Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Platão (427-347 a.C.), por exemplo, firmou posição a favor das ideias congênitas, defendendo a tese de que a alma precede o corpo e que, antes de encarnar, tem acesso ao conhecimento. Ele afirmou que conhecer é relembrar, pois a pessoa já domina determinados conceitos desde que nasce.
Essa perspectiva sustenta que as pessoas naturalmente carregam certas aptidões, habilidades, conceitos, conhecimentos e qualidades em sua bagagem hereditária. Tal concepção motivou um tipo de ensino que ficou conhecido como:
O professor é quem precisa compreender o caminho de aprendizagem que o aluno está percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimento que já conquistou para outro mais evoluído.” (Telma Weisz, in: O Diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem)
Ou seja, para a autora, o processo de ensino:
Antecipando concepções do movimento da Escola Nova, que só surgiria na virada do século 19 para o 20, Pestalozzi afirmava que a função principal do ensino é levar as crianças a desenvolver suas habilidades naturais e inatas.
Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, o pensador suíço não concordava totalmente com a prevalência da razão humana. Para ele, só o amor tinha força salvadora, capaz de levar o homem à plena realização moral. Havia uma forte corrente, na época, que acreditava que a função do ensino era preencher os alunos com informação.
A criança, na visão de Pestalozzi, se desenvolve:
Essas iniciativas ficaram restritas a poucas unidades. Assim, em 2007, o MEC custeou o aumento da carga horária em 49 mil escolas, criando o Programa:
Text 2
Here are four passages from an article on awareness of English as a lingua franca (ELF):
1) “Few will deny that research in the area of English as a lingua franca (ELF) has significantly contributed to our understanding of many different facets of communication involving non-native speakers of English. Such studies have added valuable insights to the growing research in the domain of critical applied linguistics and critical pedagogy and have prompted many scholars to problematize all aspects of English language teaching, learning, testing, curriculum designing, etc.”
2) “It is important at this stage to distinguish between the critical and the transformative perspective in ESOL teacher education. While they both share the element of reflection, they are different in a crucial way, although the former has often been seen as an umbrella term that subsumes the latter.”
3) “Critical pedagogy is invaluable in our attempt to understand the complex processes of the global spread of English and the intricate ways in which it continues to be localized and relocalized (Pennycook, 2010). It has the tools to help teachers appreciate the complications of context and the various underlying and often hidden discourses, from learner identity construction in the ESOL classroom (Norton and Toohey, 2011) to language testing (Shohamy, 2004) to the politics of pedagogy in the ‘classroom as a microcosm of the larger social and cultural world’” (Pennycook, 2001: 138).
4) “The value of an ELF-aware transformative perspective to ESOL teacher education lies in its power to help teachers define ELF for themselves and for their teaching contexts. In this way, teachers are involved in the co-construction of ELF and, in particular, in the development of one or more pedagogical frameworks for ELF. To achieve this, teachers have to have an informed awareness of the ELF construct, a critical awareness of their own deeper convictions about essential aspects of language, communication, and language teaching/learning, and the capability to bring about sustainable change in their teaching.”
From Sifakis, N. C. (2014). "ELF awareness as an opportunity for change: a transformative perspective for ESOL teacher education". Journal of English as a Lingua Franca, 3/2: 317-335.
Para o Prof. Luckesi, “a maioria das escolas promove exames, que não são uma prática de avaliação. O ato de examinar é classificatório e seletivo. A avaliação, ao contrário, diagnóstica e inclusiva. Hoje aplicamos instrumentos de qualidade duvidosa: corrigimos provas e contamos os pontos para concluir se o aluno será aprovado ou reprovado. O processo foi concebido para que alguns estudantes sejam incluídos e outros, excluídos. Do ponto de vista político-pedagógico, é uma tradição antidemocrática e autoritária.”
Esta afirmação crítica encontra apoio, uma vez que os exames tradicionais são centrados:
Um dos caminhos que trazem melhores resultados para fazer a relação entre as disciplinas é se basear em uma situação real. Os transportes ou as condições sanitárias do bairro, por exemplo, são temas que rendem desdobramentos em várias áreas do conhecimento.
A abordagem interdisciplinar permite que conteúdos que seriam apresentados de forma convencional, seguindo o livro didático, sejam ensinados e aplicados na prática - o que dá sentido ao estudo.
Para que esse tipo de trabalho pedagógico tenha frutos, é preciso:
( ) Participação em diversos jogos e lutas, respeitando as regras e não discriminando os colegas.
( ) Discussão das regras dos jogos.
( ) Criação e participação de brincadeiras cantadas.
( ) Participação em atividades rítmicas e expressivas.
( ) Desenvolvimento de capacidades físicas dentro de lutas, jogos e danças, percebendo limites e possibilidades.
A sequência adequada é, respectivamente:
I. Dados estatísticos sobre a população escolar, reprovações e situação socioeconômica dos pais são itens que podem ser avaliados.
II. Tempo de trabalho, idade, currículo profissional e reprovações são itens relacionados à composição do corpo docente.
III. Rendimento escolar por classe é um item que pode ser avaliado.
IV. Elaboração e desenvolvimento do projeto pedagógico curricular é um item que não é possível avaliar, mas a execução do projeto sim.
V. É possível avaliar também as estratégias de relacionamento com os pais e com a comunidade e as formas de comunicação e de atendimento.
( ) Dossiê da instituição de ensino (Público ou Privado: cópia do processo encaminhado ao CEC para credenciamento da instituição, aprovação, autorização e/ ou reconhecimento de cursos).
( ) Livro de Frequência (Registro da frequência diária dos professores, técnicos e funcionários/empregados da escola).
( ) Livro de Ata dos Resultados Finais (Registro do acesso de todos os alunos que estão ou que passaram pela escola).
( ) Livro de Registro de Matrícula (Registro dos resultados finais por aluno: rendimento escolar, frequência, notas ou menções durante o ano letivo e Atas Especiais, quando necessárias).
( ) Dossiê do prédio da escola (Pública: documento legal da criação da instituição, Parecer do CEC legalizando a escola. Atos do CEC).
( ) A Ata Descritiva registra, de forma exata e metódica, as ocorrências e decisões tomadas nas assembleias, reuniões ou sessões realizadas por comissões, conselhos, congregações, corporações ou outras entidades semelhantes.
( ) Declaração é um documento que atesta se o aluno está apto ou não a desempenhar determinadas atividades de educação física.
( ) Contrato de prestação de serviços educacionais é o documento que concretiza a relação entre o responsável pelo aluno e a escola privada.
( ) Documento permanente é aquele que será arquivado por um período e poderá ser incinerado após 5 anos.
( ) Expede-se certificado para os alunos concludentes do ensino fundamental e médio nas modalidades regular ou educação de jovens e adultos e de curso profissional de formação inicial e, ainda, para a conclusão de módulos de cursos profissionais de nível técnico.