Questões de Concurso
Sobre tecnologias educacionais em pedagogia
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No que concerne às práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais na educação básica, analise os excertos abaixo:
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
No que concerne às práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais na educação básica, analise os excertos abaixo:
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
No que concerne às práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais na educação básica, analise os excertos abaixo:
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
[...]
Desde o final da década de 1990, o sistema educacional brasileiro vem sofrendo forte pressão e ingerência do sistema produtivo, das empresas nacionais e transnacionais, aprovando suas pautas nas diretrizes e nos marcos legais, tais como o ocorrido com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as Diretrizes de Formação de Professores, elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), e também na proposição e na implementação de programas e projetos com forte influência dos chamados “reformadores empresariais da educação” (Freitas, 2018). Para Luiz Carlos de Freitas (2020), esses são grupos ligados ao grande capital nacional e internacional, detentores das maiores riquezas do Brasil, que instituem suas fundações ou movimentos e passam a atuar de forma muito intensa nas definições das políticas educacionais. O mais recente programa proposto nessa perspectiva é o Programa de Inovação Educação Conectada (Brasil. MEC, [2021]), instituído em 23 de novembro de 2017, com os objetivos de “apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica” (Brasil. Decreto no 9.204, 2017), objetivos que já estavam presentes nos programas anteriores, como o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), de 1997, reformulado em 2007, e o Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE), de 2008. O Programa de Inovação Educação Conectada, que deveria estar sob a responsabilidade dos poderes públicos, nas três esferas da administração do Estado nacional, ou diretamente das escolas, é praticamente elaborado e executado por uma instituição de fora do sistema, a Sincroniza Educação (2021), uma parceria entre a Fundação Lemann e os diversos outros grupos empresariais por meio de suas fundações ou associações.
Aqui, passamos a identificar uma prática que vem sendo adotada desde os governos anteriores, que é a de não implementar políticas públicas universais – como foi a já referida implantação da internet no Brasil –, e, sim, elaborar projetos que precisam contar com a adesão dos setores interessados. Foi esse o modelo do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni) e assim também é com o Programa de Inovação Educação Conectada e com o mais recente Reuni Digital: Plano de Expansão da EaD nas instituições de ensino superior (IES) públicas federais, cuja versão preliminar foi divulgada em maio de 2021 (Brasil. MCTI, CGEE, 2021). No caso do Programa de Inovação Educação Conectada, as escolas que aderirem e forem contempladas recebem uma verba, incorporada ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para adquirir, segundo o Artigo 4o, inciso II:
a) contratação de serviço de acesso à internet;
b) implantação de infraestrutura para distribuição do sinal da internet nas escolas;
c) aquisição ou contratação de dispositivos eletrônicos; e
d) aquisição de recursos educacionais digitais ou suas licenças (Brasil. Decreto no 9.204, 2017).
[...]
Fonte: PRETTO, Nelson de Luca; BONILLA, Maria Helena Silveira. Tecnologias e educações: um caminho em aberto. Em Aberto, v. 35, n. 113, 2022. Disponível em: https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/5085. Acesso em: 02 abr. 2026.
[...]
Portanto, como mencionamos, desde aquela época, anos 1990, insistíamos sobre as limitações da concepção instrumental que vinha presidindo os programas e os projetos de introdução das tecnologias na educação, por considerar as tecnologias digitais como (meros) recursos didático-pedagógicos, colocando-as como simples evolução dos retroprojetores ou dos livros didáticos. Lideramos essa crítica (Pretto, 2013), pois entendíamos (e continuamos entendendo) que essa redução esvaziava as tecnologias digitais de suas características fundamentais, transformando-as em animadoras da velha educação, o que perdurava apenas enquanto o dispositivo era novidade. Mantinham-se, assim, os velhos modelos educacionais, só que agora reforçados com os novos e avançados recursos tecnológicos (Pretto, 2002, p. 124). Nossa perspectiva defende a inserção das tecnologias nos processos educacionais como fundamento, como elementos carregados de conteúdos e como representantes de uma nova forma de pensar e sentir, a qual começa a ser gestada quando a humanidade se desloca de uma razão operativa para uma nova razão, baseada na globalidade e na integridade (Pretto, 2013). Ou seja, ao extrapolar a dimensão utilitarista de uso das tecnologias, pode-se incorporá-las como elementos estruturantes de novos territórios educativos, com [...] novas formas de ordenação da experiência humana, com múltiplos reflexos na área cognitiva e nas ações práticas, ao possibilitar novas formas de comunicação e produção de conhecimento, gerando com isso transformações na consciência individual, na percepção de mundo, nos valores e nas formas de atuação social. (Bonilla, 2002, p. 246).
Dessa forma, a escola aproxima-se da cultura digital, que se alastra com a chegada da internet, na década de 1990, desencadeando um movimento social e cultural de interação em rede e, com isso, as possibilidades de uso das tecnologias começam a se diversificar, abrindo novas formas de fazer, aprender, interagir, ser e estar em sociedade. Também na educação, novas frentes de pesquisa, análise e práticas se delineiam, aproximando-se da perspectiva estruturante que sempre defendemos.
[...]
Fonte: PRETTO, Nelson de Luca; BONILLA, Maria Helena Silveira. Tecnologias e educações: um caminho em aberto. Em Aberto, v. 35, n. 113, 2022. Disponível em: https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/5085. Acesso em: 02 abr. 2026.
Pretto e Bonilla (2022) apontam em seu artigo que o grupo de pesquisa do qual participam vem encampando algumas defesas ao longo dos anos sobre o uso das tecnologias nas escolas. Assinale a afirmativa que não registra uma dessas defesas.
Nesse sentido, é correto afirmar que o uso pedagógico das TDIC:
Considerando as adaptações e as diferentes dimensões da acessibilidade educacional, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de barreiras educacionais às intervenções pedagógicas utilizadas para superá-las.
Coluna 1
1. Barreiras comunicacionais e de acesso à informação.
2. Barreiras arquitetônicas e de mobilidade.
3. Barreiras relacionadas à organização executiva e à gestão das rotinas escolares.
4. Barreiras cognitivas relacionadas à compreensão e à sistematização da leitura.
Coluna 2
( ) Utilização de tecnologias assistivas com base em leitura automatizada de textos, descrição verbal de imagens e reorganização das estratégias didáticas em conteúdos predominantemente visuais.
( ) Adoção de estratégias voltadas à organização de materiais, ao planejamento das tarefas acadêmicas e à estruturação de rotinas de estudo.
( ) Emprego de recursos materiais que auxiliam o uso do teclado e adaptações relacionadas à circulação no espaço escolar, incluindo a priorização de ambientes localizados em pavimentos acessíveis.
( ) Uso de estratégias de apoio à compreensão textual e à organização conceitual das ideias, incluindo sínteses de conteúdo, marcações estratégicas no texto e esquemas visuais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: