Questões de Concurso Sobre medicina intensiva em medicina

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Q4072832 Medicina
A morte coloca em questão a competência do médico, suas suposições inconscientes quanto à onisciência da ciência médica moderna e a natureza de seu papel, como prestadores de atendimento. Neste momento é levantado as questões ao significado da vida, morte e imortalidade. Pode minar a comunicação com os pacientes e seus familiares, levando a um crescente isolamento e desespero. É neste momento que se diz erroneamente “nada mais pode ser feito”, porém, é o momento de aliviar o sofrimento e elaborar programas de apoio, individualmente, ajustados.
Sobre os tratamentos de pacientes em cuidado paliativo, assinale a alternativa incorreta, no que se refere as orientações para o controle dos sintomas.
Alternativas
Q4072662 Medicina
A análise do padrão pupilar é fundamental na avaliação do paciente comatoso. As pupilas devem ser examinadas quanto ao seu tamanho e formato. Os reflexos pupilares à luz são testados em cada pupila individualmente. Pupilas puntiformes não reativas podem ser observadas após lesão da seguinte área:
Alternativas
Q4072633 Medicina
Homem, 54 anos, portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica (CHILD B9) e doença vascular periférica, evolui há 3 horas com episódios de hematêmese, dando entrada no pronto-socorro. À entrada, encontrava-se torporoso (Glasgow 13), flapping; PA: 80 x 40; FC: 110; FR: 22; St: 94%; aparelho cardiopulmonar sem alterações; e, abdômen com fígado com bordas rombas; presença de varizes em parede abdominal; e, sem ascite. Considerando as opções relacionadas, qual a melhor conduta inicial? 
Alternativas
Q4072564 Medicina
As indicações de ventilação mecânica incluem, EXCETO:
Alternativas
Q4072558 Medicina
“O uso da ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.”
(III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica, 2007.)

São consideradas contraindicações para a ventilação não invasiva, EXCETO:
Alternativas
Q4072553 Medicina
Ao se aplicar um estímulo doloroso (estímulo de pressão), o paciente apresentou uma postura de adução com flexão dos membros superiores, rotação interna dos membros inferiores e flexão plantar. Tal postura é descrita como: 
Alternativas
Q4072533 Medicina
A situação hipotética a seguir contextualiza a questão. Leia-a atentamente.

“Paciente,sexo feminino, 35 anos, foi vítima de acidente automobilístico e apresenta fratura exposta do fêmur direito e queimadura em cerca de 30% da superfície corpórea, pois ficou presa às ferragens até ser resgatada das chamas pelos bombeiros. O acidente ocorreu há duas horas. A paciente será submetida à fixação da fratura e à abordagem pela cirurgia vascular por suspeita de lesão arterial associada.”
Considerando-se alterações fisiológicas durante a fase inicial do grande queimado, NÃO se espera que ocorra nessa paciente: 
Alternativas
Q4070444 Medicina
Toda intervenção cirúrgica implica um trauma, que é proporcional à extensão, à singularidade ou à mutiplicidade dos procedimentos realizados que, em conjunto com as condições do paciente, como idade, estado nutricional, doença básica e associadas, determinam uma resposta orgânica esperada ao trauma cirúrgico para cada caso.
Os desvios do padrão de recuperação pós-operatória esperados para cada caso são considerados complicações, muitas vezes comum nos atendimentos de urgência e emergência dos traumas de face. 

(07) A causa mais frequente de choque no pós-operatório é a hipovolemia. A perda aguda de sangue, com uma redução de aproximadamente 30% do volume sanguíneo circulante, sem uma correspondente reposição, pode resultar em um estado de choque hipovolêmico. O volume circulante inadequado tem repercussão sobre diversos órgãos e sistemas, particularmente rins, fígado, pulmões, cérebro e sistema capilar periférico. Do ponto de vista clínico e laboratorial, os principais dados para o diagnóstico são: palidez, pele úmida e fria, redução da elasticidade, boca seca, aumento da frequência respiratória, taquicardia, hipotensão arterial, pressão venosa central (PVC) baixa e oligúria.
(10) A principal causa de choque cardiogênico no pós-operatório é a falência cardíaca consequente à isquemia miocárdica. Outras causas são secundárias ao tamponamento cardíaco, compressão ao nível torácico, como também a excessiva administração de líquidos ou soluções hipertônicas, particularmente em pacientes idosos ou os portadores de doenças do coração. Os parâmetros clínicos e laboratoriais, como o traçado eletrocardiográfico e a pressão venosa central (PVC), são dados que podem ser utilizados para o diagnóstico e o tratamento. O tratamento tem como base melhorar a oxigenação e não aumentar a frequência cardíaca. 
(15) O choque séptico resulta da invasão sistêmica de bactérias ou de suas toxinas a partir de um foco infeccioso isolado ou múltiplo. O quadro clínico evolui a partir de uma síndrome séptica, caracterizada por hipoperfusão associado à oligúria e alteração do nível de consciência, Clinicamente se apresenta de duas formas; uma com taquicardia, hipertermia e circulação hiperdinâmica com rubor. Na outra forma, o paciente se apresenta com baixo débito cardíaco e palidez pela vasoconstrição periférica, habitualmente associado à hipovolemia. Em cirurgia, o choque séptico pode advir do manuseio de um foco infeccioso.
(20) As principais complicações neurológicas são acidentes vasculares cerebrais (AVC). O principal grupo de risco de acidentes vasculares são os pacientes idosos, hipertensos, com arterosclerose. Períodos de hipotensão com redução da perfusão cerebral no pré, trans e pós-operatório imediato são fatores predisponentes de AVC. A hipoglicemia prolongada e o edema cerebral devem ser combatidos, evitando-se lesões graves. A adequada oxigenação pode ser a terapia indicada. 

Assinale a alternativa que indica o somatório de pontos CORRETOS. 
Alternativas
Q4068351 Medicina
A septicemia ou sepse, uma infecção sistêmica da corrente sanguínea que produz manifestações clínicas aparentes, pode evoluir a um choque séptico, ou seja uma forma fatal de choque, resultante de uma septicemia não controlada. Os fatores de risco incluem hospitalização, procedimentos invasivos, idade avançada, traumas e queimaduras. A fisiopatologia do choque séptico não é compreendida completamente; é resultado de uma reação a uma endotoxina que ativa a liberação de mediadores químicos e hormonais, podendo apresentar um colapso vascular, evoluindo para o óbito. São considerados os achados mais comuns neste tipo de patologia, EXCETO:
Alternativas
Q4065828 Medicina
Adolescente, diabética e com história de infecção urinária de repetição, foi internada com quadro de febre, calafrios e mal-estar. Referia que este ano já havia apresentado três outros episódios de infecção e que nos dois últimos havia sido tratada com antibiótico injetável devido à ausência de resposta ao tratamento oral. Na última cultura realizada, havia crescido Pseudomonas aeruginosa mais de 1.000.000 ufc/ml resistente a cefepime, ciprofloxacina e gentamicina e com resistência intermediária a imipenem/cilastatina.
Ao exame físico, apresentava taquicardia, palidez cutânea, extremidades frias, temperatura de 39,3ºC. Ausculta cardíaca era normal, com frequência cardíaca de 138 bpm e PA: 85 x 50 mmHg.
No aparelho respiratório, o murmúrio vesicular estava diminuído em bases. O abdome era doloroso em quadrantes superiores e apresentava sinal de Giordano positivo. Realizou hemograma que mostrou 32.100 leucócitos (87% segmentados, 8% linfócitos, 5% monócitos); hemoglobina de 14,2g/dl; hematócrito de 42,1% e plaquetas 89.000. Sumário de Urina mostrava pH: 5,0; densidade: 1021; 32 leucócitos/campo, com várias bactérias e nitrito positivo.
Diante desse caso, qual das afirmativas abaixo apresenta melhor conduta a ser tomada? 
Alternativas
Q4065822 Medicina
Um paciente de 48 anos, sabidamente HIV positivo, abandonou o tratamento medicamentoso e seguimento médico há 8 anos. Há 3 meses, vem apresentando diarreia intermitente, perda de peso, queda do estado geral e astenia. Fez vários atendimentos em serviços de emergência, sendo medicado e liberado sem retornar ao médico infectologista. Há 10 dias, iniciou quadro de febre sem um padrão específico, piora da astenia e da diarreia, além de referir há 4 dias disfagia importante, sangramento nas fezes e turvação visual. Procurou atendimento médico, quando não conseguia mais deambular devido à fraqueza e dificuldade para se alimentar. Ao exame, apresentava-se caquético, desidratado 3+/4+, taquidispneico 2+/4+, hipocorado 3+/4+, taquicárdico, embora ainda consciente e orientado. O ritmo cardíaco era regular, com pulso finos e céleres, frequência cardíaca de 128 bpm, PA 70 x 45 mmHg. A ausculta pulmonar estava normal, com frequência respiratória de 32ipm e saturação de 97%. Exames laboratoriais mostravam 1.230 leucócitos (82% segmentados, 6% linfócitos, 1% eosinófilos e 11% de monócitos), hemoglobina de 6,7g/dl, plaquetas de 34.000. Ureia de 89 mg/dl, creatinina de 2,8 mg/dl, potássio de 2,3 mEq/l e a Gasometria arterial: pH: 7,27, PCO2: 25 mmHg, PO2: 89 mmHg, HCO3: 13 mmol/L, lactato: 4,8 mg/dl.
Diante deste caso, a conduta a ser tomada é a seguinte:
Alternativas
Q4065380 Medicina
Um paciente que chega a um serviço de urgência com crises epilépticas prolongadas e persistentes, sendo diagnosticado com estado de mal epiléptica, deve receber tratamento racional que siga uma sequência baseada nas melhores evidências para aumentar a possibilidade de sucesso.
Na sequência abaixo, qual é a opção mais acertada no estado de mal epiléptico?
Alternativas
Q4065366 Medicina
Os exames complementares são obrigatórios nos protocolos de morte encefálica após dois exames clínicos e teste de apneia positivo. Sobre os resultados dos principais exames pode-se afirmar que o diagnóstico estaria CORRETAMENTE confirmado na ocorrência de 
Alternativas
Q4065358 Medicina
Caso clínico 1


Paciente, 20 anos, sexo masculino, procedente de hospital de Ibimirim-PE, é admitido em unidade de trauma com história de colisão moto x carro há 8h. Paciente estava na moto e não usava capacete, segundo equipe socorrista. Veio acompanhado de médico, enfermeira, técnica de enfermagem e motorista da ambulância. Informaram não possuírem materiais adequados e exames de imagem no hospital de origem. Não sabiam informar o “Glasgow” de chegada do paciente, e este foi trazido vestido com a roupa que estava no acidente. Ao exame: hipocorado, ferimento de couro cabeludo (exposto e sem curativo), cortocontuso profundo e sangrante (lesão arterial visível) em região parietal esquerda, equimoses e abaulamento em hemitórax esquerdo, múltiplas escoriações superficiais em face e extremidades. Trazido com 2 acessos venosos periféricos em punhos, correndo soro fisiológico 0,9% 500ml cada, com cateter nasal de O2 7L/min, sem colar cervical e sem monitorização. Retira, à dor, o membro superior esquerdo, não movimenta membros superior e inferior direitos. Emite “grunhidos”, apresenta movimentos respiratórios apenas em hemitórax direito, sonolento, não abre os olhos, edema bipalpebral bilateral importante, discreta anisocoria, reflexo fotomotor presente e débil bilateralmente e sem reflexos corneanos. 




