Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Enquanto ao Supervisor cabe articular as ações no nível intraescolar, convergindo para intenções comuns da escola, ao diretor cabe a articulação mais ampla da unidade com os propósitos políticos da educação (1ª parte). Na medida em que a supervisão se coloca a serviço de um projeto da escola, assume um compromisso conjunto com a Unidade Escolar, contribuindo para que ele seja fruto de reflexão e ação coletiva (2ª parte). Para cumprir o caráter pedagógico de sua função, o Supervisor necessita de um vasto conhecimento da Administração Escolar, no sentido de dominar critérios de organização da instituição escolar, para garantir seu bom funcionamento pedagógico (3ª parte).
A sentença está:
(1) Política. (2) Planejamento. (3) Gestão. (4) Avaliação.
( ) Coordenação da interpretação/implementação e da “coleta” de subsídios para o desenvolvimento de novas políticas mais comprometidas com as realidades educacionais. ( ) Coordenação, construção e elaboração coletiva do projeto acadêmico/educacional, implementação coletiva, coordenação da “vigilância” sobre seu desenvolvimento e necessárias reconstruções. ( ) Coordenação, propriamente dita, de todo o desenvolvimento das políticas, do planejamento e da avaliação - projeto acadêmico/educacional, construído e desenvolvido coletivamente. ( ) Análise e julgamento das práticas educacionais em desenvolvimento, com base em uma construção coletiva de padrões que se alicercem em três princípios/posturas intimamente relacionados: a avaliação democrática, a crítica institucional e a criação coletiva e a investigação participante e contínua.
Uma postura importante para o trabalho de um Supervisor Educacional é estar sempre “desarmado” ao tomar conhecimento de problemas. É preciso analisar sempre com muito cuidado os fatos, com a maior neutralidade possível, sem tirar conclusões precipitadas. É necessário escutar a todos, estudar a situação e, a partir daí, encontrar caminhos através do diálogo (1ª parte). Um Supervisor Educacional só pode edificar o seu trabalho se ele respeitar profundamente o seu colega. Acreditar que o outro sempre é capaz e que, se muitas vezes o trabalho deste não está bom, é por razões diversas; aí cabe ao Supervisor tentar descobrir estas razões, para poder auxiliá-lo (2ª parte). Um bom Supervisor busca sempre dizer a verdade, por mais dura que seja, mas sempre com muito cuidado para não agredir ou magoar seus colegas (3ª parte).
A sentença está:
Ainda é possível verificar, no ambiente escolar, um espaço onde a cooperação entre professor e supervisor não se dá na forma como deveria. O professor vive na sua individualidade, fazendo de sua prática uma ação isolada. Positivamente, este pode obter um feedback, por meio das avaliações que realiza; no entanto, pode ser pouco confiável, pois, afinal, a avaliação escolar pode representar um mecanismo que mede apenas uma porção limitada do desempenho da criança (1ª parte). É importante não fortalecer a ação do educador, para que este possa agir com pouca flexibilidade, buscando sempre o auxílio do supervisor escolar, fazendo com que, assim, trabalhem juntos (2ª parte). É preciso fazer com que os educadores confiem mais na sua capacidade e aprendam a viver em grupo, valorizando as ideias como um todo e não partindo do individualismo (3ª parte).
A sentença está:
I. A conexão entre a formação inicial e a permanente dos professores é imprescindível. II. Alguns professores desestruturam-se ao receber um aluno diferente em sua aula, que não realiza as tarefas de forma igualitária aos colegas. III. O despreparo dos profissionais para receber os alunos, assinalados historicamente pelas diferenças na escola dita para todos, é um dos empecilhos para a efetivação da Educação Inclusiva.
Está(ão) CORRETO(S):
Quando a transferência ocorrer após conclusão do ano letivo, a escola de origem expedirá o histórico escolar, devidamente preenchido com as especificações cabíveis e, quando for o caso, acompanhado do certificado de conclusão do curso (1ª parte). A transferência voluntária poderá ocorrer em qualquer época do ano letivo, desde que solicitada pelo responsável ou pelo próprio aluno maior de idade (2ª parte). Quando a transferência ocorrer por falta disciplinar leve, essa penalidade deverá estar prevista no Regimento Escolar. Em algumas hipóteses, o aluno poderá ser transferido compulsoriamente, durante o período de avaliação (3ª parte).
