Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Conforme a nova diretriz da European Society of Cardiology referente a essa arritmia, no momento do atendimento, a paciente prescinde de anticoagulação para a cardioversão elétrica.

Trata-se do distúrbio do ritmo mais comum em pacientes com esse quadro clínico.

A presença de artérias coronárias angiograficamente normais é compatível com o caso clínico apresentado.

No caso apresentado, o digital tem sua eficácia reduzida para controlar a resposta ventricular devido à sua elevada taxa de clearance e à redução do tônus parassimpático.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
O tipo de dilatação aórtica encontrado nesse caso tem maior probabilidade de progressão mais rápida e está associado a um maior risco de complicações, como dissecção aórtica aguda e ruptura.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
A estatura da paciente a predispõe a um maior risco de dissecção aórtica aguda e ruptura.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
A taxa média de expansão desse aneurisma foi superior ao esperado.

Para esse paciente, está indicado o uso do AAS e da heparina de baixo peso molecular 1 mg/kg a cada doze horas, adicionando-se o segundo antiplaquetário na sala de hemodinâmica.

Os valores do D-dímero são suficientes para confirmar o diagnóstico.

Recomenda-se prontamente o uso do nitroprussiato de sódio para o paciente.

A pressão arterial do paciente deve ser reduzida em 20% a 25% da pressão arterial média.
No tratamento da pericardite aguda, recomenda-se a interrupção dos anti-inflamatórios não hormonais assim que o paciente se torna assintomático, com vistas à redução dos efeitos colaterais gástricos.
A depressão do segmento PR é um achado comum no eletrocardiograma da pericardite aguda.
A dor torácica na pericardite aguda é constritiva e melhora quando o paciente se deita.
Em pacientes com pericardite constritiva que desenvolvem fibrilação atrial com resposta ventricular rápida, o betabloqueador é o medicamento de escolha para o controle da frequência cardíaca.
Na pericardite constritiva pura, sem envolvimento miocárdico, a função contrátil permanece preservada, mesmo que a fração de ejeção possa estar reduzida, devido à redução da pré-carga.
Em pacientes com sarcoidose sistêmica, a revelação, no eletrocardiograma, de bloqueio atrioventricular avançado não é um marcador de sarcoidose miocárdica associada.
O comprometimento cardiovascular pela doença de Fabry torna-se aparente já na primeira década de vida, com desenvolvimento de hipertrofia ventricular acentuada e quadro clínico de insuficiência cardíaca diastólica.
Em portadores de cardiomiopatia restritiva por amiloidose do tipo AL, o exame físico pode revelar pressão venosa jugular marcadamente elevada, e frequentemente há presença do sinal de Kussmaul.
Ao contrário da cardiomiopatia restritiva idiopática, a cardiomiopatia restritiva por amiloidose associa-se ao aumento da espessura da parede muscular do ventrículo esquerdo e a alterações leves na sua função sistólica em fase inicial.