Questões de Concurso Sobre pedagogia
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É dever dos pais ou responsáveis participar da elaboração das propostas pedagógicas da instituição de ensino. (1a parte). É direito da criança e do adolescente a participação em entidades estudantis. (2a parte). É dever da instituição de ensino, clubes e agremiações recreativas e de estabelecimentos congêneres assegurar medidas de conscientização, prevenção e enfrentamento ao uso ou dependência de drogas ilícitas. (3a parte).
Está(ão) CORRETA(S):
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades
O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).
Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.
Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).
A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.
As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.
Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-
especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-
desigualdades.html (com adaptações).
(1a parte): O aumento da taxa de frequência escolar bruta na faixa de 0 a 3 anos (de 2016 para 2024) comprova que a Meta 1 do PNE foi atingida antes do prazo previsto.
(2a parte): O comportamento do indicador de frequência escolar para os jovens de 18 a 24 anos revela que houve uma evolução linear e constante, aproximando a juventude brasileira das metas de universalização do Ensino Superior.
Pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades
O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).
Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.
Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).
A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.
As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.
Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-
especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-
desigualdades.html (com adaptações).
I- Encontre o valor de x de modo que x2 − 4 = 0.
II- É possível construir um quadrado de área 4 u.a.?
III- Se 1/3 dos 33 alunos de uma turma são canhotos, quantos alunos desta turma são destros?
Na perspectiva da Resolução de Problemas, é CORRETO afirmar que se constitui um problema apenas o que se afirma em:
I- Não é recomendado que o ensino de Geometria, no Ensino Fundamental, utilize-se de cálculos ou fórmulas, devendo se ater exclusivamente às representações das figuras e suas propriedades.
II- O ensino de Geometria, no Ensino Fundamental, deve contribuir para a formação do raciocínio hipotético-dedutivo.
III- A Unidade de Geometria inclui procedimentos necessários para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento.
IV- Na etapa do Ensino Fundamental, já é possível estabelecer conexões entre as Unidades de Geometria e Álgebra.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: KLEIMAN, Angela B. Multiletramentos: leitura e escrita em um mundo multimodal. São Paulo: Cortez, 2005.
Sobre as implicações desse conceito no ensino de Língua Portuguesa, é CORRETO afirmar que:
Fonte: BRASIL. . Brasília: Ministério da Educação, 2017. Base Nacional Comum Curricular
Levando em consideração esse contexto, analise as seguintes assertivas.
I- O ensino de Língua Portuguesa, conforme atualmente pensado pelo discurso oficial, não pode prescindir da abordagem dos gêneros textuais em sala de aula.
II- O fato de que os textos foram feitos para circular em sociedade não é levado em consideração pela BNCC, nem tampouco pelos PCNs.
III- A BNCC considera a redação como o gênero textual escolar por excelência a ser ensinado na escola, tanto no Ensino Fundamental quando no Médio.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: BRASIL. . Brasília: Ministério da Educação, 2017. Base Nacional Comum Curricular
Considerando esse contexto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I- Os contextos de produção dos textos não são tão relevantes para o ensino de português quanto sua arquitetura gramatical.
PORQUE
II- De acordo com a BNCC, o ensino de português deve se centrar na gramática normativa.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Fonte: MORAN, J. Mudando a educação com metodologias ativas. In: SOUZA, Carlos Alberto de; MORALES, Ofélia Elisa Torres (Orgs.). Convergências midiáticas, Educação e cdadania: aproximações jovens. Ponta Grossa: PROEX/UEPG, 2015 (Coleção Mídias Contemporâneas; v. 2). Em relação ao uso de metodologias ativas nas práticas pedagógicas aplicadas à informática, analise as assertivas a seguir.
I- Entre as diferentes estratégias de aprendizagem presentes nas Metodologias Ativas, destaca-se a Aprendizagem Baseada em Times, que pode ser aplicada com facilidade em aulas que envolvem atividades em grupo nos laboratórios de informática. Essa abordagem favorece o desenvolvimento do espírito de equipe, estimula a resolução colaborativa de desafios, promove a troca de conhecimentos entre os alunos e contribui para a construção do pensamento crítico por meio de debates e reflexões no grupo.
II- Ametodologia conhecida como gamificação consiste na utilização de jogos digitais como recurso pedagógico, e, assim, é capaz de promover experiências lúdicas e interativas para contribuir para o processo de aprendizagem.
III- O método da sala de aula invertida (Flipped Classroom) consiste na disponibilização do conteúdo teórico de forma prévia para que os alunos estudem por conta própria, geralmente por meio de vídeos, textos, tutoriais ou podcasts. O tempo em sala é utilizado para atividades práticas, resolução de problemas, projetos e esclarecimento de dúvidas.
IV- A Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) consiste na construção do conhecimento por meio do desenvolvimento de um projeto estruturado, que envolve investigação, planejamento e elaboração de um produto final. A problemática a ser investigada deve emergir das vivências e questionamentos dos próprios alunos, cabendo ao professor atuar como orientador e mediador ao longo do processo de aprendizagem.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A Lei nº 11.645/2008, a qual determina a obrigatoriedade do estudo da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, notadamente nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras, garantiu efetivamente uma educação inclusiva e a erradicação do racismo no espaço escolar.
II- Para garantir uma adequada aplicabilidade dessas determinações legais, as instituições educacionais devem repensar o seu papel na formação de indivíduos, preparando-os para viver e conviver em ambientes de diversidade, reconhecendo-se como atores importantes dos processos históricos.
III- Na perspectiva da aplicabilidade da Lei nº 11. 645/2008, é de fundamental importância que os professores de História recorram, em suas práticas de ensino, à valorização da memória dos diversos grupos étnicos que compõem a sociedade brasileira, como forma de incentivar nos alunos a audição da voz de excluídos e as lições que podem trazer para enriquecer suas experiências.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A produção de obras para as escolas brasileiras seguiu o caminho do eurocentrismo, elegendo o homem europeu, branco, cristão e heterossexual como modelo de inteligência, domínio da natureza e produção de conhecimento.
II- Desde o trabalho educacional dos Jesuítas para catequisar os povos indígenas até século XXI, o ensino no Brasil passou por várias transformações. Porém, a independência do país não eliminou a mentalidade racista cultivada e reproduzida no país. A colonialidade produz efeitos duradouros e seus mecanismos de poder-saber perpetuam-se nas subjetividades e nas práticas tanto cotidianas, quanto institucionalizadas.
III- As Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 obrigam a alteração do currículo escolar, favorecendo abordagens multiculturais. O contexto que embasa essas Leis advém da constatação do epistemicídio perpetrado ao longo da história do Brasil, favorecendo vertentes eurocêntricas que impuseram a monoculturalidade, dominando as instituições educacionais.
IV- Atualmente podemos perceber, de forma homogênea, devido às novas políticas educacionais, que o material didático implementado no ensino de História no Brasil erradicaram a mentalidade racista, favorecendo a inclusão e abordagens multiculturais.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: CAVALCANTI, Lana de Souza. A relação de professores e alunos com os conhecimentos geográficos: fundamentos da teoria histórico-cultural para o processo de ensino e aprendizagem. In: CAVALCANTI, Lana de Souza; PIRES, Mateus Marchesan (Orgs.). Geografia escolar: diálogo com Vygotsky. Goiânia: C&A Alfa Comunicação, 2019.
Considerando esse fundamento, é CORRETO afirmar que: