Questões de Concurso
Sobre inclusão e exclusão - diversidade, desigualdade e diferença em pedagogia
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( ) A competência 4, ao focar a convivência com a diversidade, exige que o professor crie situações de aprendizagem que permitam aos alunos compartilhar suas convicções de forma segura, compreendendo as diferentes visões de mundo como legítimas expressões humanas.
( ) A competência 6, ao tratar da problematização, sugere que o professor deve introduzir temas polêmicos de forma mediada, estimulando a análise crítica de discursos de ódio e de preconceito, sem, contudo, impor uma única “verdade” sobre o assunto.
( ) O desenvolvimento da competência 4 implica que o professor deve defender uma visão de sincretismo religioso, em que todas as crenças são misturadas e apresentadas como sendo, no fundo, a mesma coisa, a fim de evitar conflitos e promover a união.
( ) A competência 6, ao defender o posicionamento do estudante, valida que ele pode expressar publicamente e de forma hostil seu proselitismo religioso em detrimento das crenças de outros colegas, já que a liberdade de expressão é um direito inalienável.
( ) A articulação entre as competências 4 e 6 capacita o estudante a, ao mesmo tempo, respeitar a diversidade (competência 4) e a se posicionar criticamente contra práticas que violam os direitos humanos em nome da religião (competência 6), promovendo uma postura ética e cidadã.
“A Educação Escolar Indígena, para sua realização plena, enquanto um direito constitucionalmente garantido, precisa estar alicerçada em uma política linguística que assegure o princípio do bilinguismo e multilinguismo, e em uma política de territorialidade, ligada à garantia do direito à terra, à auto-sustentabilidade das comunidades e à efetivação de projetos escolares que expressem os projetos societários e visões de mundo e de futuro dos diferentes povos indígenas que vivem no território nacional”.
Com base nesse trecho e nos princípios da Educação Escolar Indígena, é correto afirmar que o reconhecimento do bilinguismo e do multilinguismo nas escolas indígenas é importante porque