Questões de Concurso Sobre terapia ocupacional nas áreas de traumato-ortopedia, reumatologia, cardiopulmonar, neurologia e neonatologia em terapia ocupacional

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Q3578101 Terapia Ocupacional
Uma paciente com 35 anos de idade, bancária, sofreu uma amputação transumeral do braço esquerdo devido a acidente automobilístico e, logo após a amputação, iniciou o tratamento de terapia ocupacional. Segundo seu relato, além de estar muito ansiosa para a colocação de sua prótese, ela é uma pessoa muito ativa, adora praticar esportes, principalmente tênis, e não vê a hora de poder voltar a exercitar essa prática.

Diante dessa situação hipotética, julgue os seguintes itens.
Exercícios ativos e passivos devem ser evitados na fase préprotética
Alternativas
Q3578100 Terapia Ocupacional
Uma paciente com 35 anos de idade, bancária, sofreu uma amputação transumeral do braço esquerdo devido a acidente automobilístico e, logo após a amputação, iniciou o tratamento de terapia ocupacional. Segundo seu relato, além de estar muito ansiosa para a colocação de sua prótese, ela é uma pessoa muito ativa, adora praticar esportes, principalmente tênis, e não vê a hora de poder voltar a exercitar essa prática.

Diante dessa situação hipotética, julgue os seguintes itens.
A atuação do terapeuta ocupacional na fase pré-protética deve incluir massagens e tapping no coto, com o objetivo de dessensibilizá-lo.
Alternativas
Q3578099 Terapia Ocupacional
O método neuroevolutivo Bobath, utilizado freqüentemente por terapeutas ocupacionais no tratamento de crianças portadoras de paralisia cerebral, tem como princípio o desenvolvimento neuropsicomotor anormal, em que as atividades anormais apresentadas pelas crianças são estimuladas simultaneamente com a inibição da atividade normal.
Alternativas
Q3578098 Terapia Ocupacional
Embora exista uma variedade de avaliações de terapia ocupacional relacionadas à paralisia cerebral, alguns pontos necessariamente precisam ser observados pelo terapeuta durante a avaliação, como, por exemplo, alteração de tônus muscular, capacidade de estabelecer controle seletivo de movimento, efetividade de reações de equilíbrio, realização de mudanças posturais, coordenação visuomotora, além de deficits cognitivos e integração das funções sensoriais que podem estar associados a essa patologia
Alternativas
Q3578097 Terapia Ocupacional
Durante os atendimentos de bebês com paralisia cerebral que apresentem espasticidade, o terapeuta deve evitar movimentos bruscos e rápidos, pois estes podem proporcionar o aumento do tônus muscular desses pacientes
Alternativas
Q3578096 Terapia Ocupacional
Bebês portadores de paralisia cerebral do tipo extrapiramidal (atetóides e coréicos) devem ser auxiliados de modo a proporcionar-lhes uma maior instabilidade axial de segmentos proximais para o ganho da linha distal.
Alternativas
Q3578095 Terapia Ocupacional
Os bebês acometidos de paralisia cerebral, por apresentarem hipotonia e pouca iniciativa, necessitam de pouca estimulação proprioceptiva. Por isso, durante os atendimentos, o terapeuta deve evitar que eles mudem de postura, pois tal procedimento pode levá-los ao aumento do tônus muscular.
Alternativas
Q3578094 Terapia Ocupacional
O terapeuta ocupacional deve confeccionar uma órtese que seja leve e, além de atender às necessidades terapêuticas, permita ao paciente, ao mesmo tempo, colocá-la e retirá-la sempre de forma independente.
Alternativas
Q3578093 Terapia Ocupacional
As órteses podem ser classificadas em três categorias: órteses de posicionamento, órteses funcionais estáticas e órteses funcionais dinâmicas.
Alternativas
Q3578092 Terapia Ocupacional
Quanto à função, as órteses servem para imobilizar ou limitar a atividade de uma ou mais articulações, auxiliar na prevenção e na progressão do aparecimento de deformidades, manter a amplitude articular, estabilizar e(ou) posicionar uma ou mais articulações, possibilitar a manutenção da força muscular normal e estimular o fortalecimento da musculatura fraca.
Alternativas
Q3578078 Terapia Ocupacional
Considerando que seqüelas de distúrbios motores são características de AVE, julgue os itens subseqüentes.
A ataxia, distúrbio que pode acometer os pacientes que sofreram AVE, é um distúrbio da coordenação por envolvimento de centros ou vias do cerebelo, podendo transformar-se no mais importante fator incapacitante ao afetar a movimentação fina e o equilíbrio
Alternativas
Q3578077 Terapia Ocupacional
Considerando que seqüelas de distúrbios motores são características de AVE, julgue os itens subseqüentes.
Tanto lesões que atinjam o sistema piramidal, quanto lesões que atinjam o sistema extrapiramidal podem ocasionar distúrbios na psicomotricidade do paciente
Alternativas
Q3578076 Terapia Ocupacional
Considerando que seqüelas de distúrbios motores são características de AVE, julgue os itens subseqüentes.
Quando o sistema piramidal é atingido, ocorre o aparecimento de movimentos involuntários espontâneos e outras alterações de tônus muscular
Alternativas
Q3578075 Terapia Ocupacional
Considerando que seqüelas de distúrbios motores são características de AVE, julgue os itens subseqüentes.
Lesões que atinjam o sistema extrapiramidal causam, em geral, síndromes motoras deficitárias — paresias ou plegias — e espasticidade
Alternativas
Q3578074 Terapia Ocupacional
Considerando que seqüelas de distúrbios motores são características de AVE, julgue os itens subseqüentes.
A motricidade é, em grande parte, controlada por dois complexos sistemas que envolvem grande número de estruturas encefálicas e que são denominadas, didaticamente, sistema piramidal e sistema extrapiramidal.
