Questões de Concurso
Sobre aspectos psicológicos da educação em pedagogia
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(__)A consciência fonológica refere-se à capacidade de identificar, segmentar e manipular unidades sonoras da fala, como rimas, sílabas e fonemas.
(__)A compreensão do sistema alfabético envolve o entendimento de que as letras e combinações de letras representam fonemas da língua oral.
(__)O desenvolvimento da consciência fonológica independe das práticas pedagógicas escolares, ocorrendo apenas de forma espontânea com o amadurecimento da criança.
(__)A alfabetização pode ocorrer de forma satisfatória mesmo sem que a criança compreenda a relação entre sons da fala e sua representação escrita.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Lowenfeld e Ochaitá (em Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual, 2003) apresentam aspectos referentes ao desenvolvimento e à aprendizagem na condição da falta da visão.
Segundo os autores, essa falta acarreta efeitos diretos na criança, de forma imediata e numa relação de causa e efeito, interferindo diretamente nos aspectos referentes a
Aciem, Rocha e Rodrigues, em Educação inclusiva: aspectos político-sociais e práticos (Sala e Aciem, 2014), citando Ortega (2003), apresentam características observadas na fala de crianças cegas.
Uma dessas características é aquela em que as crianças cegas
Mariana é uma criança cega matriculada em escola regular. A professora percebe que ela interage e aprende de forma distinta das crianças que enxergam, com uso prioritário de audição e tato para explorar objetos.
Considerando esse contexto e os apontamentos de Amorim e Alves (A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização, 2008), assinale a alternativa que descreve corretamente uma consequência da ausência da visão.
Em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (Célia Amorim e Maria Glicélia Alves, 2008), as autoras afirmam que, normalmente, quando a criança cega é bem estimulada e recebe o apoio necessário nos primeiros anos de vida, chega aos 3 ou 4 anos com um desenvolvimento próximo ao da criança que enxerga.
Nessa fase, segundo as autoras, quanto ao motor amplo e ao desenvolvimento da criança cega, um dos principais critérios a serem observados é o de que a criança
Trentin (2018) expõe o seguinte caso: Maria é professora do 3º ano do ensino fundamental, recebeu em sua turma um aluno com deficiência intelectual. No decorrer do ano, o aluno esteve inserido em sala de aula, no entanto, não participou das atividades realizadas na turma. O aluno não tem nada escrito no livro e muito menos no caderno. Na escola, nem o lápis ele pega. A turma, assim como a professora, o ignora, não havendo interações sociais.
O ambiente limitador e a ausência de relações sociais
Nunes (2013) apresenta a seguinte situação: uma criança com deficiência intelectual imita uma ação que observou alguém realizando, pode ser escrevendo, falando, manipulando objetos etc.
Nesse caso, segundo a autora, a criança
O trabalho do professor de atendimento educacional especializado, voltado para o aluno com deficiência intelectual (DI), caracteriza-se essencialmente pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos.
Nesse sentido, o professor deve
Trentin (2018), baseando-se em Vygotsky, afirma: a criança com deficiência intelectual deve ser compreendida, como sujeito com capacidades para desenvolver-se, sendo que, no desenvolvimento dessa criança, torna-se essencial a compreensão das singularidades.
De acordo com essa teoria, em relação ao desenvolvimento da criança com deficiência intelectual, é correto afirmar:
A nomenclatura “deficiência mental” foi substituída por “deficiência intelectual” no documento Declaração de Montreal sobre a Deficiência Intelectual, o qual foi o resultado de discussões feitas na Conferência Internacional sobre Deficiência Intelectual, em Montreal (Canadá), nos dias 5 e 6 de outubro de 2004.
A deficiência intelectual, segundo a American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD, 2018, s.p.) é
Pereira e Armbrust (Pedagogia da Aventura: os esportes radicais, de aventura e de ação na escola, 2010) dizem que, na segunda infância, os estudantes mostram grande abertura para a aprendizagem do skate e patins in-line, por exemplo.
Segundo eles, o aprendizado dessas atividades, além de estimular no aprendiz o desenvolvimento das estratégias de tomada de decisão durante os percursos, desenvolve também sua
Nas situações de trabalho cooperativo, como nos jogos cooperativos, há uma atmosfera de divertimento e crescimento pessoal em um ambiente de estabilidade emocional.
Além disso, tais situações são marcadas pela presença de
Leia o excerto a seguir, adaptado de Piaget (apud La Taille, Oliveira e Dantas, 1992):
Constitui o produto mais refinado da socialização. Acontece na medida em que o “eu” renuncia a si mesmo para inserir seu ponto de vista próprio entre os outros e se curvar assim às regras da reciprocidade. Em oposição ao egocentrismo inicial, o qual consiste em tomar o ponto de vista próprio como absoluto, por falta de poder perceber seu caráter particular, consiste em tomar consciência desta relatividade da perspectiva individual e colocá-la em relação com o conjunto das outras perspectivas possíveis; é, pois, uma coordenação da individualidade com o universal.
A descrição trata do que Piaget define como
Uma criança escreve a palavra "cavalo" utilizando apenas duas letras — “AO” — argumentando que “não precisa escrever tudo, só um pouquinho já dá para saber o que é”. Com base nessa produção, identifique em qual nível da psicogênese da escrita essa criança se encontra.
Os conhecimentos socioemocionais vêm ganhando espaço nos currículos escolares, reconhecendo que a aprendizagem envolve também emoções, interação social e autoconhecimento. Autores, como Daniel Goleman, e instituições, como a CASEL, destacam habilidades, como empatia, autocontrole e colaboração.
Nesse contexto, a escola deve