Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Homem, 82 anos, sofreu queda da própria altura há 30 minutos. Tropeçou e sofreu queda frontal com colisão do rosto contra o chão. Familiares trouxeram para o hospital. Colocado colar cervical na admissão. Apresenta via aérea pérvia apesar da perda de dentes incisivos e diversas escoriações em face, está com máscara de oxigênio, estável hemodinamicamente, pupilas isocóricas e fotorreagentes, escala de coma de Glasgow de 15, sem outras lesões. Na avaliação secundária, apresenta força muscular grau 2 em membros superiores e grau 4 em membros inferiores, além de redução de sensibilidade em membros superiores e inferiores.
O diagnóstico é:
Paciente sexo feminino, 83 anos, casada, escolaridade superior completo (professora universitária), vem a consulta com queixa de perda de memória há cerca de 2 anos. Sem outras queixas. Está acompanhada do esposo, que confirma a queixa. Ele refere que ela frequentemente tem esquecido o fogão aceso, está com dificuldade de usar o cartão, pois não lembra a senha e tem esquecido de tomar os seus remédios. Paciente tem antecedentes de hipotireoidismo e hipertensão arterial. Tem déficit auditivo e faz uso irregular da prótese auditiva. Sedentária. Faz uso de: levotiroxina 50 mcg e losartana 50 mg/dia. Exame físico sem alterações. Foi realizado teste cognitivo com o seguinte resultado: MEEM 22/30.
Com base no caso clínico, assinale a alternativa que contempla a principal hipótese diagnóstica e conduta inicial mais adequada.
Homem de 42 anos, com diagnóstico prévio de miastenia gravis generalizada, é admitido ao pronto-socorro com fraqueza muscular progressiva há dois dias. Ao exame físico, ele apresenta ptose palpebral bilateral, voz nasal e dificuldade em elevar os braços acima da cabeça. Nas últimas horas, desenvolveu dispneia grave e dificuldade para engolir. A gasometria arterial revela:
• pH: 7,32.
• pCO2 : 50 mmHg.
• pO2 : 70 mmHg.
• Bicarbonato: 24 mEq/L.
A força vital medida à beira do leito é de 12 mL/kg (valor de referência > 20 mL/kg). O paciente está em uso de prednisona e piridostigmina. A próxima intervenção mais apropriada será
Mulher de 45 anos, previamente saudável, é levada ao pronto-socorro após uma convulsão tônico-clônica generalizada. Segundo os familiares, ela vinha se queixando de cefaleia intensa, náuseas e vômitos há dois dias, além de apresentar episódios de confusão mental e alteração de comportamento nas últimas 24 horas. Ao exame físico, não foram identificados déficits neurológicos focais. A tomografia computadorizada de crânio foi normal. Exames laboratoriais de urgência revelaram:
• Sódio sérico: 115 mEq/L.
• Osmolalidade sérica: 235 mOsm/kg.
• Osmolalidade urinária: 550 mOsm/kg.
• Sódio urinário: 90 mEq/L.
Com base no quadro clínico, exames laboratoriais e no risco potencial de complicações neurológicas, a abordagem terapêutica inicial mais apropriada, considerando a gravidade da hiponatremia e a causa provável, é
Considere um paciente do sexo masculino, de 49 anos de idade, usuário de testosterona via intramuscular, internado para tratamento de espondilodiscite. Foi instituída terapia empírica com vancomicina após coleta de hemoculturas, que resultaram negativas, e o paciente se manteve sem melhora clínica até que, no quinto dia de internação, desenvolve déficit motor em membro inferior esquerdo.
Entre as condutas necessárias, NÃO está
Um homem de 64 anos procura o pronto atendimento com queixa de cefaleia iniciada há 4 dias. A dor é predominantemente hemicraniana, variando em intensidade entre 7 e 9 em uma escala de 0 a 10. A cefaleia é associada a náuseas e fotofobia. O paciente relata que tem utilizado dipirona 4x/dia para controle da dor. Nega febre, sintomas respiratórios, digestivos ou urinários. Sem outras queixas no período. Nega episódios prévios de cefaleia. Antecedente: hipertensão arterial sistêmica, em uso de hidroclorotiazida; sem outras comorbidades ou sintomas prévios. Os sinais vitais à entrada são: FC: 80 bpm, FR: 16 irpm, PA: 144 × 82 mmHg e T: 36,5 ºC. Ao exame neurológico, apresenta nível e conteúdo da consciência sem alterações, força grau 5 nos quatro membros, sem déficits de nervos cranianos e sem sinais de irritação meníngea.
Com base no caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta nesse momento.
Lactente de 8 meses apresenta, há cerca de duas semanas, episódios de flexão repentina dos braços e pernas, seguidos de uma rápida extensão do corpo, mais frequentemente após as refeições. Não há outros sintomas associados. O exame físico revela um desenvolvimento neuropsicomotor atrasado e sinais de irritabilidade.
Qual a conduta apropriada para investigação diagnóstica e correto manejo dessa criança?
Menina de 10 anos com queixa de episódios recorrentes de dor de cabeça, geralmente latejante, mais de um lado, associada a náuseas e sensibilidade à luz e ao som. Ela também menciona que esses episódios costumam durar de 4 horas a 3 dias e são acompanhados por irritabilidade e perda de apetite durante os episódios. Não há história prévia de trauma craniano, febre ou sinais neurológicos focais.
Com base nas informações fornecidas, qual é o diagnóstico mais provável para as cefaleias dessa paciente?
Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que descreve, corretamente, o diagnóstico e o tratamento.
Qual é o diagnóstico e quais condutas devem ser tomadas nesse momento?
I. Melhora dos sintomas com atividades que envolvem movimento repetitivo do pulso;
II. Dor e parestesia (sensação de formigamento) na palma da mão e nos dedos;
III. Presença de rash cutâneo na região afetada.
Das assertivas, pode-se afirmar que: