Questões de Concurso
Sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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Sobre os sinais clínicos do choque, assinale a alternativa CORRETA.
Pressão arterial: 80 x 50 mmHg. Frequência cardíaca materna: 128 bpm. Saturação de oxigênio: 95%.
Assinale a alternativa que corresponde ao valor do índice de choque.
De acordo com as diretrizes do suporte avançado de pediatria (2020), deve-se, inicialmente,
Considere as afirmativas relacionadas ao atendimento do paciente chocado, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A pré-carga deve ser aumentada visto que a hipovolemia, seja ela absoluta ou relativa, quase sempre está presente.
(__) São representados por agentes inotrópicos (Dobutamina, Inibidores da Fosfodiesterase), vasopressores (Dopamina, Noradrenalina) e vasodilatadores (Nitroprussiato, Nitroglicerina).
Assinale a alternativa com a sequência correta:
(__) Transfusões são reservadas a pacientes com grandes perdas (>60% volemia). Em geral, procura-se manter o hematócrito em 30% e a hemoglobina em 15 g/dL.
Um paciente chega à unidade de saúde e apresenta uma PCR na sala de espera.
Qual a conduta imediata e mais adequada nessa situação?



Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 73 anos de idade, com diagnósticos prévios de osteoporose, hipertensão arterial sistêmica e fibrilação atrial, reside sozinha e suspendeu por conta própria as medicações de uso contínuo após confundi-las algumas vezes. Certo dia, então, ela foi encontrada pela diarista, que a auxilia duas vezes na semana, caída no banheiro, chorando por dor intensa em membro inferior direito. Diante disso, encaminharam-na ao pronto-socorro, ela foi diagnosticada com fratura patológica em fêmur e indicado tratamento cirúrgico.