Segue sua TC (tomografia computadorizada) de crânio abaixo:



Mediante tomografia computadorizada (TC) de crânio e quadro clínico apresentado, qual é sua lesão principal, qual sua pontuação na escala de Marshall, qual mais provável local de herniação e qual conduta mais adequada a ser tomada pelo(a) neurocirurgião(ã) após manejo inicial ao politraumatizado pelo(a) cirurgião(ã) geral ou médico(a) emergencista?
Alternativas
Q4065356 Medicina
Caso clínico 1


Paciente, 20 anos, sexo masculino, procedente de hospital de Ibimirim-PE, é admitido em unidade de trauma com história de colisão moto x carro há 8h. Paciente estava na moto e não usava capacete, segundo equipe socorrista. Veio acompanhado de médico, enfermeira, técnica de enfermagem e motorista da ambulância. Informaram não possuírem materiais adequados e exames de imagem no hospital de origem. Não sabiam informar o “Glasgow” de chegada do paciente, e este foi trazido vestido com a roupa que estava no acidente. Ao exame: hipocorado, ferimento de couro cabeludo (exposto e sem curativo), cortocontuso profundo e sangrante (lesão arterial visível) em região parietal esquerda, equimoses e abaulamento em hemitórax esquerdo, múltiplas escoriações superficiais em face e extremidades. Trazido com 2 acessos venosos periféricos em punhos, correndo soro fisiológico 0,9% 500ml cada, com cateter nasal de O2 7L/min, sem colar cervical e sem monitorização. Retira, à dor, o membro superior esquerdo, não movimenta membros superior e inferior direitos. Emite “grunhidos”, apresenta movimentos respiratórios apenas em hemitórax direito, sonolento, não abre os olhos, edema bipalpebral bilateral importante, discreta anisocoria, reflexo fotomotor presente e débil bilateralmente e sem reflexos corneanos. 




Segue sua TC (tomografia computadorizada) de crânio abaixo:



Qual a pontuação do paciente nas seguintes escalas: escala de coma de Glasgow (ECG), escala de coma de Glasgow com resposta pupilar (ECG-P) e escala de coma FOUR, e a mais provável lateralidade da anisocoria, respectivamente?
Alternativas
Q4065225 Medicina
Feminino, 45 anos, no pós-operatório tardio de dermolipectomia. Evoluiu com dor e edema de membro inferior, dor torácica, dispneia e hipotensão arterial. Apresentou parada cardiorrespiratória na sala de urgência. Foi indicada a tromboembolectomia mecânica de urgência. Qual é a pressão da artéria pulmonar que aumenta a mortalidade associada à angiografia pulmonar, usando injeção de bomba injetora e com grande volume de contraste?
Alternativas
Q4065017 Medicina
São indicações de ECMO-VV (membrana de oxigenação extracorpórea veno-venosa) as citadas abaixo, EXCETO 
Alternativas
Q4064461 Medicina
Qual dos fatores abaixo pode estar associado com melhor prognóstico e menor risco de morte cerebral após um dano cerebral associado à parada cardiorrespiratória?
Alternativas
Q4064070 Medicina
“Prolongar a vida de paciente em estado grave e com prognóstico bastante desfavorável a todo custo, causando morte prolongada e sofrimento”.
A afirmativa acima se refere à
Alternativas
Q4061424 Medicina
Nos protocolos atuais de ressuscitação hemostática no trauma, a administração de concentrado de hemáceas, plasma fresco congelado e plaquetas deve idealmente ser realizada na seguinte proporção: 
Alternativas
Respostas
2521: C
2522: D
2523: D
2524: A
2525: D
2526: C
2527: D
2528: A
2529: C
2530: A
2531: D
2532: B
2533: C
2534: D
2535: E
2536: B
2537: E
2538: C
2539: B
2540: E