Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3981398 Medicina
Um paciente de 58 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há 10 anos, apresenta pressão arterial de 156/98 mmHg em consultas repetidas, apesar do uso de um bloqueador dos canais de cálcio e de um inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA). Não há sinais de lesão em órgãos-alvo e o clearance de creatinina está normal. Segundo as Diretrizes da ESC 2024, qual deve ser a conduta mais apropriada para o manejo desse paciente? 
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Q3980480 Medicina
Mulher de 70 anos com endocardite infecciosa por Staphylococcus aureus apresenta choque séptico controlado após 24 horas, mas evolui rapidamente com insuficiência cardíaca aguda decorrente de regurgitação mitral severa por ruptura parcial de cúspide. Ecocardiograma revela vegetação de 12 mm, importante disfunção valvar e repercussão hemodinâmica significativa. Qual é a conduta recomendada?
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Q3980445 Medicina
Mulher de 58 anos, com diabetes tipo 2, obesidade grau I e hipertensão bem controlada, procura atendimento por episódios recorrentes de palpitações, cansaço e intolerância ao esforço há três semanas. Ao exame, apresenta frequência cardíaca irregular de 108 bpm, pressão arterial 132/82 mmHg e ausência de sinais clínicos de congestão. O eletrocardiograma confirma fibrilação atrial, e o ecocardiograma revela átrio esquerdo discretamente aumentado com fração de ejeção preservada. A paciente está hemodinamicamente estável, sem dor torácica e nunca utilizou anticoagulação. Qual é a abordagem inicial mais apropriada?
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Q3980444 Medicina
É INCORRETO afirmar que, na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada,
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Q3980439 Medicina
Sobre a dissecção aguda da aorta, é INCORRETO afirmar que
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Q3980438 Medicina
Idoso de 73 anos, hipertenso e em uso irregular de anlodipino, losartana e hidroclorotiazida, desenvolve dor torácica súbita, opressiva e intensa ao subir uma escada em seu prédio, acompanhada de náuseas, palidez marcada, sudorese fria e sensação de desmaio. Na emergência, encontra-se taquicárdico, ansioso e mal perfundido. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento de 2 mm em V2–V4, além de bloqueio incompleto do ramo direito.

Qual é a conduta diagnóstica CORRETA e imediata?
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Q3979171 Medicina
Um paciente de 65 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, apresenta dispneia aos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores. Após avaliação clínica e exames complementares, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 45%. Considerando as diretrizes para classificação da insuficiência cardíaca, qual é a categoria mais adequada para este paciente?
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Q3934496 Medicina
 Sobre profilaxia de endocardite infecciosa, é CORRETO afirmar que
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Q3934461 Medicina
Sobre a fibrilação atrial (FA), é INCORRETO afirmar que 
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Q3934460 Medicina
Sobre a Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada (ICFEP), é INCORRETO afirmar que
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Q3934459 Medicina

Um homem de 65 anos com hipertensão resistente, em uso de três classes de anti-hipertensivos (diurético, bloqueador do canal de cálcio e inibidor da ECA), apresenta pressão arterial de 180/110 mmHg em consultas consecutivas. Exames mostram função renal preservada, potássio normal e ausência de sinais de hipertrofia ventricular esquerda no ecocardiograma.


Qual é o próximo passo terapêutico?

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Q3934454 Medicina

Um homem de 56 anos, residente em Olinda, com histórico de hipertensão arterial e tabagismo, chega à emergência cardiológica apresentando dor torácica intensa há cerca de 30 minutos, associada à sudorese fria e náuseas. No eletrocardiograma (ECG), observa-se supradesnivelamento do segmento ST em derivações V2-V4.


Qual seria a conduta inicial mais apropriada neste caso?

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Q3934453 Medicina

Um homem de 45 anos, obeso e tabagista, residente em Recife, apresenta histórico de dor torácica progressiva aos esforços nas últimas semanas. Ele chega à UPA da Imbiribeira com relato de dor em repouso que durou cerca de 20 minutos e foi aliviada com nitrato sublingual. No momento da avaliação, o ECG é normal, e a troponina está negativa.


Qual é o provável diagnóstico?

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Q3928228 Medicina
Homem de 70 anos, com antecedente de infarto há 8 anos, revascularizado cirurgicamente, encontra-se em uso de IECA e betabloqueador. Apresenta insuficiência cardíaca classe II (NYHA), sem internações recentes. Tem indicação para colecistectomia eletiva por colecistite crônica calculosa.
Exame físico: PA 120/70 mmHg, FC 68 bpm, sem crepitações pulmonares, sem edemas.

Para esse paciente, a conduta mais adequada em relação ao risco cirúrgico é
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Q3927518 Medicina
Recém-nascido a termo, 36 horas de vida, assintomático, realizou o teste da oximetria de pulso que mostrou SpO₂ de 92% no pé e 95% na mão direita, diferença de 3%.
A conduta a ser adotada é 
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Q3926792 Medicina
Mulher de 55 anos comparece à consulta de rotina e relata estilo de vida sedentário, mas nega tabagismo, hipertensão, diabetes ou antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular prematura.
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é 
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Q3926779 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hipertenso e dislipidêmico, é encaminhado para avaliação cardiológica após diagnóstico recente de fibrilação atrial persistente detectada em exame de rotina. Relata episódios prévios de palpitações leves, mas atualmente encontra-se assintomático, negando dispneia, tontura ou dor torácica. Usa losartana 50 mg/dia e atorvastatina 20 mg/dia. Nega tabagismo, etilismo, diabetes ou cardiopatia estrutural prévia.
Ao exame físico: frequência cardíaca 92 bpm, pressão arterial 126/78 mmHg, ritmo irregular, sem sopros.
Ecocardiograma transtorácico: átrio esquerdo 38 mm, fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Função tireoidiana, renal e eletrolítica normais. ECG confirma fibrilação atrial com resposta ventricular média de 90 bpm.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, a conduta inicial mais apropriada no manejo da fibrilação atrial, entre controle de ritmo e controle de frequência, é 
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Q3926778 Medicina
Mulher de 63 anos comparece à consulta de cardiologia para avaliação de palpitações intermitentes. Relata episódios recorrentes de palpitações irregulares nos últimos dois anos, com duração variável entre 30 minutos e 4 horas, ocorrendo mensalmente.
Durante alguns episódios, realizou eletrocardiograma que documentou fibrilação atrial. Possui smartwatch que registrou múltiplos episódios de frequência cardíaca irregular acima de 120 bpm, durando entre 45 minutos e 5 horas, totalizando aproximadamente 6% do tempo monitorado no último mês.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia, obesidade grau I (IMC 32 kg/m²). Nega diabetes, dislipidemia, insuficiência cardíaca, tabagismo, doença vascular ou eventos tromboembólicos prévios. Não apresenta sangramentos prévios nem contraindicações à anticoagulação.
Exame físico: frequência cardíaca 76 bpm, ritmo regular; pressão arterial 128/82 mmHg. Exames complementares: eletrocardiograma atual em ritmo sinusal; ecocardiograma transtorácico com átrio esquerdo 32 mL/m² (VR até 34), fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Calculados os escores: CHA₂DS₂-VASc = 1 ponto (hipertensão) e HAS-BLED = 1 ponto (hipertensão controlada).

Considerando os achados clínicos e os escores de risco apresentados, a conduta mais apropriada em relação à anticoagulação oral é 
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Q3926775 Medicina
Um paciente de 60 anos, com hipertensão arterial de longa data, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFG estimada de 45 mL/min), está em tratamento há mais de um ano e relata seguir rigorosamente a prescrição. Seu regime anti-hipertensivo atual, utilizado nas doses máximas toleradas, consiste em

• Losartana (100 mg/dia);
• Anlodipino (10 mg/dia);
• Hidroclorotiazida (25 mg/dia).
A média das três últimas aferições da Pressão Arterial (PA) no consultório, registradas em visitas separadas nos últimos 6 meses, foi de 158 x 98 mmHg.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial - 2025, a primeira conduta diante da suspeita de hipertensão resistente neste paciente é
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Q3926774 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, procura consulta ambulatorial para avaliação de rotina. Nega comorbidades prévias e uso de medicações. Refere pai hipertenso e avô paterno com história de infarto agudo do miocárdio aos 58 anos. Nega tabagismo, consome bebidas alcoólicas socialmente.
Ao exame físico: peso 88 kg, altura 1,75 m, IMC 28,7 kg/m2 . Aferição da pressão arterial no consultório, após repouso de 5 minutos, com esfigmomanômetro automático de braço validado, em três medidas com intervalo de 1 minuto: 148/94 mmHg, 146/92 mmHg e 144/90 mmHg. Frequência cardíaca 76 bpm. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Exames laboratoriais: glicemia de jejum 102 mg/dL, hemoglobina glicada 5,6%, creatinina 1,0 mg/dL, clearance de creatinina estimado 85 mL/min/1,73m2, potássio 4,2 mEq/L, colesterol total 210 mg/dL, LDL 140 mg/dL, HDL 42 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, ácido úrico 6,8 mg/dL. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, sem alterações.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a conduta apropriada para confirmação diagnóstica e avaliação complementar inclui
Alternativas
Respostas
1621: D
1622: D
1623: C
1624: D
1625: E
1626: B
1627: D
1628: C
1629: D
1630: C
1631: A
1632: A
1633: D
1634: A
1635: C
1636: D
1637: B
1638: D
1639: E
1640: A