Alternativas
Q3578073 Terapia Ocupacional
Um paciente chegou ao setor de terapia ocupacional em uma cadeira de rodas, que apresentava assento muito largo e longo, acompanhado de sua esposa. Durante a entrevista, segundo relato do próprio paciente, o terapeuta colheu as seguintes informações: o paciente, com 68 anos de idade, professor aposentado, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há dois meses e foi encaminhado pelo médico a um terapeuta ocupacional. Apresenta uma hemiplegia do lado esquerdo e, por ser destro, não houve troca de dominância. Contudo, em decorrência do AVE, o paciente é dependente na realização das atividades da vida diária. Além disso, ele também apresenta um quadro de astereognosia e de negligência.
Diante do quadro clínico hipotético acima descrito, julgue os itens que se seguem.
Considere a seguinte situação hipotética.
O ambulatório de terapia ocupacional onde o paciente está sendo atendido desenvolve o seguinte padrão de trabalho: primeiramente, o paciente é encaminhado para o ambulatório; em seguida, ele é avaliado por um terapeuta ocupacional e, finalmente, é elaborado um plano de tratamento para o paciente, em que reavaliações são devidamente programadas, de modo que a alta aconteça em um curto espaço de tempo.
Nessa situação, o padrão de trabalho descrito é característico do modelo do processo de terapia ocupacional positivista.
Alternativas
Q3578072 Terapia Ocupacional
Um paciente chegou ao setor de terapia ocupacional em uma cadeira de rodas, que apresentava assento muito largo e longo, acompanhado de sua esposa. Durante a entrevista, segundo relato do próprio paciente, o terapeuta colheu as seguintes informações: o paciente, com 68 anos de idade, professor aposentado, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há dois meses e foi encaminhado pelo médico a um terapeuta ocupacional. Apresenta uma hemiplegia do lado esquerdo e, por ser destro, não houve troca de dominância. Contudo, em decorrência do AVE, o paciente é dependente na realização das atividades da vida diária. Além disso, ele também apresenta um quadro de astereognosia e de negligência.
Diante do quadro clínico hipotético acima descrito, julgue os itens que se seguem.
Se, durante o tratamento, o terapeuta procurar adaptar as atividades, de maneira que o paciente exercite o braço afetado, estará sendo feito uso da atividade como exercício.
Alternativas
Q3578071 Terapia Ocupacional
Um paciente chegou ao setor de terapia ocupacional em uma cadeira de rodas, que apresentava assento muito largo e longo, acompanhado de sua esposa. Durante a entrevista, segundo relato do próprio paciente, o terapeuta colheu as seguintes informações: o paciente, com 68 anos de idade, professor aposentado, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há dois meses e foi encaminhado pelo médico a um terapeuta ocupacional. Apresenta uma hemiplegia do lado esquerdo e, por ser destro, não houve troca de dominância. Contudo, em decorrência do AVE, o paciente é dependente na realização das atividades da vida diária. Além disso, ele também apresenta um quadro de astereognosia e de negligência.
Diante do quadro clínico hipotético acima descrito, julgue os itens que se seguem.
A cadeira de rodas mencionada era inadequada, pois apresentava assento muito largo e longo, o que pode ocasionar instabilidade de tronco e pontos de pressão na fossa poplítea, além de dificultar a flexão dos joelhos.
Alternativas
Q3578070 Terapia Ocupacional
Um paciente chegou ao setor de terapia ocupacional em uma cadeira de rodas, que apresentava assento muito largo e longo, acompanhado de sua esposa. Durante a entrevista, segundo relato do próprio paciente, o terapeuta colheu as seguintes informações: o paciente, com 68 anos de idade, professor aposentado, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há dois meses e foi encaminhado pelo médico a um terapeuta ocupacional. Apresenta uma hemiplegia do lado esquerdo e, por ser destro, não houve troca de dominância. Contudo, em decorrência do AVE, o paciente é dependente na realização das atividades da vida diária. Além disso, ele também apresenta um quadro de astereognosia e de negligência.
Diante do quadro clínico hipotético acima descrito, julgue os itens que se seguem.
Uma orientação que deve ser feita pelo terapeuta é com relação aos momentos em que o paciente se veste, pois, a fim de facilitar sua realização, essa atividade deve ser iniciada pelo lado hemiplégico do corpo do paciente
Alternativas
Q3578069 Terapia Ocupacional
Um paciente chegou ao setor de terapia ocupacional em uma cadeira de rodas, que apresentava assento muito largo e longo, acompanhado de sua esposa. Durante a entrevista, segundo relato do próprio paciente, o terapeuta colheu as seguintes informações: o paciente, com 68 anos de idade, professor aposentado, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há dois meses e foi encaminhado pelo médico a um terapeuta ocupacional. Apresenta uma hemiplegia do lado esquerdo e, por ser destro, não houve troca de dominância. Contudo, em decorrência do AVE, o paciente é dependente na realização das atividades da vida diária. Além disso, ele também apresenta um quadro de astereognosia e de negligência.
Diante do quadro clínico hipotético acima descrito, julgue os itens que se seguem.
Cabe ao terapeuta orientar a família para que sempre se dirija ao paciente pelo lado que está sendo negligenciado.
Alternativas
Respostas
1821: E
1822: C
1823: E
1824: C
1825: C
1826: E
1827: E
1828: E
1829: C
1830: C
1831: C
1832: C
1833: E
1834: E
1835: C
1836: C
1837: C
1838: C
1839: C
1840: C