Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I. A observação institucional constitui importante estratégia para compreensão da dinâmica escolar.
II. A atuação do psicólogo escolar deve concentrar-se exclusivamente nos estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem.
III. O trabalho interdisciplinar favorece intervenções mais abrangentes no contexto educacional.
IV. O Projeto Político-Pedagógico pode subsidiar o planejamento das ações desenvolvidas pelo psicólogo escolar.
Assinale a alternativa correta.
I. A consciência fonológica reúne habilidades distintas, relacionadas a palavras, sílabas, rimas e fonemas.
II. A segmentação fonêmica plenamente desenvolvida deve anteceder o contato sistemático com a escrita alfabética.
III. A apropriação do sistema de escrita e o desenvolvimento de habilidades fonológicas influenciam-se reciprocamente.
IV. O bom desempenho em atividades de rima comprova que a criança compreendeu como a escrita alfabética representa a fala.
Assinale a alternativa correta.
● BNC para “boneca”.
● CVL para “cavalo”.
● PRLT para “pirulito”.
● SOL para “sol”, explicando que uma palavra não poderia ser escrita com uma única letra.
Com base na Psicogênese da Língua Escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, esses registros indicam:
I. Alfabetização e letramento possuem especificidades conceituais e metodológicas.
II. A alfabetização relaciona-se à apropriação do sistema convencional de escrita, enquanto o letramento envolve os usos sociais da leitura e da escrita.
III. A inserção em práticas sociais de escrita torna dispensável o ensino sistemático do sistema alfabético e ortográfico.
IV. A articulação entre alfabetização e letramento exige preservar as características próprias de cada processo.
Assinale a alternativa correta.
Sobre o texto acima em relação ao uso de livros didáticos, é correto afirmar em relação ao comentário da personagem que:
Discussão – o que é isso?
A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização.
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.
(COSTA, Teobaldo, inédito)
Entendendo-se a Linguagem como instrumento de interação social num contexto civilizado, deve-se incutir tal processo no âmbito de ensino-aprendizagem de forma ampla. Assim, diante do que fora exposto no texto IV enquanto mensagem, compreende-se que o ato de “discutir”
O universo da comunicação vem se ampliando com maior dinamismo, nos últimos anos, para atender à demanda de seus usuários, nas mais diferentes situações de interatividade. Nele estamos inseridos, exercitando nossa linguagem oral e escrita, até mesmo na área digital. Por isso, necessitamos sempre assimilar novos conhecimentos e expressá-los com objetividade e competência.
A construção do pensamento — e sua exposição de forma clara e persuasiva — constitui um dos objetivos mais perseguidos por todo aquele que almeja sucesso na vida profissional e, muitas vezes, pessoal. É evidente que a interlocução comunicativa permite o entendimento, proporciona o intercâmbio de ideias e nos faz refletir e argumentar com maior propriedade em defesa de nossos direitos e deveres como cidadãos.
L. L. Sarmentto. Oficina de redação. 5.ª ed. São Paulo: Moderna, 2016, p. 3 (com adaptações).
Sobre o uso das tecnologias digitais na área educacional, é correto afirmar que estas
I. O professor organiza a exposição dos conhecimentos sistematizados, propõe exercícios de fixação e verifica a assimilação dos conteúdos apresentados.
II. As atividades partem de situações-problema, experiências e investigações, cabendo ao professor organizar condições que favoreçam a ação do estudante.
III. A prática prioriza relações interpessoais, autoconhecimento e desenvolvimento das atitudes, com o professor atuando como facilitador do processo.
IV. O ensino é estruturado por objetivos operacionais, procedimentos previamente programados e controle dos resultados observáveis da aprendizagem.
De acordo com a classificação de José Carlos Libâneo, assinale a alternativa que relaciona corretamente as práticas às tendências pedagógicas liberais.