Questões de Concurso Sobre nutrição
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( ) A recuperação do peso deve ser separada em fases, controlada e planejada. Para pacientes em regime ambulatorial, deve-se atingir ganho semanal de 200 a 450g e o ganho deve ser de 500 a 900g semanais para aqueles em regime parcial de internação, e de 900 a 1.300g por semana para regimes em enfermaria.
( ) A síndrome de realimentação é caracterizada pela hipocalcemia, intolerância à glicose, disfunção gastrintestinal e arritmias cardíacas, que ocorrem em razão da repentina sobrecarga em ingestão calórica, principalmente advinda de gorduras.
( ) Para os critérios de internação, o baixo peso deve ser considerado como único fator de gravidade.
I. Terapia nutricional pré-operatória por via oral, enteral ou parenteral deve ser instituída aos pacientes candidatos à operação de moderado a grande porte que apresentem risco nutricional moderado a alto, acessado por qualquer um dos métodos disponíveis.
II. Em pacientes de maior risco e submetidos à operação de grande porte, a terapia nutricional não deve incluir imunonutrientes, tanto pelo uso de suplementos orais como por via enteral.
III. A realimentação oral ou enteral após operação abdominal eletiva deve ser precoce (em até 24h de pósoperatório), independentemente de o paciente estar hemodinamicamente estável.
( ) No período pré-operatório, a terapia nutricional deve contribuir para manter o bom estado nutricional, o que minimiza os agravos metabólicos decorrentes da doença e da quimioterapia prévia.
( ) Para crianças, há evidências que justifiquem indicar a imunonutrição perioperatória, além da indicação de suplementos orais pediátricos, corrigindo déficits na ingestão e garantindo oferta de nutrientes para o desenvolvimento da criança.
( ) No período pós-operatório, a realimentação oral ou enteral não deve ser precoce (em até 24h de pósoperatório), inclusive para os submetidos a cirurgias abdominais. O início precoce da dieta não favorece a cicatrização.
(1) Responsivo.
(2) Controlador.
(3) Permissivo ou indulgente.
(4) Não envolvido ou passivo.
( ) Tenta controlar a alimentação da criança. Restringe alimentos da criança. Pressiona a criança para comer. Suborna a criança com recompensas. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Orienta a alimentação da criança. Estabelece limites. Come como modelo e conversa sobre comida de forma positiva. Responde aos sinais de fome da criança.
( ) Não estabelece limites. Alimenta a criança com o quê, onde e quando ela quer. Prepara comidas especiais para a criança. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Desiste das responsabilidades alimentares. Não estabelece limites. Ignora os sinais de fome ou as necessidades físicas e psicológicas da criança.
( ) Ao proceder à higienização dos alimentos, o manipulador deverá utilizar vasilhames e utensílios próprios, bem lavados e esterilizados, podendo utilizar utensílios de madeira.
( ) O local de preparo dos alimentos deve ser arejado, fácil de ser limpo, com piso e paredes impermeáveis, ter água em quantidade suficiente, telas nas janelas e portas para evitar a entrada de insetos, possuir boa iluminação.
( ) Evitar, quando possível, tocar nos alimentos, deve-se usar sempre um utensílio limpo.
( ) Higienizar adequadamente as verduras, legumes e frutas, utilizando solução clorada (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água) e deixar de molho por 15 minutos e enxaguar com água corrente.
I. Os produtos devem ser armazenados sobre paletes, estrados e ou prateleiras, respeitando-se o espaçamento mínimo necessário para garantir adequada ventilação, limpeza e, quando for o caso, desinfecção do local. Os paletes, estrados e ou prateleiras devem ser de material liso, resistente, impermeável e lavável.
II. Ao cortar o alimento, recomenda-se separar ou dividir um alimento seguindo diferentes formatos e medidas, mantendo uma uniformidade.
III. Para manter o sabor natural dos alimentos, é necessário que os processos de pré-preparo sejam os mais breves possíveis.
IV. Por meio da higienização, pode-se eliminar parcialmente os microrganismos presentes no alimento, também observar as temperaturas em que o alimento é exposto, local e condições de produção dos alimentos.
O que podem ser observados na escola, em especial na escola pública. De um lado, a criança que não tem o que comer em casa e que faz da merenda escolar sua única refeição diária; de outro, a criança com excesso de peso, cujo hábito alimentar já está comprometido por práticas não saudáveis como o consumo excessivo de alimentos inadequados. Estudos realizados sobre a aceitação e a adesão dos estudantes das escolas públicas à merenda escolar oferecida pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar:
I. Revelam que apesar de a aceitação ser satisfatória, a adesão é baixa, ou seja, poucos estão comendo o lanche preparado pelos(as) merendeiros(as).
II. Dizem que segundo os pesquisadores, vários fatores podem influenciar essa decisão dos estudantes. Por exemplo, quanto maior a idade dos alunos, menor é a frequência com que consomem a alimentação escolar.
III. Mostram que tanto a falta quanto o excesso de alimentos trazem problemas à saúde. O consumo deve ser equilibrado e a escolha dos alimentos é uma etapa essencial!
IV. Que outro fator são os hábitos alimentares dos estudantes, que muitas vezes não comem os alimentos preparados na cozinha da escola, dizendo que não lhes agradam, quando na verdade, nem sequer experimentaram essa comida.
Segundo o texto acima sobre alimentação escolar, estão corretas: