Questões de Concurso
Sobre tecnologias educacionais em pedagogia
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No livro “Fases das tecnologias digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento", publicado em 2014, os autores Borba, Silva e Gadanidis propõem quatro fases como forma de sistematizar e discutir o uso das tecnologias no ensino e aprendizagem da matemática, no Brasil. De maneira resumida, as fases foram assim caracterizadas:
Fase 1 (década de 1980): uso de instrumentos e dispositivos para calcular e para processar dados; surgimento de software educacional simples; influência do construcionismo (Seymour Papert).
Fase 2 (início da década de 1990): popularização dos computadores pessoais; muitos softwares educacionais produzidos; destaque para múltiplas representações (funções, geometria dinâmica).
Fase 3 (a partir de 1999): chegada da in
Fase 4 (a partir de 2004): consolidação das tecnologias digitais contemporâneas; internet mais rápida; uso de tecnologias móveis e portáteis; surgimento de novos ambientes digitais; relação entre mídias e aprendizagem.
Considerando o uso de tecnologias para ensino da matemática, no Brasil, são exemplos representativos da Fase 1
Fonte: Elaborado com IA.
Considerando a leitura da charge, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o debate sobre tecnologias digitais na educação, analise as afirmativas a seguir.
I. Na situação A, a presença do projetor como recurso didático já caracteriza uma prática pedagógica inovadora, pois a incorporação de tecnologias digitais ao ambiente escolar rompe, por si mesma, com a lógica transmissiva de ensino.
II. Em consonância com a BNCC, o uso pedagógico das tecnologias digitais deve favorecer a autoria, a colaboração, a investigação, a criatividade e o protagonismo dos estudantes, articulando o acesso à informação à produção crítica de conhecimentos.
III. Na BNCC, a cultura digital orienta a integração das tecnologias ao currículo sobretudo como estratégia de acesso, organização e comunicação de informações, cabendo à escola priorizar o uso eficiente dos recursos digitais pelos estudantes.
IV. A abordagem apresentada na Situação B aproxima-se da perspectiva de cultura digital defendida pela BNCC, pois propõe que os estudantes utilizem tecnologias para investigar problemas reais, produzir soluções e participar ativamente de práticas colaborativas de aprendizagem.
V. A familiaridade cotidiana dos estudantes com dispositivos e ambientes digitais favorece o uso autônomo de recursos tecnológicos e desloca a mediação docente para a escolha de ferramentas, tornando subsidiária a problematização epistemológica, ética e crítica das práticas digitais.
Após análise, conclui-se que estão corretas:
O emprego de geotecnologias no contexto escolar, como o Google Earth ou Sistemas de Informações Geográficas (SIG) gratuitos, possibilita aos alunos a manipulação de diferentes camadas de informação (hidrografia, arruamento, vegetação) de seu próprio município.
Ao utilizar essas ferramentas digitais para sobrepor um mapa de áreas de risco de deslizamento com um mapa de ocupação urbana irregular em uma aula do 8º ano, o objetivo pedagógico central, segundo as orientações metodológicas atuais, deve ser
( ) O uso da IA na escola deve ser um instrumento complementar, subordinado à avaliação humana, garantindo que a intencionalidade pedagógica permaneça no centro do processo.
( ) De acordo com as diretrizes de risco da IA na educação, é permitido o uso de sistemas automatizados, dispensada a supervisão humana, para determinar a aprovação, a retenção ou o desligamento de estudantes.
( ) A IA pode atuar positivamente como ferramenta de apoio ao trabalho docente, na personalização do ensino e na criação de trilhas de aprendizagem adaptadas para estudantes com necessidades específicas.
( ) Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, recomenda-se o uso contínuo de ferramentas de IA em substituição às atividades motoras e sociais desplugadas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: