Questões de Concurso
Sobre endocrinologia em medicina
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No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
Diante desse quadro, a conduta propedêutica mais apropriada é:
No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
Por solicitação de uma amiga, um médico compareceu à casa de uma paciente de 43 anos que apresentava perda do nível de consciência. Foi relatado que essa paciente tinha diabetes mellitus tipo 1 e fazia uso regular de insulina. Encontrava-se com sudorese profusa e com marcado rebaixamento do nível de consciência. Os sinais vitais estavam preservados. A glicemia capilar era de 30 mg/dL.
Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Uma paciente de 70 anos foi internada por sintomas de astenia, hiporexia, náuseas e redução do débito urinário. Estava lúcida, mas um pouco lentificada. O exame clínico demonstrou flapping e hiperreflexia difusa. Estava estável hemodinamicamente, com membros aquecidos, porém com cianose bilateral na planta dos pés. O exame laboratorial revelava disfunção renal aguda com leucocitose sem desvio à esquerda. Eosinófilos: 990 células/mm³. A urina apresentava coloração avermelhada, sugerindo hematúria franca justificada pelo uso de anticoagulante profilático devido a alto risco trombótico. A paciente era portadora de câncer de estômago em atividade, ficando acamada a maior parte do tempo, com investigação para carcinomatose peritoneal.
Sobre o quadro descrito, é correto afirmar que:
Assim, a endoscopia digestiva alta detectou úlcera péptica grave. Esse achado é secundário a hipersecreção de ácido gástrico devido a um tumor neuroendócrino não-β, geralmente bem diferenciado que libera o seguinte hormônio:
O diagnóstico mais provável é tireoidite:
Ao atender uma paciente pós-menopausa com câncer de mama já em estado de disseminação para fígado e osso, a médica residente teve acesso aos exames laboratoriais: hemoglobina: 8,0 mg/dl; hematócrito: 24 mg/dl; ferritina: 200 mg/dl; albumina: 3,5 mg/dl (normal: 3 a 5); globulina: 6,0 mg/dl (normal: 2 a 4 mg/dl); creatinina: 2,0 mg/dl; cálcio: 14,5 mg/dl (normal: 8 a 10 mg/dl); fósforo: 3,5 mg/dl; 25 OH vitamina D: 25 mg/dl (normal: 30 a 50); PTH: 20 pg/ml (normal: 30 a 65); e PCR: 115 mg/L (normal: até 10 mg/L). A queixa da paciente era dor, mas pela confusão mental optou-se por olhar os exames antes de completar a anamnese.
Sobre a investigação do quadro da paciente, é correto afirmar que:
A melhor conduta é:
O diagnóstico mais provável é:
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável é:
No que se refere às manifestações clínicas e ao tratamento do caso acima, é correto afirmar que:
No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
Para investigar mais a fundo e confirmar o diagnóstico de neuropatia autonômica, o médico deve:
Considerando a fisiologia da puberdade, a conduta em relação à ausência de menarca deve ser:
Considere uma paciente de 67 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo II, que já fez as mudanças de estilo de vida de forma adequada, mas ainda mantém níveis glicêmicos e de hemoglobina glicada que indicam início de tratamento medicamentoso, tem função renal normal e não possui outra comorbidade. Considerando-se os medicamentos potencialmente inadequados para idosos (categoria 1 dos critérios de Beers), a medicação de escolha nesse caso é:
Nesse cenário, os resultados que indicariam baixo risco de malignidade e permitiriam, com isso, evitar uma cirurgia nesse momento são: