Questões de Concurso Sobre medicina

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Q4388651 Medicina
Mulher, 23 anos, é internada por cor pulmonale agudo causado por tromboembolismo pulmonar. É tratada com enoxaparina e na investigação hospitalar da causa é diagnosticada síndrome do anticorpo antifosfolípide.

Nesse contexto, é correto afirmar que a paciente deve receber alta recebendo terapia anticoagulante com
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Q4388650 Medicina
Mulher, 81 anos, portadora de fibrilação atrial permanente e antecedente de prótese valvar mitral biológica há 4 anos, evolui com cansaço progressivo e edema de membros inferiores, apesar do uso de furosemida 120 mg/dia. Ao exame, apresenta estase jugular, onda “v” proeminente, sopro holossistólico em borda esternal inferior, ascite e edema de membros inferiores 3+/4+. Análise do líquido ascítico mostra GASA: 1,5. Não há sinais de hepatopatia primária. Ecocardiograma demonstra prótese mitral com gradiente diastólico máximo de 8 mmHg e médio de 3 mmHg. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, insuficiência tricúspide secundária torrencial, dilatação do anel valvar tricúspide, gap de coaptação e 6 mm, TAPSE de 18 mm e pressão sistólica em artéria pulmonar de 45 mmHg. Não há doença pulmonar significativa. Euroscore II: 7%.

Considerando o caso clínico apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada é
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Q4388649 Medicina
Homem, 73 anos, portador de miocardiopatia isquêmica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30% recebe alta, após descompensação clínica, recebendo furosemida 120 mg/dia, valsartana/sacubitril, espironolactona, empagliflozina e metoprolol. Em reavaliação após 4 semanas, paciente está em classe funcional I, sem estertores pulmonares, estase jugular, hepatomegalia ou edema de membros inferiores. Para avaliação prognóstica é realizada mensuração dos níveis de BNP, os quais estão elevados.

De acordo com o exposto, os níveis mais elevados do BNP, nesse momento, provavelmente são causados
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Q4388648 Medicina
Mulher, 65 anos, hipertensa, apresenta dor torácica em dorso, de forte intensidade. Realiza eletrocardiograma e radiografia de tórax que não apresentam alterações significativas. A pontuação no ADD-RS é 1.

O passo seguinte a ser realizado para investigação de dissecção de aorta, segundo as diretrizes brasileiras de dor torácica, é:
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Q4388647 Medicina
Homem de 59 anos apresenta dispneia progressiva, ascite e edema de membros inferiores. Antecedente pessoal de linfoma, tratado com radioterapia mediastinal e quimioterapia. Ao exame, observa-se pressão venosa jugular elevada, com colapso “y” proeminente e aumento da turgência jugular durante a inspiração. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, movimento anômalo do septo ventricular, onda E mitral: 100 cm/s na expiração e 66 cm/s na inspiração; onda e′ septal: 12 cm/s; onda e′ lateral: 6 cm/s; e reversão diastólica acentuada durante a expiração em fluxo de veias hepáticas.

Nesse cenário, o achado adicional que pode ser observado ao ecocardiograma que reforça o diagnóstico é:
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Q4388646 Medicina
Homem de 58 anos com queixa de dispneia aos grandes esforços apresenta ictus palpável no 6o espaço intercostal esquerdo, discretamente lateral à linha hemiclavicular, amplo e hiperdinâmico. Na ausculta, nota-se sopro diastólico, decrescente, mais audível junto à borda esternal esquerda, além de sopro sistólico ejetivo em foco aórtico. Na palpação carotídea, nota-se dois picos distintos e semelhantes durante a sístole.

Tais achados indicam
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Q4388645 Medicina
Homem, 36 anos, portador de comunicação interventricular (CIV) não corrigida vem com queixa de piora progressiva da dispneia aos esforços e episódios de pré-síncope. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 84%, pressão arterial de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 82 bpm, cianose central e baqueteamento digital. Ausculta cardíaca com hiperfonese da segunda bulha e sopro sistólico em borda esternal esquerda. Ecocardiograma mostra CIV perimembranosa de 18 mm, dilatação e hipertrofia do ventrículo direito, função sistólica do ventrículo esquerdo preservada e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 95 mmHg. O fluxo através da CIV é bidirecional, com predomínio direita-esquerda.

O cateterismo cardíaco demonstra:

•  Pressão média da artéria pulmonar: 65 mmHg;
•  Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 9 mmHg;
•  Resistência vascular pulmonar: 12 UW;
•  Qp/Qs: 0,8;
•  Ausência de redução significativa da resistência vascular pulmonar após teste de vasorreatividade.

Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta apropriada é:
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Q4388644 Medicina
Mulher, 32 anos, queixa-se de palpitações há um mês, perda de peso, intolerância ao calor, sudorese excessiva, irritabilidade e insônia. Ao exame físico, apresenta pele quente e úmida, tremor fino de extremidades, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 140 x 70 mmHg. Observa-se aumento difuso e indolor da tireoide. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular. ECG mostra ritmo de fibrilação atrial, sem nódulos palpáveis, além de discreta retração palpebral bilateral.

Os exames laboratoriais mostram:

•  TSH: <0,01 mUI/L;
•  T4 livre: 6,2 ng/dL (VR: 0,8–1,8 ng/dL).

Realizado controle de frequência cardíaca e sintomas com betabloqueador e corticosteroide.

Assinale a alternativa correta sobre a prevenção de fenômenos tromboembólicos causados pela fibrilação atrial, conforme diretrizes brasileiras de fibrilação atrial.
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Q4388643 Medicina
Homem, 66 anos, hipertenso, diabético e ex-tabagista, com antecedente de angioplastia da artéria descendente anterior com implante de stent farmacológico há 5 anos. Atualmente está em uso de AAS, atorvastatina, ezetimiba, carvedilol e losartana. Relata angina aos esforços moderados atualmente. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, sem alteração segmentar. Cineangiocoronariografia demonstra:

•  Artéria descendente anterior (ADA): stent pérvio e nova lesão de 60% no terço médio;
•  Artéria circunflexa (ACX): lesão de 40% em terço médio;
•  Artéria coronária direita (ACD): lesão de 80% no terço proximal;
•  Tronco da coronária esquerda (TCE) sem lesões.

A avaliação funcional invasiva mostra FFR de 0,84 na DA e FFR de 0,76 na CD.

Considerando as diretrizes brasileiras de síndrome coronariana crônica e o caso clínico apresentado, é correto afirmar que há indicação para
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Q4388642 Medicina
Homem de 58 anos, com hipertensão há 8 anos, diabetes tipo 2 e DRC estágio G3a, apresenta pressão arterial de consultório de 154 x 92 mmHg em três consultas consecutivas. Faz uso de losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia, com boa aderência terapêutica. Creatinina: 1,5 mg/dL; TFG: 52 mL/min/1,73 m2 e K+ 4,4 mEq/L. MAPA revela média de 24 horas de 126 x 76 mmHg, com média diurna de 130 x 80 mmHg e noturna de 114 x 68 mmHg. Não há hipotensão sintomática. O exame físico e a investigação inicial não sugerem causa secundária.

Conforme as diretrizes brasileiras de hipertensão, a conduta indicada para o caso clínico apresentado é 
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Q4388621 Medicina
Em relação à hipertensão arterial, assinale a alternativa correta.
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Q4388620 Medicina
Deve-se investigar hipertensão arterial secundária nas seguintes situações:
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Q4388619 Medicina
Quadro clínico e achado de imunofluorescência, típicos de nefropatia lúpica, encontram-se corretamente na seguinte alternativa:
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Q4388618 Medicina
Em relação à litíase urinária, assinale a alternativa correta.
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Q4388617 Medicina
Você acompanha em consultório um paciente de 78 anos, com doença renal crônica estadio 5, parcialmente dependente para as atividades do dia a dia. Não tem fragilidade. Atualmente, ele não tem sintomas de uremia e de hipervolemia. Potássio no limite superior da normalidade em uso de losartan 50 mg ao dia. A taxa de filtração glomerular estimada é de 11 mL/min.

Nesse caso, é correto afirmar:
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Q4388616 Medicina
A recirculação do acesso pode ocorrer em pacientes em hemodiálise, levando a uma menor eficiência dialítica. Algumas causas de recirculação do acesso englobam 
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Q4388615 Medicina
Paciente em hemodiálise há menos de 1 mês, com queixa frequente de náuseas e cefaleia ao final da sessão, sintomas que por vezes persistem até o dia seguinte. Não costuma ter hipotensão.

Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:
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Q4388614 Medicina
A doença óssea na diálise peritoneal caracteriza-se por:
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Q4388613 Medicina
Pacientes com múltiplas comorbidades evolui para quadro de sepse e injúria renal aguda em contexto de unidade de terapia intensiva. Sua pressão arterial está sendo mantida às custas de altas doses de drogas vasoativas. Exames mostram piora da acidose, hiponatremia, hiperpotassemia e aumento de ureia.

Nesse contexto, caso se tentam todos os métodos dialíticos disponíveis, qual seria mais apropriado para o paciente?
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Q4388612 Medicina
Paciente com doença renal em diálise, diurese residual em torno de 200 mL, falta a última sessão e comparece no pronto-socorro com queixa de falta de ar e palpitação. Colhidos exames e levado à sala de emergência. Crepitações pulmonares em ambas as bases, saturação de oxigênio 91% em ar ambiente. Eletrocardiograma mostra onda T apiculada, alargamento de QRS e momentos de taquicardia ventricular não sustentada. Exames confirmam hiperpotassemia 8,2 mEq/L.

A melhor conduta no caso é:
Alternativas
Respostas
881: E
882: C
883: D
884: B
885: E
886: A
887: D
888: C
889: C
890: C
891: A
892: E
893: B
894: E
895: C
896: A
897: C
898: B
899: E
900: E