Para responder à questão, considere um paciente
do sexo masculino de 80 anos, com doença de Alzheimer,
refere dificuldade para dormir desde o início do tratamento
com donepezila. Mesmo após a suspensão do medicamento,
há três semanas, ele informa que permanece dormindo apenas de 2 a 4 horas por noite. Relata utilizar o telefone celular
durante a madrugada e nega sonolência diurna, fadiga ou
prejuízo funcional decorrente da redução do tempo de sono.