Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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• EDA classificação endoscópica de Los Angeles Grau D e Hérnia hiatal >5cm.
• Manometria esofágica: esfíncter esofágico inferior com pressão de repouso menor do que 6 mmHg e comprimento total inferior a 2 cm. O corpo esofágico apresenta propagações peristálticas eficazes em menos 30% dos episódios de deglutição avaliados.
Qual a melhor conduta terapêutica a ser oferecida nesse caso?
I. Coagulopatia grave, idade >60 de anos, transfusão >6 unidades de concentrado de hemácias e hipotensão postural ou choque são fatores de risco para ressangramento e mortalidade.
II. A classificação Forrest Grau IIb apresenta risco intermediário de ressangramento.
III. A terapia endoscópica está indicada em ulceras com classificação Forrest IIc e III.
IV. A administração prévia de doses elevadas de Inibidores da Bomba de Prótons EV antes de uma endoscopia está associado a uma menor frequência de achados endoscópicos de alto risco, diminuindo a necessidade de intervenções endoscópicas.
I. A Hérnia de Pantaloon é uma hérnia mista com componente direto e indireto.
II. Mediante a técnica TEP de reparo laparoscópico das hérnias inguinais, a dissecção pré-peritoneal é mais demorada e o risco potencial de lesão visceral aumenta.
III. A classificação Nyhus III C corresponde a uma hérnia recidivada femoral.
IV. Uma hérnia por deslizamento ocorre quando um órgão interno compõe uma porção da parede do saco herniário.
V. A hérnia umbilical infantil, em geral, apresenta fechamento espontâneo antes dos 2 anos de idade. Entretanto, quando persiste além dos 5 anos de idade, é comum que seja indicada cirurgia reparadora, apesar das complicações associadas a essas hérnias em crianças serem raras.
I. Classicamente, os principais determinantes do resultado satisfatório após a portoenterostomia são a idade na operação inicial, a obtenção bem-sucedida do fluxo biliar pós-operatório, a presença de estruturas ductais microscópicas na porta hepática e a extensão da doença do parênquima hepático no momento do diagnóstico.
II. A colangite é a complicação mais comum da portoenterostomia hepática e ocorre em 33% a 60% dos pacientes.
III. Com a melhora do cuidado com pacientes transplantados, a literatura vem mostrando que todos os pacientes portadores de atresia de vias biliares se beneficiam pelo transplante precoce.
Quais estão corretas?