Questões de Concurso Sobre medicina intensiva em medicina

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Q3994219 Medicina
    J.R.F., menino de 4 anos, previamente hígido, é trazido à emergência por febre alta (40 °C) com início há 12 horas. No exame, encontra-se taquicárdico (FC: 165 bpm), com enchimento capilar > 4 segundos, extremidades frias e pulso periférico fino. A pressão arterial está dentro dos parâmetros normais para a idade. Não há evidências de sobrecarga hídrica. O hospital dispõe de unidade de terapia intensiva pediátrica com acesso a suporte avançado. Qual deve ser a conduta inicial mais apropriada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3976846 Medicina
Após um TCE (traumatismo cranioencefálico) grave, um idoso apresenta a abertura ocular somente após estímulo no leito ungueal, emite alguns sons incompreensíveis e realiza movimento de retirada do estímulo doloroso. Considerando a Escala de Coma de Glasgow, a pontuação adequada, nesse caso, será: 
Alternativas
Q3969120 Medicina
Pneumonia adquirida na comunidade: quais critérios definem pneumonia grave para considerar UTI segundo IDSA/ATS 2019? 
Alternativas
Q3969113 Medicina
Homem 64 anos com choque séptico (PA 80/50, lactato 5,0 mmol/L), provável foco pulmonar. Qual conjunto de ações nas primeiras horas tem melhor suporte por diretrizes atuais?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2026 - UNIFIPA - Medicina 3º Ano |
Q3967669 Medicina
Um homem de 58 anos, hipertenso e obeso, é internado com dispneia intensa e hipoxemia por infecção por SARS-CoV-2. Evolui com hipotensão, taquicardia, extremidades frias e saturação de oxigênio em queda progressiva, necessitando de ventilação mecânica. Exames laboratoriais mostram elevação de dímero-D, trombocitopenia e aumento de marcadores inflamatórios. Paciente vai a óbito e a necropsia evidencia microtrombos difusos em capilares pulmonares e áreas de necrose hemorrágica em parênquima pulmonar e renal.

Assinale a alternativa que descreve corretamente o mecanismo fisiopatológico predominante neste caso.
Alternativas
Q3967210 Medicina
Na emergência do pronto-socorro infantil de um hospital de alta complexidade, é atendida Luara, 5 anos, previamente saudável, trazida pela mãe com quadro de febre e prostração há algumas horas. A criança apresenta-se, ao exame, em regular estado geral, sonolenta (escala de coma de Glasgow de 12), taquicárdica, taquipneica, com petéquias difusas em tronco e membros, tempo de enchimento capilar 4 segundos e pulsos finos. Pressão arterial: 70 x 30 mmHg (PAm 43 mmHg); SatO2 88% em ar ambiente / 95% sob máscara não reinalante 15 L/min. São solicitados exames para investigação de disfunção orgânica e prescrito ceftriaxone.

Considerando os critérios do escore de sepse de Phoenix, assinale a alternativa que indica o diagnóstico do caso e a conduta recomendada em relação à reposição volêmica.



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Alternativas
Q3967186 Medicina
Durante o plantão na emergência pediátrica, o pediatra é chamado para avaliar uma criança admitida com bronquiolite por vírus sincicial respiratório e insuficiência respiratória aguda, intubada há cerca de 60 minutos. Cânula orotraqueal (COT) bem posicionada na radiografia pós-intubação. Ao chegar, o profissional constata que a criança apresenta bradicardia e queda de saturação, além de redução da expansibilidade, com murmúrio vesicular ausente e timpanismo à percussão em hemitórax esquerdo. Exame pulmonar em hemitórax direito sem alterações.
Quais são, respectivamente, a principal hipótese diagnóstica para a complicação apresentada por esta paciente e a conduta indicada?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Neurologia |
Q3967116 Medicina
Um homem de 35 anos sofre traumatismo cranioencefálico grave após acidente automobilístico. Dá entrada no hospital em coma profundo (ECG = 3), sendo submetido à intubação orotraqueal e medidas de suporte avançado. A tomografia computadorizada de crânio evidencia edema cerebral difuso com sinais de hipertensão intracraniana.
Após 48 horas de internação em UTI, o paciente mantém-se em coma irresponsivo, sem uso de sedativos, com estabilidade hemodinâmica. Ao exame neurológico, observa-se: ausência de resposta motora supraespinhal, pupilas fixas, ausência de reflexos córneo-palpebral, oculocefálico e oculovestibular e ausência de reflexo de tosse.
Considerando o diagnóstico de morte encefálica, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3966930 Medicina
Um lactente de 18 meses de idade é levado ao pronto- -socorro com história de febre (39.5 ºC) há 2 dias, tosse produtiva e irritabilidade progressiva. Os pais relatam que ele está menos responsivo e tem aceitado mal a alimentação. Há suspeita clínica de infecção respiratória. Ao exame físico, o paciente apresenta-se taquicárdico (FC 160 bpm), taquipneico (FR 55 ipm), com tempo de enchimento capilar de 4 segundos e pulsos periféricos finos. A pressão arterial média (PAM) é de 35 mmHg. A saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente, e ele está recebendo oxigenoterapia com cateter nasal. A escala de coma de Glasgow (ECGlasgow) é 9. Os exames laboratoriais iniciais mostram lactato sérico de 10 mmol/L e plaquetas de 90.000/µL.
Com base nos critérios atuais para a classificação de sepse em Pediatria (Phoenix Sepsis Score), qual é o diagnóstico mais adequado para a situação atual do paciente?
Alternativas
Q3966928 Medicina
Três socorristas do time de resposta rápida (TRR) do hospital estão reanimando uma paciente de 4 anos de idade internada em uma enfermaria, que está em parada cardíaca por assistolia há 4 minutos. A criança já está intubada com uma cânula sem balonete (cuff), e a relação massagem cardíaca e ventilação não está sendo realizada de forma sincronizada. O socorrista da massagem está fazendo uma frequência de 110/min, e o socorrista da ventilação com bolsa valva e reservatório de oxigênio está fazendo 15 a 20 incursões por minuto. O socorrista que está comprimindo o tórax, o faz com uma profundidade de cerca de 5 cm.
Qual das orientações é a mais correta para adequar esse atendimento às recomendações mais atuais?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Clínica Médica |
Q3966585 Medicina
Mulher, 74 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr, FEVE 28%), etiologia isquêmica, classe funcional NYHA III, em uso irregular de furosemida e carvedilol, dá entrada na emergência com dispneia progressiva há três dias, ortopneia, oligúria nas últimas 12 horas. Relata astenia intensa e fraqueza.
Ao exame:

• PA: 86 x 54 mmHg; FC: 118 bpm; FR: 28 irpm; SatO₂: 88% em ar ambiente; Extremidades frias e pegajosas; TEC: 4 segundos; Turgência jugular: ++/4+; Estertores crepitantes até 1/3 médio de campos pulmonares; Edema MMII: 3+/4+.
• Gasometria arterial (O₂ suplementar 4 L/min): pH: 7,31; HCO₃⁻: 18 mEq/L; Lactato: 4,2 mmol/L.
• Creatinina: 2,1 mg/dL (baseline 1,2); BNP: elevado; ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST; POCUS: VE dilatado, hipocontrátil; VCI > 2,2 cm com colapsabilidade < 20%.
• Classificação clínica: perfil hemodinâmico “frio e úmido”.

A conduta hemodinâmica inicial mais apropriada é 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Anestesiologia |
Q3965483 Medicina
As estratégias modernas de ressuscitação volêmica no choque circulatório estão se afastando da administração empírica de volumes intravenosos e se voltando para uma abordagem racional. Há muitos marcadores indiretos utilizados como indicadores de perfusão de órgãos-alvo, mas todos apresentam limitações e fatores de confusão.
Sabe-se, atualmente, que os marcadores mais comumente utilizados no choque são a verificação de 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Anestesiologia |
Q3965475 Medicina
A primeira medida a ser tomada, uma vez diagnosticada parada cardiorrespiratória (PCR) súbita, sem causa hipóxica, é realizar
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Anestesiologia |
Q3965471 Medicina
Homem, 35 anos, sofre acidente e é encaminhado à emergência com traumatismo cranioencefálico, alternando acentuadamente o nível de consciência.
A resultante da equação pressão arterial média menos pressão intracraniana deve ser mantida, nas primeiras 48 a 72 horas, após traumatismo cranioencefálico em adultos, na faixa alvo de
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Anestesiologia |
Q3965465 Medicina
Diversos fatores contribuem para a formação de atelectasia alveolar durante anestesia geral. A utilização de um volume corrente do paciente já foi sugerida para reverter a atelectasia durante a anestesia.
Assinale a opção que indica a pressão de insuflação considerada adequada e o tempo de duração dessa insuflação sustentada tidos como suficientes, atualmente, para abrir com sucesso quase todos os alvéolos atelectasiados induzidos pela anestesia geral.
Alternativas
Q3965302 Medicina
KCC feminino 35 anos, dengue confirmada, em unidade de terapia intensiva, evolui com choque. Recebeu duas fases de expansão com soro fisiológico conforme protocolo, sem reversão do quadro. Permanece com sinais de hipoperfusão. Hematócrito encontra-se em ascensão após reposição volêmica adequada. Não há sangramento externo evidente. Qual deve ser a próxima intervenção volêmica indicada?
Alternativas
Q3965115 Medicina
Homem, 56 anos de idade, sofreu queda da própria altura com impacto direto do dorso nasal contra o solo. Apresenta-se com epistaxe volumosa há cerca de 5 minutos. Ao exame inicial, apresenta-se agitado e confuso, com voz abafada, eliminando coágulos pela cavidade oral. Apresentando sangramento ativo pela fossa nasal esquerda. Apresenta pulsos periféricos finos, extremidades frias. PA de 92x50 mmHg, FC de 128 bpm, SpO2 de 90% em ar ambiente. Diante desse quadro, qual deve ser a primeira medida a ser instituída?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Pediatria |
Q3964653 Medicina

Pré-escolar, feminino, dois anos, é trazida à UTI apresentando febre há 3 dias, tosse produtiva, dificuldade respiratória, redução da aceitação alimentar e prostração.


Ao exame: mau estado geral, apática e gemendo, batimento de asas nasais, palidez cutânea, livedo reticular e temperatura de 39°C; FR: 60 irpm, FC: 160 bpm, PA 65 × 30 mmHg e SpO₂ 92% em ar ambiente; crepitações em hemitórax esquerdo, com tiragem intercostal e subdiafragmática; bulhas rítmicas e taquicárdicas, sem sopros; fígado palpável no rebordo costal direito; extremidades frias e tempo de enchimento capilar de 6 segundos. Está recebendo O2 e foi medicada com dipirona, sem alteração do quadro.


A conduta imediata é

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Medicina Intensiva |
Q3964622 Medicina
Um homem de 35 anos com histórico de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase apresenta-se no pronto-socorro após uma colisão de motocicleta. Ele apresenta várias lacerações por todo o corpo e elas foram cuidadosamente suturadas sob anestesia local.
Durante a reparação de suas lacerações, ele torna-se cianótico e observa-se uma SpO2 de 85%. É então colocado em uma máscara de não reinalação sem melhora na saturação. Uma gasometria arterial mostra pH de 7,38, PCO2 de 38 mm Hg e PO2 de 360 mm Hg.

Das seguintes opções, o tratamento mais apropriado para a condição desse paciente é 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Medicina Intensiva |
Q3964620 Medicina
A hipertensão intra-abdominal (HIA) e a síndrome compartimental abdominal (SCA) são condições críticas que podem levar a falência orgânica múltipla e morte. Em relação ao tema, avalie as afirmações a seguir.

I. A APP é calculada pela fórmula: APP = PAM – PIA, sendo considerada adequada quando ≥ 60 mmHg.
II. A HIA grau II corresponde a valores de PIA entre 16 e 20 mmHg.
III. A SCA é caracterizada por PIA ≥ 20 mmHg associada a disfunção orgânica, e a laparotomia descompressiva frequentemente é o tratamento definitivo.
IV. Medidas conservadoras para reduzir a HIA incluem sedação, uso de relaxantes musculares, drenagem de líquidos intraluminais e restrição de fluidos.
V. A mensuração da PIA deve ser realizada preferencialmente pela via vesical, com o paciente em decúbito dorsal e após instilação de até 25 mL de solução salina na bexiga.

Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Respostas
561: D
562: B
563: C
564: A
565: C
566: E
567: A
568: C
569: C
570: D
571: C
572: D
573: E
574: D
575: E
576: B
577: B
578: E
579: B
580: E