Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de artes em pedagogia
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Nessa situação, são exemplos de atividades que atenderiam ao objetivo da docente
Nesse contexto, uma ação que atende a uma educação musical afrodiaspórica é criar
Levando em conta os possíveis contextos pedagógicos da educação musical inclusiva, assinale a opção que descreve uma postura inclusiva que poderia ser adotada por esse professor em relação à sua aluna cadeirante.
Diante dessa indagação da diretora, o argumento mais adequado para defender o acolhimento das composições dos estudantes é explicar que os processos de criação na educação musical devem
Considerando os fundamentos teórico-metodológicos de cada pedagogia musical, assinale a opção em que se aponta uma diferença entre as duas gerações mencionadas no texto.
A partir da utilização das TDIC para a promoção da autonomia discente no estudo continuado, assinale a opção em que a ação pedagógica atende a uma turma do Ensino Médio na qual há um aluno com deficiência visual (DV).
Uma professora de Música em uma turma da 1ª série do Ensino Médio estava trabalhando com os ritmos brasileiros que têm suas raízes nas culturas de matrizes africanas. Na parte prática da aula, ela propôs uma atividade de improvisação de percussão corporal com os alunos. Para essa atividade, ela apresentou os seguintes ostinatos rítmicos, que envolvem palmas e batidas com os pés no chão.

Nesse contexto, assinale a opção que corresponde à transcrição correta de um dos ritmos brasileiros de matriz africana.
Nessa situação, para favorecer a autonomia discente em suas aulas, por meio de uma ação inclusiva, uma estratégia adequada seria o professor
A catira é uma expressão artística marcada pela ação dos mulandeiros ou tropeiros, pessoas que faziam transporte de alimentos, de remédios e de coisas necessárias para construção de casas. Essas pessoas passavam muito tempo nas estradas e, por isso, faziam festas com cantos dançados em um tablado. A catira apresenta traços de culturas europeias, indígenas e africanas e, desde o período colonial, já há registros dessa manifestação praticada por homens.

Durante uma aula de Arte, um estudante fez um relato sobre a catira e mostrou a figura ilustrada acima. Ao apresentá-la à turma, ele mencionou que a catira era praticada pelo seu avô e, por isso, sofreu preconceito por parte de seus colegas, que nunca haviam visto essa expressão artística na mídia ou nas redes sociais e estranharam uma prática de dança predominantemente masculina.
Considerando que a catira é uma prática artística que faz parte do contexto de vida desse estudante, assinale a opção que expressa uma ação docente adequada a essa situação.
1 Brô MCs, o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formado em Dourados (MS), em 2008, por jovens Guarani-Kaiowá, com músicas que misturam português e guarani.
2 Arandu Arakuaa, banda de metal indígena, formada em Brasília (DF), em 2008, com músicas em tupi, xerente e xavante.
3 Oz Guarani (2015) e Wera Trap MC (2011), ambos Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo (SP), que integravam o extinto Xondaro’s (2009), primeiro grupo de rap indígena de São Paulo.
4 Kaê Guajajara, rapper e escritora Guajajara, natural do Maranhão, mora atualmente no Rio de Janeiro (RJ) e integra o coletivo Aldeia Maracanã.
5 Kunumi MC, rapper solo e escritor publicado desde 2014, Guarani da Aldeia Krukutu, entre São Bernardo do Campo e São Paulo (SP).
6 Katú Mirim, rapper desde 2017, Boe-Bororo nascida e criada em Campo Limpo Paulista (SP), faz música em guarani e em português, começando a escrever músicas em bororo.
7 Djuena Tikuna, cantora, jornalista, pesquisadora da música Tikuna, com músicas em língua tikuna.
8 Androyde Sem Par, banda formada no Rio Grande do Norte e radicada em São Paulo, que busca resgatar a memória indígena no RN.
9 Nory Kayapó, funkeiro Kayapó do Pará, faz funk consciente em língua kayapó sobre o jeito de viver e amar de seu povo.
10 Brisa Flow, artista Mapuche, filha de imigrantes chilenos. Mineira de Sabará, é MC, rapper, musicista e cantora que discute as vivências da mulher indígena em contextos urbanos, em português e espanhol.
FERREIRA CAMARGO, L. Contemporary Brazilian Indigenous Artists’ Discourse: Music, Survival, and Linguistic Resistance. Cadernos de Linguística, n. 2, 2021.
Considerando o quadro de artistas indígenas, selecione a afirmação que proponha uma prática pedagógica para o ensino da música que valorize histórias, culturas e produções artísticas dos povos indígenas.
Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/. Acesso em: 15 jul. 2024 (adaptado).
Acerca dessa temática, no que diz respeito à relação da fotografia com questões socioambientais, assinale a opção que apresenta uma maneira eficaz de um professor de Artes Visuais promover o pensamento crítico de seus alunos a respeito desse tema.
OCVIRK, O. G. et al. Fundamentos da arte: teoria e prática. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014, p. 8 (adaptado).
A partir dessas informações, assinale a opção que apresenta o modo adequado para trabalhar, em sala de aula, os conceitos apresentados no texto.
Disponível em: https://faeb.com.br/anais-do-xxvi-confaeb/. Acesso em: 17 ago. 2024 (adaptado).
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa que corresponde a uma proposta intercultural para o ensino de Artes Visuais.
A prática de conjunto instrumental pode ser uma eficiente estratégia metodológica para o educador musical, pois, envolvendo diversas formações musicais, favorece o trabalho em diversos contextos educacionais e com alunos de diferentes faixas etárias e níveis de conhecimento musical. Por meio dessa prática grupal, o ensino instrumental torna-se mais dinâmico e prazeroso, ganhando importância como disciplina obrigatória nos cursos de licenciatura em música.
Fonte: BASTIÃO, Zuraida Abud. Prática de conjunto instrumental na educação básica. Música na Educação Básica, v. 4, n. 4, 2017.
Sobre as possibilidades e desafios para a prática de conjunto instrumental na educação básica, é CORRETO afirmar que:
Leia o texto a seguir.
Como apontei em outro lugar (Hernández-Hernández, 2018), pensar o aprender a partir dos afetos supõe focar a experiência de “sentir-se afetado”. A aprendizagem de verdade provoca deslocamentos e um choque (Spinoza) que se incorpora ao sujeito e ao que o afeta. Nesse sentido, o afeto não se refere apenas à emoção, mas também a um movimento corporal que afeta e que pode afetar o outro. Por isso, o aprender tem a ver com deslocamento e mudança de olhar, e se transforma em um evento e uma experiência significativa de muitas maneiras.
Esse tipo de aprendizagem está próximo da realidade que se vive cotidianamente na escola com os projetos de indagação, dos interesses que nos movem e dos desafios que enfrentamos todos os dias. É um processo que traz consigo a ‘consciência da aprendizagem’, a partir da qual o aprender é atravessado pelo corpo, conectado com outros corpos e com outras situações vividas, que se associam de formas difíceis de prever.
HERNÁNDEZ-HERNÁNDEZ, Fernando; ANGUITA, Marisol (org.). Uma pedagogia desobediente: tecendo a sala de aula e a vida escolar a partir de projetos de indagação. Porto Alegre: Artmed, 2025.
Práticas de culminância pedagógica, quando articuladas à dimensão dos afetos, caracterizam-se como