Questões de Concurso
Sobre avaliação psicológica em psicologia
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Leia as afirmativas a seguir:
I. As avaliações psicológicas não têm um limite em relação ao que é possível entender e prever. Ainda que as avaliações psicológicas estejam calcadas em métodos cientificamente sustentados, elas dificilmente chegam a respostas mais confiáveis que opiniões leigas no assunto ou o puro acaso.
II. A Educação Permanente em Saúde parte do pressuposto da aprendizagem significativa e problematizadora.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. As crianças e adolescentes, no ambiente escolar, deparam-se com diversos conceitos e premissas relacionadas com o próprio desenvolvimento pessoal, motor e social. Assim, no contexto educacional, o psicólogo deve propor ações que favorecem a construção de uma concepção do fracasso do aluno nas atividades escolares como algo individual, de responsabilidade exclusiva do discente, que deve ser evitado, pois causa decepção aos pais, aos professores e à comunidade como um todo.
II. A avaliação psicológica é um processo amplo que envolve a integração de informações provenientes de diversas fontes.
Marque a alternativa CORRETA:
Em relação ao psicodiagnóstico infantil, na escolha da bateria de teste mais adequada para entender e avaliar a criança, considere as assertivas a seguir.
I. Será imprescindível pensar em testes que auxiliem a compreender o maior número possível de condutas da criança.
II. É recomendado iniciar com os testes mais ansiógenos, para que o profissional tenha mais tempo de lidar com os conteúdos ao longo do processo.
III. Não será possível realizar comparações entre os diferentes testes realizados, pois cada um refletirá aspectos específicos da personalidade da criança.
IV. É importante planejar a sequência em que serão aplicados os testes, levando-se em conta a natureza do teste e o caso avaliado.
Está correto o que consta APENAS em
Caso clínico 10A2-I
Francisca, de quarenta e um anos de idade, servidora pública, apresentou, há um ano, diagnóstico de depressão, quando descobriu que sua filha, Maria, havia sido abusada sexualmente pelo pai, marido de Francisca à época. A menina, atualmente com cinco anos de idade, permaneceu um ano sem acompanhamento psicológico, embora tenha sido encaminhada pela instância policial aos serviços especializados de apoio, no momento dos fatos. A mãe decidiu, então, procurar serviço interno de psicologia, orientada por uma colega de setor, onde fez o seguinte relato: “Estou perdida e não sei o que fazer. Minha filha me pede para brincar com ela de coisas estranhas, sempre mencionando que era assim que o pai brincava com ela. Na escola, apresenta choro fácil, retraimento e baixa autoestima. Não quer ficar sozinha com ninguém, em lugar nenhum. Só fica comigo. Não tenho conseguido nem levá-la à escola. Ela não fica. Tem feito xixi na cama todas as noites. Não sei mais o que fazer. Às vezes, penso que queria desligar um botão, dormir e nunca mais acordar. Quando esses pensamentos ‘agoniam’ muito minha cabeça, tomo uns remedinhos, mas acordo com peso na consciência por ter deixado minha filha sozinha. Se um dia eu for desta para uma melhor, eu a levo comigo. O pai dela saiu de casa no dia em que descobri tudo. Ele negou, mas não tive dúvida. Havia alguma coisa estranha. Minha filha vivia com assaduras. Um dia, ao lhe dar banho, ela me perguntou se eu gostaria que ela pegasse nas minhas partes como o ‘papai pedia para ela’. Fui direto para a delegacia”.
A criança mora com a mãe — sem contato com o pai, por determinação judicial —, sob medida protetiva e apoio do programa de proteção à vítima.
Ainda tendo como referência a situação descrita no caso clínico 10A2-I, assim como o conceito, as temáticas, os aspectos éticos e interdisciplinares da psicologia jurídica e o Código de Ética do profissional psicólogo, julgue o próximo item.
Sendo o caso de Maria levado à justiça, o psicólogo que atua
como perito deverá produzir, ao final da avaliação psicológica,
um laudo pormenorizado, com descrição de todas as
informações colhidas ao longo do atendimento.
Analise as afirmativas abaixo sobre psicodiagnóstico e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas:
( ) De modo geral, não existem sinais ou sintomas psicopatológicos totalmente específicos de determinado transtorno mental.
( ) O diagnóstico psicopatológico não é, em inúmeros casos, possível apenas com a observação do curso da doença.
( ) O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos (delirium, demências, síndromes focais etc.), não é, de modo geral, baseado em possíveis mecanismos etiológicos supostos pelo entrevistador. Baseia-se, principalmente, no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história da doença e no momento da entrevista.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Reginaldo é um paciente que foi submetido a uma avaliação psicológica há um ano e meio, da qual resultou um laudo psicológico, que descrevia, dentre outras coisas, sintomatologia ansiosa, humor depressivo e baixo autoconceito. No presente momento, procura novamente o psicólogo Diogo, autor do laudo, para solicitar uma via com data atual, pois refere ter extraviado o laudo original.
Neste sentido, a conduta profissionalmente correta a ser adotada por Diogo é:
Na prática do psicólogo clínico, a realização do psicodiagnóstico é um processo fundamental para diagnóstico e direção do tratamento.
A realização do psicodiagnóstico bem fundamentado requer que o psicólogo: