Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Leia o excerto a seguir.
O Ensino Religioso pode deixar sua condição de pré-ciência – conteúdos a serem definidos e dependência de sujeitos políticos – e ancorar-se no lastro da Ciência da Religião, na qual a religião constitui um objeto de estudo como qualquer outro, com metodologia e teoria definidas, em suma como ciência normal inserida no sistema legitimador da sociedade moderna: da pesquisa, das IES e do ensino.
PASSOS, João Décio. Epistemologia do Ensino Religioso: do Ensino à Ciência, da Ciência ao Ensino. REVER: Revista de Estudos da Religião, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 26–44, 2015, p. 43. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/rever/article/view/26182. Acesso em: 18 jan. 2026.
A passagem defende
Leia o texto a seguir.
Como apontei em outro lugar (Hernández-Hernández, 2018), pensar o aprender a partir dos afetos supõe focar a experiência de “sentir-se afetado”. A aprendizagem de verdade provoca deslocamentos e um choque (Spinoza) que se incorpora ao sujeito e ao que o afeta. Nesse sentido, o afeto não se refere apenas à emoção, mas também a um movimento corporal que afeta e que pode afetar o outro. Por isso, o aprender tem a ver com deslocamento e mudança de olhar, e se transforma em um evento e uma experiência significativa de muitas maneiras.
Esse tipo de aprendizagem está próximo da realidade que se vive cotidianamente na escola com os projetos de indagação, dos interesses que nos movem e dos desafios que enfrentamos todos os dias. É um processo que traz consigo a ‘consciência da aprendizagem’, a partir da qual o aprender é atravessado pelo corpo, conectado com outros corpos e com outras situações vividas, que se associam de formas difíceis de prever.
HERNÁNDEZ-HERNÁNDEZ, Fernando; ANGUITA, Marisol (org.). Uma pedagogia desobediente: tecendo a sala de aula e a vida escolar a partir de projetos de indagação. Porto Alegre: Artmed, 2025.
Práticas de culminância pedagógica, quando articuladas à dimensão dos afetos, caracterizam-se como
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
O ensino de Geografia no Brasil enfrenta diversos desafios, especialmente no que diz respeito à formação de professores. A formação inicial muitas vezes não prepara adequadamente os docentes para lidar com as complexidades do ensino de Geografia, que exige não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas e metodológicas. Além disso, a formação continuada é frequentemente negligenciada, deixando os professores sem o suporte necessário para atualizar seus conhecimentos e práticas pedagógicas.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfatiza a importância de desenvolver competências que permitam aos alunos compreender e analisar criticamente o espaço geográfico. No entanto, para que isso seja possível, é fundamental que os professores estejam bem-preparados e motivados.
Outro desafio significativo é a valorização do trabalho docente. Professores de Geografia muitas vezes enfrentam condições de trabalho precárias, com salários baixos e falta de reconhecimento profissional. Isso pode levar à desmotivação e ao desinteresse, impactando negativamente a qualidade do ensino.
Considerando os desafios mencionados no texto e as diretrizes da BNCC, quais medidas podem ser adotadas para melhorar o processo de ensino e aprendizagem de Geografia nos níveis fundamental e médio no Brasil?
Nos paradigmas atuais da educação, em que o estudante deixa de ser um mero receptor de conhecimento e passa a ser um ser ativo no processo de ensino-aprendizagem, as variadas abordagens englobam, muitas vezes, uma visão de mundo por parte do estudante que vai muito além dos limites colocados em uma determinada área do conhecimento ou disciplina escolar.
O texto fala sobre ensino
A presença das geotecnologias – como os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e o Sensoriamento Remoto – no dia a dia da escola tem como objetivo ir além das metodologias tradicionais, que se limitam a localizar fenômenos em mapas fixos. Ao trabalhar com imagens de satélite e ferramentas de mapeamento digital, o ensino de Geografia se torna mais dinâmico, abrindo espaço para analisar processos espaciais em diferentes escalas e momentos no tempo.
Considerando as contribuições pedagógicas das geotecnologias na educação básica, qual é o principal objetivo da utilização desses recursos no ensino de Geografia?
No tocante à epistemologia construtivista, percebe-se nitidamente uma mudança na forma como se estabelece a relação entre sujeito e objeto. As estruturas do conhecimento resultam de um processo de interação entre o mundo do sujeito e o mundo do objeto. Nesse sentido, não é o objeto que determina o sujeito nem o sujeito que determina o objeto, mas ambos interagem e determinam-se mutuamente.
SANTOS, L. P.; MENEZES, V. S.; COSTELLA, R. Z. Piaget Pedagogo? A criança, o espaço geográfico e a epistemologia do professor. Revista Itinerarius Reflectionis, v. 14, n. 2, 2018. Disponivel em: https://www.researchgate.net/publication/326279116_PIAGET_PEDAGOGO_A _crianca_o_espaco_geografico_e_a_epistemologia_do_professor. Acesso em: 20 jan. 2026. [Adaptado].
Considerando a Epistemologia Genética de Jean Piaget aplicada ao ensino de Geografia, como se caracteriza a construção do conhecimento pelo aluno?
A experiência pedagógica nos ensina que o ensino direto de conceitos sempre se mostra impossível e pedagogicamente estéril. O professor que envereda por esse caminho costuma não conseguir senão uma assimilação vazia de palavras, um verbalismo puro e simples que estimula e imita a existência dos respectivos conceitos na criança, mas, na prática, esconde o vazio.
CAVALCANTI, L. de S. Cotidiano, mediação pedagógica e formação de conceitos: uma contribuição de Vygotsky ao ensino de Geografia. Cadernos Cedes, v. 25, n. 66, 2005. Disponvel em: https://repositorio.bc.ufg.br/riserver/api/core/bitstreams/03c6ad6e-9810- 4748-92da-194e0d08a42f/content. Acesso em: 19 jan. 2026. [Adaptado].
No contexto do ensino de Geografia na educação básica fundamentado na teoria histórico-cultural, como se caracteriza o processo de formação de conceitos geográficos?
¿Cómo enseñar español a extranjeros?
Enseñar español a extranjeros es una tarea gratificante pero desafiante que requiere habilidades específicas y enfoques pedagógicos adaptados. En este artículo te mostraremos diversas estrategias y métodos para enseñar español a extranjeros: 1. Conocer el perfil de los estudiantes y establecer objetivos claros; 2. Desarrollar la comunicación oral y escrita, utilizando situaciones y contextos reales para que los estudiantes desarrollen sus habilidades lingüísticas, pragmáticas y sociales, de manera significativa y práctica; 3. Inmersión en el idioma, uso de recursos multimedia e incorporar la cultura hispana; 4. Práctica de la escritura, proporcionar retroalimentación constructiva y fomentar la interacción entre estudiantes y 5. Ser creativo y flexible, evaluar el progreso y fomentar la autonomía.
Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales – Universidad Isabel I. ¿Cómo enseñar español a extranjeros? Disponível em: https://www.ui1.es/blogui1/como-ensenar-espanol-extranjeros. Acesso em: 22 dez. 2025. [Adaptado].
Das cinco recomendações para o ensino da língua espanhola a estrangeiros, infere-se que na proposta apresentada predomina