Mulher de 70 anos com endocardite infecciosa por Staphylococcus aureus apresenta choque séptico controlado após 24
horas, mas evolui rapidamente com insuficiência cardíaca aguda decorrente de regurgitação mitral severa por ruptura
parcial de cúspide. Ecocardiograma revela vegetação de 12 mm, importante disfunção valvar e repercussão
hemodinâmica significativa. Qual é a conduta recomendada?