A sentença está:
A origem de toda aprendizagem está nos esquemas de ação desdobrados mediante o corpo. A investigação neurológica é necessária para conhecer a adequação do instrumento às demandas da aprendizagem (1ª parte). É necessário estabelecer se o sujeito se alimenta corretamente, em quantidade e qualidade, pois o déficit alimentar crônico produz uma distrofia generalizada que abrange sensivelmente a capacidade de aprender (2ª parte). Quando o organismo apresenta uma boa equilibração, o sujeito defende o exercício cognitivo, mas sempre encontra outros caminhos que afetam seu desenvolvimento intelectual (3ª parte).
A sentença está:
A queixa é apenas uma frase falada no primeiro contato; ela não precisa ser escutada ao longo de diferentes sessões diagnósticas (1ª parte). Não há diferença entre a dificuldade de aprendizagem escolar e a dificuldade de produção escolar (2ª parte). As múltiplas formulações feitas pelos pais, pela escola e pelo próprio paciente em sua autovisão, precisam ser analisadas nos seus diferentes significados (3ª parte).
A sentença está:
I. Conhecer as relações vinculares familiares sob a ótica do sujeito, e como este se coloca tanto geograficamente quanto afetivamente no contexto projetado. II. Analisar o desenho e a escrita apenas do ponto de vista psicológico, bem como o tipo de erro gráfico cometido. III. Levantar o tipo de vínculo que permeia o processo de aprendizagem de vida, transferindo-o para as situações de aprendizagem escolar.
Está(ão) CORRETO(S):
Padrões de qualidade não são específicos e negociáveis, mas historicamente intrínsecos, fixos e predeterminados, visando a garantia dos direitos e o bem-estar das crianças (1ª parte). A definição de uma proposta pedagógica para a creche ou a pré-escola deve considerar a atividade educativa como ação intencional orientada para a ampliação do universo cultural das crianças, de modo que lhes sejam dadas condições para compreender os fatos e os eventos da realidade, habilitando-as a agir, sobre a realidade, de modo transformador (2ª parte). A ação educativa da creche e da pré-escola deve interpretar os interesses imediatos das crianças, e não os saberes já construídos por elas, sempre buscando ampliar o ambiente simbólico a que estão sujeitas (3ª parte).
A sentença está:
A figura-girino não é por muito tempo uma representação satisfatória do corpo. Depois de ter evocado a organização da personagem com cabeça e corpo, é preciso explicitar os procedimentos e os avatares dessas transformações (1ª parte). A prioridade na construção do esquema corporal é a verticalização da figura humana, representada pelo girino (2ª parte). Mesmo que o corpo propriamente dito não esteja formado, certa bipolarização já constitui a verticalização, como a inserção direta de braços nas pernas do girino (3ª parte).
A sentença está:
Os Parâmetros Curriculares Nacionais estão baseados em pilares apontados no Relatório Delors. É importante entender que, em educação, dois desses pilares, sendo eles ____________________, já têm uma história construída e estruturada de como desenvolver métodos e técnicas de ensino, fundamentar processos de conhecimento e explicar o mundo. Porém, os pilares _______________ são dimensões que, aos poucos, vão sendo introduzidas com qualidade na escola.
I. Utilizar estratégias metodológicas diversificadas, com base em alguns princípios pedagógicos essenciais, que permitam ajustar a ajuda pedagógica às diferentes necessidades, aos estilos de aprendizagem e aos processos de construção de cada aluno. II. Utilizar estratégias de aprendizagem autoritária. III. Abrir a possibilidade de que os alunos escolham entre diferentes atividades.
Está(ão) CORRETO(S):
I- Trabalhar com o tema dinheiro é complexo, os alunos não entendem centavos e reais e não consegue fazer as conversões, melhor ensinar somente cálculos que envolvem números positivos e negativos com vírgulas. II- É possível trabalhar o assunto dinheiro, mas, levar os alunos em atividades práticas (supermercados, feiras e lojas) é difícil, pois os mesmos se dispersam e não conseguem compreender e assimilar as orientações e explicações transmitidas pelo professor. III- É importante trabalhar com o assunto que envolve dinheiro, pagamento, troco, problemas práticos sobre compra e venda e outras estratégias; visando permitir que o aluno estabeleça relações com situações que vivencia diariamente quando vão a lojas, mercados ou estabelecimentos e realiza pequenas operações. As situações do cotidiano e os conteúdos de sala de aula são ótimos momentos de reflexão e aprendizado e o professor deve utilizar-se destas situações para aprofundar as relações que a criança estabelece. IV- Para aprender a utilizar dinheiro o aluno deve obrigatoriamente dominar todas as possibilidades de cálculo, realizando extensas listas de exercícios. Assim, somente após o professor ensinar sistematicamente por bastante tempo a forma correta de calcular é possível realizar brincadeiras como mercadinho ou lojinha em sala de aula.
Assinale a alternativa que apresenta todas as respostas INCORRETAS: