Questões de Concurso
Sobre dietas hospitalares, dietas especiais e dietas artesanais em nutrição
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Um paciente do sexo feminino, 62 anos, é admitido em hospital terciário para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada. Ele apresenta histórico de diabetes mellitus tipo 2, doença renal crônica estágio 3 e uso crônico de diuréticos. Na admissão, relata redução importante do apetite nas últimas 2 semanas, com ingestão alimentar estimada em cerca de 40% do habitual. Refere perda ponderal recente, porém não consegue quantificar. Dados coletados:
• peso atual: 64 kg;
• peso habitual (há 3 meses): 68 kg;
• altura: 1,60 m;
• IMC atual: 25,0 kg/m²;
• presença de edema periférico;
• exame físico: redução visível de massa muscular em região temporal e interóssea;
• albumina sérica: 2,9 g/dL.
Considerando as recomendações atuais para triagem e avaliação nutricional hospitalar, assinale a alternativa correta.
A respeito da prática clínica e hospitalar em dietoterapia, julgue o item a seguir.
No tratamento nutricional da desnutrição hospitalar, a avaliação laboratorial é desnecessária, bastando observar apenas o IMC e a perda de peso.
A respeito da prática clínica e hospitalar em dietoterapia, julgue o item a seguir.
Suponha‑se que um paciente sofra de insuficiência renal crônica em hemodiálise. Então, nesse caso, é correto afirmar que a dieta deve restringir sódio e potássio, podendo incluir livremente alimentos ultraprocessados.
A respeito da prática clínica e hospitalar em dietoterapia, julgue o item a seguir.
Suponha-se que exista um paciente com pancreatite aguda em fase inicial. Nesse caso, é correto afirmar que ele será orientado a manter jejum absoluto, com suporte nutricional enteral ou parenteral conforme gravidade.
A respeito da prática clínica e hospitalar em dietoterapia, julgue o item a seguir.
Suponha‑se que, em uma UTI, paciente com disfagia tenha recebido uma dieta por via oral com líquidos ralos, pois a prioridade era garantir a ingestão calórica. Nesse caso, é correto afirmar que essa conduta está correta.
1. Dieta Líquida Restrita. 2. Dieta Líquida Completa. 3. Dieta Branda. 4. Dieta Pastosa.
( ) Embora apresente alimentos em sua consistência sólida e pareça bastante semelhante à dieta normal, possui características que conferem uma melhor digestibilidade como restrição em teor de fibra, lipídeos da dieta.
( ) Geralmente é a primeira após jejum de pós-operatório de cirurgias do aparelho digestivo. Por conter apenas chás frescos, refrescos e caldos de legumes, esta dieta é bastante restrita quanto a seu conteúdo de resíduos e requer o mínimo de trabalho digestivo.
( ) É a etapa seguinte da evolução dietética após a dieta líquida restrita. Os pacientes capazes de tolerá-la bem, poderão suportar também alimentos de consistência sólida atendendo à evolução dietética prevista, a menos que possuam limitações importantes de deglutição e refluxo.
( ) Requer o mínimo de mastigação. A digestibilidade ainda está facilitada, porém a variedade de alimentos incluídos, composição e volume das refeições ela passa a requerer maior integridade funcional do processo digestivo e absortivo.
A respeito das técnicas dietéticas aplicadas à nutrição clínica e da interação entre nutrientes, julgue o item a seguir.
A dieta de consistência pastosa ou semissólida é caracterizada por alimentos bem cozidos, batidos ou liquidificados, que formem uma preparação homogênea e espessa.
A respeito das técnicas dietéticas aplicadas à nutrição clínica e da interação entre nutrientes, julgue o item a seguir.
As refeições das dietas artesanais para pacientes em terapia nutricional domiciliar com gastrostomia ou sonda nasogástrica devem ser preparadas com alimentos in natura, os quais, após cocção, devem ser liquidificados e peneirados de forma que apenas o caldo remanescente seja infundido na sonda enteral.