ali se sentia “o prazer animal de existir”, o autor sugere que, apesar das dificuldades descritas, havia naquele ambiente:
Alternativas
Q3917420 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Assinale a opção que apresenta a escrita gramatical correta, conforme a norma: 
Alternativas
Q3917421 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Marque a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma padrão:
Alternativas
Q3917422 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta corretamente a colocação do pronome destacado em relação ao verbo, segundo a norma padrão:
Alternativas
Q3917423 Português
_______ muitas mudanças na política interna da empresa durante o último ano. A lacuna da sentença acima pode ser substituída, corretamente, de acordo com a norma padrão, por:
Alternativas
Q3917424 Português
Leia, atentamente, as afirmativas a seguir e marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso. 

( ) A palavra “rubrica” deve ser acentuada graficamente na antepenúltima sílaba (rúbrica), pois é uma proparoxítona.
( ) A palavra “armazém” recebe acento agudo por ser oxítona terminada em “em”.
( ) O verbo “para” (flexão de parar) mantém o acento diferencial para se distinguir da preposição “para” .
( ) A palavra “tórax” é acentuada por ser paroxítona terminada em “x”.

Marque a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3917425 Português
A concordância nominal exige atenção às relações de gênero e número entre os termos da oração. Considerando as regras da norma padrão para expressões específicas, assinale a alternativa que apresenta a concordância CORRETA:
Alternativas
Q3917426 Português
Na frase "No horizonte, surge a esperança de dias melhores", a expressão "surge a esperança" não apresenta o acento indicativo de crase. Acerca dessa construção, assinale a alternativa correta quanto à correção gramatical e à justificativa normativa.
Alternativas
Q3917427 Português
Analise a função da vírgula nas frases abaixo:

1. "Matias, cônego honorário e pregador efetivo, estava compondo um sermão."
2. "Deixe-me, senhora."

Assinale a alternativa que classifica corretamente a regra que justifica o uso das vírgulas nos termos destacados em 1 e 2, respectivamente:
Alternativas
Q3917428 Saúde Pública
Com base na definição da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3917429 Saúde Pública
A Portaria nº 1.820/2009 aborda o direito à informação sobre os serviços de saúde e os mecanismos de participação. Nesse sentido, identifique, dentre as alternativas a seguir, aquela que NÃO faz parte das informações que os órgãos de saúde devem divulgar à população sobre a Rede SUS:
Alternativas
Q3917430 Direito Sanitário
Sobre a concepção ampliada de saúde e os determinantes sociais, a Lei nº 8.080/90 estabelece que:
Alternativas
Q3917431 Saúde Pública
Considerando as atribuições do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no acompanhamento da saúde da criança, em especial do recém-nascido (0 a 28 dias), durante a visita domiciliar, conforme o Guia Prático do Agente Comunitário de Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3917432 Saúde Pública
A respeito da vacinação no Brasil, conforme a publicação do Ministério da Saúde, intitulada Saúde da Criança: Crescimento e Desenvolvimento, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.

( ) A vacina BCG deve ser administrada o mais precocemente possível, preferencialmente após o nascimento, exceto para prematuros, com menos de 36 semanas, que devem esperar completar 1 mês de vida e atingir 2 kg.
( ) Em recém-nascidos de mães portadoras da hepatite B, aplicar as vacinas da hepatite B e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG) devem ser administradas em locais anatômicos diferentes, preferencialmente nas primeiras 12 horas ou, no máximo, em até sete dias após o nascimento.
( ) A vacina oral do rotavírus humano (VORH) possui esquema de três doses, devendo a primeira ser aplicada entre 1 mês e 15 dias e 3 meses e 7 dias de idade.
( ) O segundo reforço da Tríplice Bacteriana (DTP) deve ser administrado aos 6 anos de idade, sendo a idade máxima para esta vacina aos 10 anos, 11 meses e 29 dias.

Está CORRETA, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Alternativas
Q3917433 Saúde Pública
O calendário de imunizações para crianças infectadas pelo HIV requer adaptações específicas. Considerando o calendário preconizado no Manual do Ministério da Saúde - Saúde da Criança: Crescimento e Desenvolvimento, assinale a alternativa que apresenta a orientação INCORRETA sobre as imunizações para crianças infectadas pelo HIV.
Alternativas
Q3917434 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) estabelece as diretrizes para a organização da Atenção Básica (AB) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), utilizando a Estratégia Saúde da Família (ESF) como modelo prioritário. Sobre a AB e a ESF, conforme a Portaria nº 2.436/2017, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3917435 Saúde Pública
Os princípios e as diretrizes da Atenção Básica (AB) são fundamentais para sua organização e operacionalização. Dentre as opções abaixo, marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso, conforme as afirmações sobre os princípios e as diretrizes da AB, contidos na Portaria nº 2.436/2017:

( ) A Universalidade na AB implica que as equipes devem receber e ouvir todas as pessoas que procuram seus serviços, de modo universal e sem diferenciações excludentes, independentemente de sua área de abrangência.
( ) A Equidade exige que o cuidado seja ofertado reconhecendo as diferenças nas condições de vida e saúde, mas permite exclusões baseadas em idade ou condição socioeconômica, se houver justificativa clínica.
( ) A Longitudinalidade do cuidado pressupõe a continuidade da relação de cuidado, com vínculo e responsabilização entre profissionais e usuários ao longo do tempo, acompanhando os efeitos das intervenções em saúde. 
( ) A Territorialização e a População Adscrita focam no planejamento e na programação descentralizada, com impacto na situação e nos determinantes da saúde das pessoas e coletividades em um território específico, sendo este a unidade geográfica única de construção descentralizada do SUS. 

Está CORRETA, de cima para baixo, a seguinte sequência:


Alternativas
Q3917436 Saúde Pública
As responsabilidades dos Municípios e do Distrito Federal em relação aos sistemas de informação na Atenção Básica são cruciais para a gestão e o planejamento em saúde. Sobre essas responsabilidades, analise as afirmações e marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso:

( ) Manter atualizado mensalmente o cadastro de equipes, profissionais e carga horária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) vigente.
( ) Alimentar, analisar e verificar a qualidade e consistência dos dados inseridos nos sistemas nacionais de informação, utilizando-os no planejamento das ações e divulgando os resultados obtidos.
( ) Assegurar o cumprimento da carga horária integral de todos os profissionais das equipes, conforme as especificações do SCNES, apenas, para fins de controle de frequência individual.
( ) Organizar os serviços para que a Atenção Básica atue como porta de entrada preferencial, independentemente da utilização dos sistemas de informação para gestão de fluxos. 

Está CORRETA, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Alternativas
Q3917437 Direito Sanitário
A Portaria nº 2.436/2017 estabelece que uma das responsabilidades comuns a todas as esferas de governo em relação aos sistemas de informação é:
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: A
4: C
5: A
6: B
7: B
8: A
9: C
10: B
11: C
12: D
13: C
14: C
15: A
16: D
17: C
18: A
19: A
20: C