Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3503820 Pedagogia
Considere o fragmento textual a seguir como base para a questão.

Pode ser definido como um processo socializador e sistemático que consiste na aquisição de características e capacidades específicas da profissão. Fundamenta-se na prática e na mobilização/atualização de conhecimentos especializados, além do aperfeiçoamento das capacidades necessárias à ação profissional (Imbernón, 2009).

Esse fragmento diz respeito à conceitualização de
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Q3503819 Pedagogia
O projeto político-pedagógico preza pela organização do trabalho pedagógico tanto da escola quanto da sala de aula, incluindo a relação desta com o contexto social imediato. Ou seja, ele visa à organização do trabalho pedagógico da escola na sua globalidade, definindo autonomia à instituição e responsabilidade de todos os segmentos que a constituem (Veiga, 2009). Essa afirmação indica que o projeto político-pedagógico, quando construído coletivamente
Alternativas
Q3503732 Pedagogia
No cenário contemporâneo, transformações nas práticas de leitura, escrita e comunicação no contexto digital se somam à diversidade de gêneros digitais e à ampliação dos espaços virtuais, exigindo do ensino de Língua Portuguesa uma reconfiguração curricular que contemple práticas multimodais e colaborativas. 

Considerando as implicações dessas mudanças, analise as afirmativas a seguir, sobre o conceito de letramento digital e seu impacto no ensino de Língua Portuguesa, e assinale a opção correta.
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Q3503731 Pedagogia
O TEXTO A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A QUESTÃO.


TEXTO 2


Recomendações para práticas pedagógicas inovadoras no ensino de Língua Portuguesa [...]


  Uma das principais recomendações é o incentivo à criação de ambientes de aprendizagem colaborativos que utilizem tecnologias digitais para promover a interação e a construção coletiva do conhecimento. Este enfoque colaborativo não apenas enriquece a experiência de aprendizagem mas também prepara os alunos para um mundo cada vez mais interconectado.

  Outra recomendação relevante é a utilização de recursos multimídia e plataformas digitais para diversificar os métodos de ensino e oferecer aos alunos diferentes formas de acesso ao conhecimento. A variedade de recursos disponíveis permite aos professores adaptar o conteúdo às diferentes preferências de aprendizagem dos alunos, tornando o ensino mais personalizado e eficaz. Além disso, é fundamental que os professores recebam formação continuada que os habilite a integrar novas tecnologias em suas práticas pedagógicas de forma crítica e reflexiva.

 Finalmente, é imprescindível que haja um esforço conjunto entre os sistemas de ensino, os educadores e a comunidade para garantir que todos os alunos tenham acesso equitativo às tecnologias educacionais. A questão da equidade no acesso é crítica para assegurar que as inovações pedagógicas beneficiem todos os alunos, independentemente de seu contexto socioeconômico.


[...]


MALTA, Daniela Paula de Lima Nunes et al. O papel do professor na era digital: integrando tecnologia ao ensino de Língua Portuguesa. IOSR Journal Of Humanities And Social Science (IOSR-JHSS), v. 29, 5. ed., 8 série, maio 2024, p. 37-45. e-ISSN: 2279-0837, p-ISSN: 2279-0845. Disponível em: https://www.iosrjournals.org/iosr-jhss/papers/Vol.29-Issue5/Ser-8/F2905083745.pdf. Acesso em: 19 mar. 2025. [Excerto adaptado] 
A partir das recomendações apresentadas no TEXTO 2, infere-se que
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Q3503724 Pedagogia
TEXTO 1


Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários

Por Gina Vieira Ponte


A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(os) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.

Entendendo que a concepção de Educação Integral deve orientar a organização do trabalho pedagógico em todas as etapas e modalidades e no ensino de todos os componentes curriculares, como incorporar às aulas de Língua Portuguesa os princípios, os pressupostos teóricos e as concepções da Educação Integral? Antes de tudo, é necessário destacar que a base histórica do ensino de Língua Portuguesa no Brasil apoia-se na ideia de transformar as diferenças em deficiências. Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).

A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).

A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].

Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto-padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Este é um imperativo ético de uma Educação Integral que estabelece um compromisso inegociável com a garantia das aprendizagens (Guedes, 1997; Soares, 2002).

Para garantir esse direito, as(os) profissionais da educação precisam ainda se compreender como intelectuais orgânicas(os) (Giroux, 1997), precisam ter a sua autoria e autonomia respeitadas, devem ter, como elemento norteador do seu fazer pedagógico, a premissa de que “a aula de Português não faz sentido se não for dada para leitoras(es). Só a(o) leitora(or) pode ser chamada(o) a ler melhor o que leu e a escrever melhor o que escreveu” (Guedes, 1997, p.7). O sentido de ler, aqui, precisa também ser reconfigurado, porque não se restringe à concepção de leitura muitas vezes cristalizada na escola, em que se espera que a(o) aluna(o) leia apenas para aceitar ou descobrir os sentidos já constituídos como tradicionais nos textos. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23).

Quanto à leitura, merece destaque também o trabalho com a literatura, a literatura brasileira como este “esforço histórico que construiu uma cultura de resistência ao colonialismo” (Guedes, 1997, p.11), a literatura como espaço de reflexão crítica sobre a realidade, sobre nós mesmos, a literatura como alimento para a imaginação. Em uma escola que se ocupa da Educação Integral, o trabalho com a literatura tem centralidade, porque ela é um dos elementos culturais mais importantes para a formação humana, ética, artística e para o desenvolvimento da capacidade de pensar de forma inteligente e profunda a realidade [...].

Na tarefa de construir a(o) leitora(or), nós, professoras e professores, precisamos estar atentas(os) também ao fato de que a curadoria que fazemos dos textos que trabalhamos em nossas aulas, no nosso compromisso de promover uma Educação Integral, não pode repercutir as exclusões históricas que deixaram fora do currículo oficial as produções de mulheres, de escritoras e escritores negras(os), indígenas, quilombolas, bem como das(os) escritoras(es) locais, aquelas(es) que escrevem sobre a realidade daquele território e daquela comunidade onde a escola está inserida [...].

Falar da interface entre ensino de Língua Portuguesa e Educação Integral é falar da promoção de uma educação genuinamente transformadora. Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo, a forma como a escola ensina essa língua será decisiva, não só quanto a garantir ou não o direito de a(o) estudante aprender, mas ela será decisiva na maneira como essa(esse) estudante construirá relações consigo, com a sua comunidade e com o seu país [...].


PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
A escolha do título Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários antecipa a articulação entre duas dimensões formativas: a formação integral do sujeito e o trabalho com a língua/linguagem. No desenvolvimento do TEXTO 1, essa proposta se realiza por meio da
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Q3503719 Pedagogia
TEXTO 1


Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários

Por Gina Vieira Ponte


A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(os) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.

Entendendo que a concepção de Educação Integral deve orientar a organização do trabalho pedagógico em todas as etapas e modalidades e no ensino de todos os componentes curriculares, como incorporar às aulas de Língua Portuguesa os princípios, os pressupostos teóricos e as concepções da Educação Integral? Antes de tudo, é necessário destacar que a base histórica do ensino de Língua Portuguesa no Brasil apoia-se na ideia de transformar as diferenças em deficiências. Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).

A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).

A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].

Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto-padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Este é um imperativo ético de uma Educação Integral que estabelece um compromisso inegociável com a garantia das aprendizagens (Guedes, 1997; Soares, 2002).

Para garantir esse direito, as(os) profissionais da educação precisam ainda se compreender como intelectuais orgânicas(os) (Giroux, 1997), precisam ter a sua autoria e autonomia respeitadas, devem ter, como elemento norteador do seu fazer pedagógico, a premissa de que “a aula de Português não faz sentido se não for dada para leitoras(es). Só a(o) leitora(or) pode ser chamada(o) a ler melhor o que leu e a escrever melhor o que escreveu” (Guedes, 1997, p.7). O sentido de ler, aqui, precisa também ser reconfigurado, porque não se restringe à concepção de leitura muitas vezes cristalizada na escola, em que se espera que a(o) aluna(o) leia apenas para aceitar ou descobrir os sentidos já constituídos como tradicionais nos textos. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23).

Quanto à leitura, merece destaque também o trabalho com a literatura, a literatura brasileira como este “esforço histórico que construiu uma cultura de resistência ao colonialismo” (Guedes, 1997, p.11), a literatura como espaço de reflexão crítica sobre a realidade, sobre nós mesmos, a literatura como alimento para a imaginação. Em uma escola que se ocupa da Educação Integral, o trabalho com a literatura tem centralidade, porque ela é um dos elementos culturais mais importantes para a formação humana, ética, artística e para o desenvolvimento da capacidade de pensar de forma inteligente e profunda a realidade [...].

Na tarefa de construir a(o) leitora(or), nós, professoras e professores, precisamos estar atentas(os) também ao fato de que a curadoria que fazemos dos textos que trabalhamos em nossas aulas, no nosso compromisso de promover uma Educação Integral, não pode repercutir as exclusões históricas que deixaram fora do currículo oficial as produções de mulheres, de escritoras e escritores negras(os), indígenas, quilombolas, bem como das(os) escritoras(es) locais, aquelas(es) que escrevem sobre a realidade daquele território e daquela comunidade onde a escola está inserida [...].

Falar da interface entre ensino de Língua Portuguesa e Educação Integral é falar da promoção de uma educação genuinamente transformadora. Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo, a forma como a escola ensina essa língua será decisiva, não só quanto a garantir ou não o direito de a(o) estudante aprender, mas ela será decisiva na maneira como essa(esse) estudante construirá relações consigo, com a sua comunidade e com o seu país [...].


PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
Considere o excerto a seguir:

[...] significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, [...].

A partir desse excerto, depreende-se que o ensino de Língua Portuguesa pode 
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Q3503388 Pedagogia
Em relação ao Ensino de História, há muito instaurou-se um debate permanente sobre a necessidade de superação dos ditos métodos tradicionais, em favor de abordagens mais inovadoras. Em última instância, essa superação depende, primordialmente,
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Q3503377 Pedagogia
Leia o excerto a seguir.

“A complexidade do livro didático fornece condições para entender o debate e as críticas de que ele tem sido alvo, tanto no interior da escola, entre educadores, alunos e pais de alunos, como nas discussões acaloradas ocorridas nos encontros ou resultantes de artigos de jornais e revistas, envolvendo autores, editores, autoridades políticas e intelectuais de diversas procedências. O processo de avaliação da produção didática promovido pelo MEC nos últimos anos exemplifica o alcance das polêmicas e do papel que a literatura escolar desempenha na vida cultural e social brasileira, sem omitir sua importância econômica para um vasto setor ligado à produção de livros no País.”

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004 (Coleção docência em formação). P.302.

Ao analisar os livros didáticos e as questões em torno do seu uso, a autora considera que eles 
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Q3503376 Pedagogia
O estudo do meio é uma estratégia didática considerada inovadora no Ensino de História. Assim sendo, ele configura-se como 
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Q3503375 Pedagogia
Considere o excerto a seguir.

“A concepção ingênua do processo de educação de adultos deriva do que se pode chamar uma ‘visão regressiva’ (...) procura aplicar-lhe os mesmos métodos de ensino e até utiliza as mesmas cartilhas que servem para a infância. (...) O adulto é considerado, assim, um ‘atrasado’.”

PINTO, Álvaro Vieira. Sete lições sobre Educação de Adultos. 8 ed. São Paulo: Cortez. P. 87. 1993.

A afirmação refere-se à Educação de Jovens e Adultos (EJA), mais precisamente às práticas educacionais para essa modalidade de ensino. A concepção de jovens e adultos que se opõe à apresentada no excerto propõe que
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Q3503374 Pedagogia
Leia o excerto a seguir.

“A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 216, ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial.”

BRASIL, 2025. IPHAN. Patrimônio Cultural. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/218/ Acesso em: 10 mai. 2025

Considere que esse excerto foi usado por um professor que planejou uma aula a ser realizada em um museu, como etapa de preparação de seus/suas alunos(as) para a visita ao museu. Ao fazer uso desse material, o docente teve como objetivo fazer com que os(as) alunos(as) compreendessem que
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Q3502693 Pedagogia
Regarding language teaching, Krashen (1987) formulates his second language (L2) acquisition-learning theory, composed of some hypotheses. Select the alternative that correctly presents these hypotheses. 
Alternativas
Q3502689 Pedagogia
Interdisciplinarity in foreign language teaching occurs through the following approach:
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Q3502688 Pedagogia
Foreign language teaching can be contextualized through situations that involve transversal themes. Thus, select the alternative that presents a correct way to employ transversal themes in foreign language teaching. 
Alternativas
Q3502687 Pedagogia
When considering the differences between traditional and critical approaches to foreign language teaching, it is possible to establish a set of distinctions that contribute to the development of language teaching relationships in contemporary times. Thus, select the alternative that presents a characteristic of critical approaches.
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Q3502683 Pedagogia
The approach that proposes that teachers adapt methodologies to the specific needs of their students and contexts, reducing the gap between theory and practice, is known as
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Q3502678 Pedagogia
The teaching of the English language as a social practice follows a theoretical-methodological orientation towards
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Q3502653 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988, ao afirmar a educação como direito de todos e dever do Estado e da família, estabelece fundamentos que superam a lógica tecnocrática da instrução e reconhecem o papel humanizador da prática educativa. As concepções filosóficas que orientam a educação escolar brasileira contemporânea não são neutras: expressam visões de mundo e projetos societários, refletindo tanto tradições iluministas quanto críticas sociais e históricas. A pedagogia, nesse contexto, torna-se uma mediação entre o ideal de formação e as condições concretas da realidade social, exigindo coerência entre fins educativos e valores republicanos. Desse modo, podemos considerar que
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Q3499202 Pedagogia
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com os princípios da educação para as relações étnico-raciais previstas pela Lei nº 10.639/2003:
Alternativas
Q3499201 Pedagogia
No Ensino Religioso, a cidadania não se limita à participação política, mas envolve atitudes éticas baseadas em valores como o respeito, a compaixão e a solidariedade. Considerando essa visão, qual das atitudes abaixo mais representa a vivência da cidadania segundo os princípios do Ensino Religioso?
Alternativas
Respostas
14481: D
14482: B
14483: B
14484: C
14485: D
14486: A
14487: D
14488: B
14489: A
14490: C
14491: A
14492: D
14493: C
14494: B
14495: D
14496: B
14497: E
14498: C
14499: C
14500: D