Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Uma paciente de 25 anos apresentou o quadro de covid-19 há 4 meses. Vem cursando com mal-estar na posição ortostática e palpitação. Exame físico: normal. Observou-se pressão arterial de 110 x 70 mmHg, deitada, com frequência cardíaca de 65 bpm; imediatamente ao se levantar, após 10 minutos, na posição ortostática, a pressão esteve inalterada e a frequência cardíaca foi de 134 bpm. A paciente se queixava de mal-estar. Hemograma completo e bioquímica normais.
Ao consultar o cardiologista, ela foi diagnosticada com uma possível manifestação de covid denominada:
Nesse contexto fisiopatológico, mulheres na menopausa podem apresentar:
Um homem de 75 anos foi encaminhado a atendimento especializado pelo médico de família com história de falta de ar aos pequenos esforços e inchaço nas pernas. Portador de DPOC e hipertensão arterial, usava verapamil e enalapril, porém, no momento, ficou hipotenso, tendo que suspender os medicamentos. Exame físico: pressão venosa elevada a 45 graus e pressão arterial 90 X 70 mmHg. Ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas. Ausculta respiratória: estertores finos bibasais. ECG: ritmo sinusal. Eixo do QRS: 30 graus e com amplitude de 4 mm no plano frontal e de 7 mm no plano horizontal. Presença de área inativa V1 até V4. Repolarização ventricular normal. Ecocardiograma: hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo e fração de ejeção global e segmentar normais. BNP elevado. Creatinina plasmática: 1,1 mg%; glicose: 100 mg%.
O cardiologista confirmou o diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e suspeitou corretamente da seguinte etiologia:
Mulher com 60 anos, diabética, hipertensa e portadora de hipercolesterolemia, abandonou seu tratamento farmacológico durante a pandemia do covid-19. Apresentou quadro súbito de perda de visão do olho esquerdo e disartria; o quadro durou 15 minutos e foi associado a forte palpitação. Na admissão no setor de emergência, apresentava pressão arterial de 158 x 98 mmHg e pulso radial de 120 bpm, irregular. Na ausculta cardíaca, ritmo cardíaco estava irregular, com frequência cardíaca de 140 bpm e ausência de sopros. No ECG, ritmo irregular – 140 bpm, ausência de onda P e com QRS de voltagens variáveis e eixo e duração normais. Repolarização estava normal. A tomografia computorizada do cérebro foi sem anormalidades.
Em relação ao quadro de acidente vascular cerebral isquêmico transitório, a possível etiologia está associada a:
Uma paciente de 78 anos procurou o ambulatório de uma clínica médica pois vinha apresentando dispneia aos esforços. Estava em uso de olmesartana 40 mg ao dia e hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. Negava outros sintomas. Ela levou para consulta os exames laboratoriais realizados no último mês. Os resultados de glicemia, sódio, potássio, ureia, creatinina e hemograma estavam dentro da normalidade. O ecocardiograma recente estava sem alterações significativas. O exame físico constatou ritmo cardíaco regular e bulhas normofonéticas. O restante do exame não apresentava alterações. A pressão arterial era de 162 x 80 mmHg e a frequência cardíaca, de 41 batimentos por minuto. A paciente levou um eletrocardiograma realizado 4 semanas antes da consulta, em que foi evidenciado um bloqueio atrioventricular do 2º grau Mobitz II. Esse exame foi repetido no dia do atendimento, quando o bloqueio atrioventricular foi confirmado.
Nesse caso, a conduta mais indicada é:
Sobre a fisiopatologia dessa doença, assinale a alternativa correta.
Sobre essa doença, é correto afirmar:
Sobre a anatomia cirúrgica da região cervical, assinale a alternativa correta.
Considerando se tratar de uma síndrome de compartimento da perna direita, assinale a alternativa correta.
A melhor conduta a ser adotada para essa paciente é
Segundo o Escore de Wells, em quais situações tem-se um diagnóstico provável de TEP?
É considerada uma cardiopatia congênita acianótica:
• Eletrocardiograma: ritmo sinusal, eixo elétrico desviado à esquerda, com bloqueio do ramo direito.
• Radiografia de tórax: cardiomegalia.
• Ecocardiograma transtorácico: disfunção sistólica biventricular, com aneurisma apical em “dedo de luva”.
Assinale a alternativa que apresenta a cardiomiopatia mais provável para esse paciente.
Qual é um fator de risco emergente (não tradicional) para a doença cardiovascular na mulher?
Nesse caso, qual é o tratamento indicado?