Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Um homem de 80 anos, institucionalizado, ativo, com reduzida atividade física, consciente e orientado, vem apresentando febre baixa, tosse e sudorese noturna há 3 semanas, com queda do estado geral. Tem apresentado alguns episódios de crise de tosse durante o sono. O exame físico revela raros estertores crepitantes no terço médio e inferior do pulmão direito. A radiografia de tórax é mostrada abaixo.

O tratamento inicial deve incluir preferencialmente
Um homem de 67 anos de idade e com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave compareceu a ambulatório para acompanhamento após internação recente. Por duas vezes nos últimos seis meses, ele havia sido internado em decorrência de falência respiratória e exacerbação da DPOC. Da última internação, ocorrida havia dez dias, ele recebera alta com saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente e sem hipercapnia. No ambulatório, ele relatou apresentar, atualmente, dispneia a pequenos esforços.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item subsecutivo.
A oxigenoterapia em longo prazo é indicada nesse caso, para
reduzir o risco de mortalidade geral.
Um homem de 67 anos de idade e com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave compareceu a ambulatório para acompanhamento após internação recente. Por duas vezes nos últimos seis meses, ele havia sido internado em decorrência de falência respiratória e exacerbação da DPOC. Da última internação, ocorrida havia dez dias, ele recebera alta com saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente e sem hipercapnia. No ambulatório, ele relatou apresentar, atualmente, dispneia a pequenos esforços.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item subsecutivo.
A associação de um beta2-agonista de longa duração com um
anticolinérgico de longa duração e com um corticoide
inalatório é indicada nesse caso, com o objetivo de reduzir a
recorrência das hospitalizações
I. O tratamento com baixa dose diária regular de Corticoide Inalatório (CI) é altamente eficaz na redução dos sintomas de asma e na redução do risco de exacerbações relacionadas à asma, hospitalização e morte. II. Em adultos e adolescentes com asma leve, o tratamento com CI-formoterol de baixa dose, quando necessário reduz o risco de exacerbações graves em cerca de dois terços em comparação com o tratamento somente beta-agonista de curta duração. III. Não se recomenda mais o tratamento da asma em adultos e adolescentes somente com beta-agonista de curta duração.
( ) Para os pacientes ambulatoriais, sem comorbidades, nenhum uso recente de antibióticos, sem fatores de risco para resistência e sem contraindicação ou história de alergia a betalactâmicos e macrolídeos, sugere-se evitar o uso das fluoroquinolonas devido ao recente alerta da agência norte-americana Food and Drug Administration sobre o potencial risco de efeitos colaterais graves. ( ) Em nosso meio, os dados mais recentes apontam que a resistência à penicilina do pneumococo deve ser uma preocupação mesmo para os casos menos graves de PAC ( ) A cobertura antibiótica para patógenos atípicos nos casos de PAC de menor gravidade ainda é controversa, e vários estudos não mostraram vantagens com essa conduta. ( ) Os riscos de infecção por agentes patogênicos resistentes e de falência terapêutica são maiores quando há história de uso de um antibiótico nos três meses anteriores.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Mulher, 24 anos, apresenta quadro de asma parcialmente controlada por parâmetros clínicos e de função pulmonar. Encontra-se, atualmente, em uso inalatório de budesonida 400 mcg duas vezes ao dia. Nega comorbidades como rinite alérgica, tabagismo ou uso de fármacos indutores de broncoespasmo. Exame físico em consulta de rotina: paciente eutrófica e ausculta pulmonar apresenta sibilos esparsos.
Assinale a afirmativa correta.
Homem, 67 anos, com antecedente de tabagismo (40 maços/ano), hipertensão e dislipidemia, refere que, há um mês, apresenta edema associado a hiperemia em face, ao se levantar pela manhã. Refere que há 1 dia, ao tentar carregar um saco de 5 kg de arroz, de seu carro até o elevador, apresentou pré-síncope, com sensação de escurecimento visual e taquicardia. Refere que interrompeu o esforço, sentou-se e, após 10 minutos, apresentou melhora do quadro. Exame físico: PA = 120 x 80 mmHg; FC = 62 bpm; FR = 22 ipm; e SpO2 em ar ambiente = 93%; presença de estase venosa jugular e edema craniofacial, além de edema discreto em membros superiores; membros inferiores com pulsos periféricos palpáveis, simétricos e sem edemas; ausculta cardiopulmonar e exame abdominal sem alterações. Realizado eletrocardiograma que não evidenciou alterações significativas.
Com base no quadro clínico é possível formular uma principal hipótese diagnóstica. Assinale a alternativa que apresenta o exame complementar que mais contribuirá para a confirmação diagnóstica desse paciente.
( ) Em um paciente adulto, a asma não controlada, apesar do uso de corticoide inalatório, a associação de um Beta2- agonista de longa ação é uma boa alternativa. ( ) Na exacerbação de DPOC, o corticoide inalatório é mais eficaz do que o corticoide endovenoso ou oral. ( ) Staphylococcus aureus é um dos agentes infecciosos mais comuns na exacerbação de DPOC. ( ) Não é comum a presença de eosinofilia no sangue periférico da maioria dos pacientes com asma. ( ) Infusão de sulfato de magnésio pode ser benéfico, nos casos refratários de exacerbação de DPOC e crise asmática.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Mulher, 29 anos, sem antecedentes mórbidos, procura atendimento médico com queixa de tosse e febre vespertina há 1 mês, com expectoração em moderada quantidade. Esporadicamente apresenta escarros hemoptoicos. Apresenta também dor em hemitórax esquerdo, tipo aperto e ventilatório-dependente, desde o início do quadro. Exame físico: regular estado geral, T= 38,1 ºC, FC = 112 bpm, FR = 18 ipm, PA = 100 x 70 mmHg, SpO2 em ar ambiente = 95%; ausculta pulmonar com roncos difusos e estertores subcrepitantes em ápice pulmonar direito.
Considere que foi realizada uma radiografia de tórax, não diagnóstica, na admissão da paciente. A próxima conduta será
Homem, 69 anos, tabagista de longa data (45 maços/ ano) tendo parado há 1 ano, quando foi diagnosticada doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Nos últimos dois anos tem apresentado vários episódios gripais, e duas visitas ao pronto atendimento, sendo tratado com antibióticos, com melhora parcial. Refere que nas duas últimas gripes foi tratado com antibiótico e corticoide, sem necessidade de internações hospitalares. Apresenta dispneia ao subir escadas e ao caminhar por mais de 5 minutos. Traz os seguintes exames complementares: espirometria: CVF 3L (79%); VEF1: 1,02L (48%) e VEF1/CVF: 34%; radiografia de tórax: normal; tomografia de Tórax: sinais de enfisema centrolobular.
(CVF – capacidade vital forçada; VEF1 – volume expiratório forçado do primeiro segundo)
Assinale a alternativa que apresenta a opção terapêutica correta para o paciente.
Mulher, 32 anos, refere que foi madrinha em um casamento há 3 dias e que dançou a noite inteira na festa. Após 48 horas, passou a apresentar dor muscular, febre de até 38ºC e dor ventilatório-dependente em hemitórax D. Nega uso de medicamentos nos últimos seis meses. Exame físico: paciente febril, 37,9 ºC, em bom estado geral; FC = 92 bpm; FR = 18 ipm; SpO2 em ar ambiente = 96%; PA 100 x 60 mmHg; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar presença de estertores subcrepitantes em base pulmonar D. Foi realizada radiografia de tórax que está ilustrada a seguir.

Assinale a alternativa com a opção terapêutica correta.