Questões de Concurso Comentadas sobre medicina

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Q3367653 Medicina
Qual dos seguintes contrastes utilizados em angiografias é um dímero não iônico e, portanto, apresenta a menor osmolaridade?
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Q3367652 Medicina
Na técnica do power Doppler, a imagem é criada pela energia do sinal de eco refletido das hemácias, independentemente da velocidade ou da direção do fluxo e, ao contrário do Doppler colorido, essa técnica não depende do ângulo de insonação. Uma das vantagens desta técnica para o diagnóstico de doenças arteriais é:
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Q3367651 Medicina
Em relação ao exame clínico do paciente vascular, assinale a alternativa correta.
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Q3367650 Medicina

Durante a fase de reperfusão, após período prolongado de isquemia, há reintrodução do oxigênio molecular, que reage com uma substância acumulada no tecido isquêmico, formando espécies reativas de oxigênio. Essa substância é a

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Q3367649 Medicina
Qual é o fator sempre presente na fisiopatologia da aterosclerose, comum a todos os fatores de risco, como dislipidemia, tabagismo, diabetes e hipertensão? 
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Q3367648 Medicina
Em relação à fisiologia da hemostasia, a partir da ativação de qual fator o sistema de coagulação segue um único caminho, também chamado de via comum?
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Q3367647 Medicina
A artéria que, ao longo do seu trajeto, origina os ramos retal inferior, escrotal posterior, perineal, do bulbo do pênis, uretral e dorsal do pênis é a
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Q3367616 Medicina
Mulher de 58 anos é avaliada por um histórico de palpitações e dispneia de 1 semana. Ela relata ter sintomas de dispneia leve aos esforços, palpitações episódicas e fadiga 3 semanas antes, para os quais foi avaliada no departamento de emergência com angiotomografia multidetector com contraste para suspeita de embolia pulmonar, sendo negativa para a patologia. Os sintomas foram resolvidos, mas reapareceram 1 semana atrás. De resto, ela tem estado bem e não toma medicamentos. Ao exame físico: pressão arterial: 150 x 80 mmHg; pulso: 108/min. (irregular); oximetria com saturação de oxigênio: 95%; além de taquicardia com ritmo irregular, o exame cardiopulmonar é normal. Na região cervical, há um grande bócio multinodular, com múltiplos nódulos de aproximadamente 2 cm, sem um nódulo dominante. Estudos laboratoriais: hormônio estimulante da tireoide: menor que 0,01 μU/mL (normal: 0,4 a 4,5); tiroxina livre: 2,3 ng/dL (normal: 0,9 a 1,8); triiodotironina total: 230 ng/dL (normal: 90 a 180). O ECG mostra fibrilação atrial.
Nessa circunstância, a próxima conduta correta é: 
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Q3367615 Medicina
Homem de 55 anos apresenta quadro agudo de dor torácica e dispneia intensa. Pressão arterial: 76 x 40 mmHg; frequência cardíaca: 105/min.; frequência respiratória: 32/min.; saturação arterial de oxigênio: 88% em ar ambiente; há crepitações na metade superior de ambos os pulmões; ausculta com novo sopro holossistólico que é mais audível no ápice cardíaco e irradia para a axila esquerda. Eletrocardiograma: elevação de ST de 2,5 mm nas derivações inferiores. Radiografia de tórax: congestão pulmonar, com silhueta cardíaca de tamanho normal.
A mais provável causa do sopro cardíaco é:
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Q3367614 Medicina
Homem de 78 anos apresenta dispneia ao esforço cerca de 3 dias após um voo intercontinental de 12 horas. Exame físico: pressão, frequência cardíaca e saturação arterial de oxigênio são normais; não há distensão venosa jugular; ausculta cardiopulmonar: normal; não há sinais de trombose venosa profunda. A angioTC de tórax mostra embolia pulmonar segmentar e trombo dentro da veia femoral esquerda. Ecocardiograma, troponina e peptídeo natriurético são normais. Hemograma e coagulograma: normais. Creatinina sérica: 1,0 mg/dL. Os medicamentos em uso são atorvastatina (20 mg ao dia) e lisinopril (10 mg ao dia).
Nesse momento, a melhor estratégia terapêutica é:
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Q3367613 Medicina
Mulher de 46 anos com doença de Parkinson há 5 anos faz uso regular de carbidopa/levodopa (37,5/150 mg a cada 2 horas) e pramipexol (1 mg três vezes por dia). No pico previsto da levodopa, ela faz atividades quase normalmente, mas ainda tem discinesias generalizadas que ocasionalmente a incomodam. Cerca de 15 a 20 minutos antes de cada dose de levodopa, ela começa a notar o retorno do tremor e diminuição da coordenação nas mãos, bem como um arrasto ocasional da marcha. Cerca de 30 minutos após tomar a levodopa, ela começa a melhorar desses sintomas, mas doses adicionais não têm efeito relevante.
Nessa paciente, a melhor conduta é:
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Q3367612 Medicina
Mulher de 55 anos com histórico de diabetes mellitus apresenta quadro de febre, diarreia aguda e pesquisa de neutrófilos muito aumentada nas fezes, sendo tratada com amoxicilina/clavulonato oral. Três dias após o início do tratamento, ela evolui com febre alta, náuseas, vômitos e uma nova erupção cutânea associada à sensibilidade dolorosa da pele. Ao exame físico: a paciente está hipotensa e taquicárdica; a erupção cutânea é difusa e eritematosa, com pústulas. Exames séricos: leucograma: 15.300/mm3 (diferencial normal); aspartato transaminase: 356 U/L; alanina aminotransferase: 289 U/L; creatinina: 1,2 mg/dL.
Com base na principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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Q3367611 Medicina
Homem de 65 anos com infecção recente por Enterococcus resistente à vancomicina apresenta quadro de febre e dispneia de início recente, cerca de 2 semanas após o início do tratamento com daptomicina. Ele evolui com insuficiência respiratória aguda que exigiu intubação orotraqueal e ventilação mecânica. O hemograma mostra leucocitose com predominância de neutrófilos. A radiografia de tórax apresenta infiltrados pulmonares bilaterais com derrame pleural. A broncoscopia com lavado broncoalveolar revela 29% de eosinófilos no diferencial do citológico.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que esse paciente
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Q3367610 Medicina
Homem de 32 anos relata quadro de 3 semanas de visão turva. Os achados do exame fundoscópico foram consistentes com panuveíte do lado direito. O teste de HIV é positivo, com uma contagem de células T CD4+ de 58 células/mm3 ; a carga viral é de 68.000 cópias/mL. O teste da reagina plasmática (VDRL) é positivo, com um título de 1:128. Não há cefaleia, déficits neurológicos ou alterações cognitivas.
O próximo melhor passo no tratamento desse paciente é:
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Q3367609 Medicina
Homem de 58 anos foi diagnosticado com gota há vários anos, mas nunca foi tratado. Relata ter vários ataques a cada ano, cada um dos quais o deixa incapacitado. A maioria de seus ataques foi no 1o metatarso, mas um foi no joelho, momento em que uma aspiração articular confirmou a presença de cristais birrefringentes negativos. Ele tentou febuxostate no passado, mas sentiu náuseas e não está disposto a tentar o medicamento novamente. O histórico também inclui infarto do miocárdio prévio, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica leve. Os medicamentos atuais incluem atorvastatina, losartana, rosiglitazona e aspirina em baixa dose (100 mg/dia). Não há antecedente de nefrolitíase. O exame físico não demonstra artrite e não há tofo. Exames séricos: urato: 9,4 mg/dL; creatinina: 1,3 mg/dL; hemoglobina A1c: 6,8%; teste HLA-B*5801: positivo. A taxa de filtração glomerular estimada é 66 mL/min/1,73 m2 . A melhor conduta recomendada é: 
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Q3367608 Medicina
Homem de 56 anos é avaliado devido exames anormais da função tireoidiana. Ele foi hospitalizado há 1 semana por sepse urinária por Escherichia coli. Devido à hipotermia persistente e episódios de bradicardia, os testes de função tireoidiana foram coletados. O tratamento atual consiste em infusão salina a 0,9%, norepinefrina e cefepima. Ao exame físico: temperatura: 36,1 ºC; pressão arterial: 90 x 50 mmHg; frequência cardíaca: 92/min.; os reflexos tendinosos profundos são normais; não há bócio tireoidiano, nem proptose; a pele é fria e seca. O nível do hormônio estimulante da tireoide é 0,11 μU/L (normal: 0,4 a 4,5); tiroxina livre: 0,8 ng/dL (normal: 0,9 a 1,8).

Nesse paciente, a conduta correta é:
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Q3367607 Medicina
Mulher de 31 anos é diagnosticada com espondiloartrite não radiográfica. Ela é inicialmente tratada com dois diferentes anti-inflamatórios orais em altas doses por 2 meses, mas a dor lombar contínua. No momento, a paciente continua com quadro de 1 hora de rigidez matinal com sensibilidade significativa na articulação sacroilíaca bilateral ao exame. Não há sintomas articulares periféricos e nenhum sintoma ocular ou gastrointestinal.
O melhor próximo passo terapêutico para essa paciente é prescrever
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Q3367606 Medicina
Mulher de 73 anos é vista durante uma avaliação de rotina. Ela toma amiodarona para fibrilação atrial há 1 ano com bom controle, até uma recorrência há 1 semana. Os testes de função tireoidiana eram normais antes de iniciar a amiodarona. Ela está bem e não toma medicamentos adicionais. Ao exame físico: frequência cardíaca: 110/bpm (irregular); os sinais vitais restantes são normais. Além de uma taquicardia irregular, a tireoide e o restante do exame físico são normais. Exames laboratoriais: hormônio estimulante da tireoide: menor que 0,01 μU/mL (normal: 0,4 a 4,5); tiroxina livre: 3,5 ng/dL (normal: 0,9 a 1,8). O ECG mostra fibrilação atrial.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é solicitar
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Q3367605 Medicina
Homem de 34 anos com diabetes mellitus apresenta quadro recente de cefaleia, epistaxe e diminuição da visão. Três dias antes da apresentação, ele havia sido atendido na emergência, tendo iniciou o tratamento para sinusite bacteriana com amoxicilina/clavulonato. Todavia, apesar de tomar o antibiótico adequadamente, a cefaleia piorou. Ao exame físico: há proptose bilateral, e nota-se no palato uma lesão necrótica, de coloração escura (escara palatina). Exames séricos: glicemia: 450 mg/dL; hiato aniônico: 25 mEq/L; pH: 7,12; bicarbonato arterial: 14 mEq/L; leucograma: 16.109/mm3 .
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento antimicrobiano de primeira escolha é:
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Q3367604 Medicina
Mulher de 71 anos apresenta falta de ar, dor torácica pleurítica e edema até o meio das coxas. O histórico é notável para diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, em uso regular de metformina e anlodipina. A angiografia por tomografia evidencia embolia pulmonar, e a anticoagulação plena é iniciada. Exames séricos: albumina sérica: 2,1 g/dL; creatinina: 1,4 mg/dL; hemoglobina 8,5 g/dL. O exame de urina mostra uma razão proteína/creatinina de 1.410 mg/mol (normal: < 30).
Considerando o mais provável diagnóstico, o próximo exame a ser solicitado é: 
Alternativas
Respostas
12221: D
12222: C
12223: A
12224: B
12225: C
12226: D
12227: E
12228: D
12229: D
12230: A
12231: B
12232: B
12233: C
12234: C
12235: D
12236: E
12237: A
12238: E
12239: B
12240: B