Questões de Concurso
Sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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Os desvios do padrão de recuperação pós-operatória esperados para cada caso são considerados complicações, muitas vezes comum nos atendimentos de urgência e emergência dos traumas de face.
(07) A causa mais frequente de choque no pós-operatório é a hipovolemia. A perda aguda de sangue, com uma redução de aproximadamente 30% do volume sanguíneo circulante, sem uma correspondente reposição, pode resultar em um estado de choque hipovolêmico. O volume circulante inadequado tem repercussão sobre diversos órgãos e sistemas, particularmente rins, fígado, pulmões, cérebro e sistema capilar periférico. Do ponto de vista clínico e laboratorial, os principais dados para o diagnóstico são: palidez, pele úmida e fria, redução da elasticidade, boca seca, aumento da frequência respiratória, taquicardia, hipotensão arterial, pressão venosa central (PVC) baixa e oligúria.
(10) A principal causa de choque cardiogênico no pós-operatório é a falência cardíaca consequente à isquemia miocárdica. Outras causas são secundárias ao tamponamento cardíaco, compressão ao nível torácico, como também a excessiva administração de líquidos ou soluções hipertônicas, particularmente em pacientes idosos ou os portadores de doenças do coração. Os parâmetros clínicos e laboratoriais, como o traçado eletrocardiográfico e a pressão venosa central (PVC), são dados que podem ser utilizados para o diagnóstico e o tratamento. O tratamento tem como base melhorar a oxigenação e não aumentar a frequência cardíaca.
(15) O choque séptico resulta da invasão sistêmica de bactérias ou de suas toxinas a partir de um foco infeccioso isolado ou múltiplo. O quadro clínico evolui a partir de uma síndrome séptica, caracterizada por hipoperfusão associado à oligúria e alteração do nível de consciência, Clinicamente se apresenta de duas formas; uma com taquicardia, hipertermia e circulação hiperdinâmica com rubor. Na outra forma, o paciente se apresenta com baixo débito cardíaco e palidez pela vasoconstrição periférica, habitualmente associado à hipovolemia. Em cirurgia, o choque séptico pode advir do manuseio de um foco infeccioso.
(20) As principais complicações neurológicas são acidentes vasculares cerebrais (AVC). O principal grupo de risco de acidentes vasculares são os pacientes idosos, hipertensos, com arterosclerose. Períodos de hipotensão com redução da perfusão cerebral no pré, trans e pós-operatório imediato são fatores predisponentes de AVC. A hipoglicemia prolongada e o edema cerebral devem ser combatidos, evitando-se lesões graves. A adequada oxigenação pode ser a terapia indicada.
Assinale a alternativa que indica o somatório de pontos CORRETOS.
Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
Qual o melhor tratamento a seguir?
Em relação à PCR, analise as assertivas abaixo:
I. Caso o monitor demonstre assistolia, a dose de epinefrina endovenosa, na diluição 1:1000, deverá ser de 0,1 ml por quilo de peso da menor.
II. Se o mnitor evidenciar uma taquicardia ventricular e a menor estiver sem quaisquer pulsos palpáveis, está indicado, de imediato, o uso de epinefrina, na diluição 1:1000, na dose de 0,1 ml por quilo de peso da menor.
III. Uma vez que o monitor demonstre que a menor está em fibrilação ventricular, deve-se realizar a cardioversão numa carga de 1,5 J/Kg de peso da menor.
Podemos afirmar que
Qual das medidas abaixo será mais útil para a reversão do quadro atual?
( ) Na artéria radial, recomenda-se usar o teste de Allen antes da punção; caso se apresente normal, diminui o risco de trombose durante o procedimento.
( ) No teste da onda quadrada, observa-se underdamping quando, após o flush, a onda não oscila, ou tem oscilação única diminuída, entendido como interferência na linha com bolha, ou linha muito comprida.
( ) A infecção no sítio de punção é mais rara do que em acessos venosos centrais.
A sequência está correta em