Questões de Concurso
Sobre educação e filosofia em pedagogia
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I. Ela deve preparar o estudante para competir de forma eficiente no mercado de trabalho, assegurando produtividade e desempenho técnico.
II. Também deve transmitir os conteúdos científicos de forma neutra, sem provocar debates críticos e políticos no ambiente escolar.
III. A escola deve favorecer a leitura crítica do mundo, criando as condições sociais e pedagógicas para estimular a conscientização dos sujeitos.
IV. O ambiente escolar deve ser um espaço de participação ativa dos sujeitos nas decisões da escola, preparando-os para atuarem na transformação social.
Após análise, é correto o que se afirma em:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. No contexto da constituição dos campos profissional, acadêmico e científico, a educação física do Brasil evolui desde as primeiras práticas esportivas antes e durante a era colonial, a criação dos primeiros cursos técnicos de aprimoramentos dos ofícios na área, a normatização dos primeiros cursos de licenciatura que definem os campos acadêmicos ao desenvolvimento do campo científico com a inserção da pesquisa científica no lugar restrito da pós-graduação stricto sensu.
IV. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
É correto o que se afirma em:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
Leia o excerto a seguir:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
A abordagem estará coerente com esses princípios quando o Educador Social:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
Leia o excerto a seguir:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932) representou um marco no pensamento educacional brasileiro ao propor reformas estruturais que rompiam com o modelo tradicional vigente. Influenciado pelo pragmatismo de John Dewey, Anísio Teixeira defendia uma escola democrática, ativa e vinculada às necessidades sociais. Nesse contexto, o documento destacava princípios fundamentais, como a obrigatoriedade e a gratuidade da educação, a adaptação curricular aos interesses dos alunos e a formação universitária de professores. Considerando o movimento da Escola Nova e o papel de Anísio Teixeira, a concepção de educação defendida nesse manifesto caracteriza-se por: