Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Tendo isso em vista, assinale a alternativa que apresenta o padrão mais comum de doença pulmonar intersticial que pode ocorrer nessa paciente.
Sobre a doença e o caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Considerando o caso relatado, a evolução das doenças pulmonares, os protocolos de saúde e as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia 2018, assinale a alternativa correta.
Acerca do manejo farmacológico da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) segundo as diretrizes GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. (__)O pilar do tratamento para pacientes sintomáticos é a broncodilatação de longa ação, podendo-se utilizar um LAMA (Antagonista Muscarínico de Longa Ação) ou um LABA (Beta-2 Agonista de Longa Ação).
(__)O uso de Corticosteroides Inalatórios (CI) é indicado como monoterapia inicial para todos os pacientes com DPOC, visando reduzir a inflamação brônquica e prevenir a perda de função pulmonar.
(__)Pacientes classificados no Grupo E (Exacerbadores), que apresentam eosinofilia sanguínea = 300 célulasµL, beneficiam-se da terapia tripla (LABA + LAMA + Corticoide Inalatório) para redução de exacerbações.
(__)A reabilitação pulmonar é recomendada apenas para pacientes em estágio terminal da doença, não trazendo benefícios para aqueles com obstrução moderada ou grave que ainda deambulam.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A limitação ao fluxo aéreo na DPOC é reversível e ocorre principalmente nas vias respiratórias de grande calibre, com melhora significativa após o uso de broncodilatadores.
(__)A teoria da protease-antiprotease explica o desenvolvimento do enfisema, associando excesso de atividade proteolítica à destruição das paredes alveolares, especialmente em indivíduos com deficiência de α1-antitripsina.
(__)A bronquite crônica é definida clinicamente por tosse e expectoração diárias por, no mínimo, três meses em dois anos consecutivos, estando sempre associada à presença de enfisema pulmonar difuso.
(__)Na DPOC, a razão VEF1/CVF inferior a 0,7 é o principal critério diagnóstico espirométrico, mesmo após o uso de broncodilatador.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Paciente masculino, 46 anos, tabagista com carga de 30 maços/ano, procura atendimento por dispneia e tosse seca progressivas há 6 meses. Trabalha há 15 anos com jateamento de areia. A radiografia de tórax revela múltiplos nódulos pulmonares de 3 a 5 mm, com predomínio nos lobos superiores, calcificação em alguns nódulos e linfonodos hilares. A espirometria apresenta os seguintes resultados:
• VEF1/CVF pré-broncodilatador: 0,6; pós-broncodilatador: 0,65;
• CVF pré-broncodilatador: 3,82 L (81% do predito); pós-broncodilatador: 3,8 L (80% do predito);
• VEF1 pré-broncodilatador: 2,3 L (51% do predito); pós-broncodilatador: 2,5 L (54% do predito).
Com base nos achados clínicos, radiológicos e funcionais, quais são os diagnósticos do caso?
Paciente do sexo feminino, 28 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, melhora do quadro clínico na adolescência, mas recidiva há 2 anos, procura atendimento referindo piora dos sintomas nas últimas 4 semanas. Relata episódios diários de tosse seca e sensação de aperto no peito, que ocorrem principalmente à noite e a fazem despertar 2 a 3 vezes por semana. Também descreve limitação para realizar atividades físicas, como subir escadas ou carregar peso, além de uso de medicação de resgate 3 vezes por semana. Está em tratamento com budesonida em baixa dose, com técnica inalatória adequada e boa adesão ao tratamento.
Nesse caso, por se tratar de asma não controlada, deve-se
Paciente do sexo feminino, 53 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e doença arterial coronariana (DAC), é admitida no pronto-socorro com relato de febre, tosse e escarro amarelado há cerca de 3 dias. Ao exame físico, estava lúcida e orientada no tempo e no espaço, com frequência respiratória (FR) de 25 irpm, saturação de oxigênio (SatO₂) de 95%, frequência cardíaca (FC) de 95 bpm, pressão arterial (PA) de 135x95 mmHg, frêmito toracovocal (FTV) aumentado e estertores finos em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revelou consolidação em lobo inferior direito. Relata alergia a amoxicilina.
Diante da hipótese de pneumonia adquirida na comunidade (PAC), o tratamento para o caso clínico apresentado deverá:
Paciente do sexo feminino, 32 anos, portadora de linfangioleiomiomatose, chega ao pronto-socorro com dor súbita no hemitórax esquerdo de início há 1 hora, ventilatório-dependente, associada a dispneia progressiva. A tomografia de tórax de controle realizada há 2 meses apresentou cistos de paredes finas com conteúdo gasoso difusos pelo parênquima pulmonar. Ao exame físico, ela apresenta expansibilidade diminuída, frêmito toracovocal diminuído, timpanismo e murmúrio vesicular abolido em hemitórax esquerdo, além de FR de 25 irpm, FC de 110 bpm, PA de 85x55 mmHg, saturação periférica de O₂ de 90% em ar ambiente e cianose nas extremidades das mãos.
Nesse caso, o diagnóstico e conduta apropriados respectivamente são:
I.A nova classificação aboliu os grupos C e D, unindo todos os pacientes com histórico de exacerbações frequentes (≥ 2 moderadas ou ≥ 1 grave no último ano) em um único grupo, denominado Grupo E (Exacerbador).
II.A classificação espirométrica (GOLD 1 a 4, baseada no Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo - VEF1) deixou de ser usada para avaliar a gravidade da limitação ao fluxo aéreo.
III.Os pacientes com baixa carga de sintomas (mMRC 0-1 ou CAT < 10) e baixo risco de exacerbações (0 ou 1 moderada no último ano) permanecem classificados como Grupo A.
Está correto o que se afirma em: