Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3495602 Medicina
Uma paciente de 65 anos, portadora de DPOC, está com dor precordial intensa, em aperto. Na emergência, cursa com redução do nível de consciência, pressão arterial de 80 X 50 mmHg, frequência cardíaca de 62 bpm, pulmões limpos e pressão venosa jugular elevada. A ausculta cardíaca revela bulhas hipofonéticas. ECG: ritmo sinusal com infradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, em V1, V2 e V3 e supradesnivelamento de 2 mm nas derivações V3R, V4R, V5R.
O médico emergencista identificou um possível acometimento parietal ventricular, responsável pelo seguinte distúrbio hemodinâmico:
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Q3495596 Medicina
Um paciente de 14 anos, assintomático, foi submetido, ao nascer, a cirurgia cardíaca para fechamento de uma comunicação interventricular utilizando um patch de pericárdio bovino. Na consulta, o cardiologista observou um sopro sistólico na região paraesternal esquerda de 5+/6+ em faixa e identificou pequena comunicação perimembranosa.
Agora, o paciente precisa extrair dois dentes inclusos, e a mãe pediu liberação do cardiologista.
O cardiologista decidiu:
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Q3495590 Medicina
A hipercolesterolemia familiar promove risco de eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio, morte súbita e acidente vascular cerebral prematuros.
Nesses pacientes, que não tiveram resposta à combinação de estatina de alta potência em dose máxima com ezetimiba, para promover maior redução dos níveis do LDL-colesterol, deverá ser introduzido o seguinte medicamento(a):
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Q3495589 Medicina
Análise do desempenho cardiopulmonar é fundamental para avaliar o mecanismo da intolerância aos esforços, determinar a resposta terapêutica e definir o prognóstico em diferentes cenários clínicos.
O método padrão áureo é o(a): 
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Q3495585 Medicina
Um paciente masculino de 77 anos vem apresentando intolerância aos esforços e relata inchaço nas pernas. Teve ruptura espontânea do bíceps há 6 meses. Exame físico: pressão arterial 90 x 60 mmHg. Pressão venosa elevada. ECG: ritmo sinusal com baixa voltagem do QRS, área inativa nas derivações de V1-V4. As dosagens dos biomarcadores cardíaco (troponina e BNP) são elevadas. Coronariografia com artérias coronárias normais. Realizado ecodopplercardiograma, observa-se aumento de espessura concêntrica do ventrículo esquerdo e leve aumento atrial esquerdo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo é de 65%.
Após sua avaliação, o cardiologista informa que a principal suspeita diagnóstica é de:
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Q3495583 Medicina
Um paciente de 46 anos, com queixa de desfalecimento e sudorese profusa, foi atendido na sala de emergência. Iniciou esquema tríplice para tratamento de tuberculose pulmonar. Relatou ser hipertenso, em uso de enalapril 20 mg ao dia, via oral, há 2 anos. O exame físico observou pressão arterial de 92 x 60 mmHg, na expiração, e 70 x 50 mmHg na inspiração, pulso arterial com 102 bpm, pressão venosa jugular de 6 cm, a 45 graus. Ausculta cardíaca revelou bulhas abafadas, e a ausculta pulmonar, pulmões limpos. ECG: ritmo sinusal com variação da amplitude da onda P, do QRS e da onda T. Lactato arterial estava elevado.
A mais provável hipótese diagnóstica do quadro clínico acima é de:
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Q3495572 Medicina
Paciente de 72 anos admitida na unidade cardiointensiva com dor torácica súbita durante o velório do filho e com ECG mostrando supradesnivelamento do segmento ST, nas derivações V1 até V6, de 4 mm e intervalo QT prolongado. Foi realizada coronariografia, sem evidência de lesões obstrutivas. As dosagens da troponina T e do peptídeo natriurético cerebral estavam elevadas. Foi também realizada ressonância cardíaca, sem achados de edema miocárdio ou realce tardio (estudo com gadolínio) e acinesia da região do ápice do ventrículo esquerdo.
A equipe multidisciplinar cardiovascular esteve reunida e definiu como diagnóstico mais provável:
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Q3495571 Medicina
Mulher de 42 anos com queixa de dor torácica e síncope aos esforços. Exame físico: paciente obesa com pressão arterial 120 x 80 mmHg, pulso arterial 70 bpm, com morfologia digitiforme. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular com 3 tempos, bulha protodiastólica e sopro de 3+/6+, na borda esternal esquerda, que aumentava na posição ortostática e reduzia quando acocorada.
Os achados clínicos são compatíveis com a seguinte enfermidade cardiovascular:
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Q3495519 Medicina

Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.


Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:

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Q3495518 Medicina

Um homem de 62 anos, hipertenso em uso de losartana e hidroclorotiazida, chega a seu polo de espuma densa referenciado pela unidade básica, com dor, edema, varizes e dermatite ocre em membros inferiores, já classificado como CEAP IV, com exame de doppler venoso mostrando safenas magnas e parvas dilatadas e insuficientes. É indicado para tratamento por espuma densa ecoguiada como rege o fluxo da instituição local. Apesar da conduta já determinada, o residente plantonista hipocraticamente colhe a história do paciente e o examina, descobrindo que, além de hipertenso, ele é diabético e tabagista e que suas dores são típicas de claudicação intermitente com uma distância de marcha não maior que 100 metros. Seus pulsos poplíteos e tibiais são diminuídos e os pediosos, ausentes.


Diante do quadro clínico em questão, é esperado que o residente:

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Q3495065 Medicina

O mesmo paciente Ricardo, em vista dos resultados de seus exames, deve ser submetido ao tratamento da hipertensão arterial. 


Em relação a esse tratamento, é correto afirmar que: 

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Q3495064 Medicina

Em uma consulta de retorno, Ricardo, 52 anos, desempregado, traz os resultados de exames e o resultado do MRPA (PA média = 135 x 85 mmHg). 


Na consulta, PA = 150 X 90 mmHg. O exame de ECG está normal; raio X de tórax normal; colesterol total = 330; HDL = 30; LDL = 167; triglicerídeos = 290; glicemia em jejum = 109; K = 4; Cr = 0,9; EAS = sem alterações.


A partir dos exames, conclui-se que:

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Q3495051 Medicina
Um paciente de 59 anos, diabético, tabagista, com diagnóstico de doença arterial periférica em membros inferiores, foi atendido no ambulatório para acompanhamento de rotina. Nos exames laboratoriais realizados dentro do último mês, foram observados colesterol total de 270 mg/dL, HDL de 38 mg/dL, LDL de 198 mg/dL e triglicerídeos de 170 mg/dL.
Nesse caso, a terapia hipolipemiante mais indicada é:
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Q3493706 Medicina
Uma senhora de 76 anos quer fazer seu controle na unidade, pois acha que seu médico está ultrapassado. Totalmente assintomática. Relata revascularização miocárdica há dez anos, em controle com especialista, com quem faz um teste ergométrico anual. Vem usando nitrato e AAS regularmente, prescritos pelo seu médico. A entrevista mostra ainda dislipidemia e irmão falecido com IAM aos 59 anos de idade. O exame físico mostra PA: 170 x 92 mmHg em várias medidas e desdobramento expiratório de segunda bulha no segundo espaço intercostal esquerdo. Eletrocardiograma evidencia complexos QRS com duração maior que 0,12 s, depressão do segmento ST e inversão de onda T em DI, aVL, V5 e V6.
Nesse caso, é correto afirmar que:
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Q3493703 Medicina
Um senhor de 64 anos, diabético tipo 2, foi diagnosticado há 6 anos, quando fez a primeira consulta na unidade de saúde, mas logo depois desapareceu. Ele conta que resolveu fazer controle com especialista de um plano (“pago bem barato”), mas que pensou em retornar agora para a unidade. Totalmente assintomático. Não houve qualquer intercorrência ou fato importante nesse intervalo de tempo de 6 anos. No exame físico há cruzamentos arteriovenosos patológicos à fundoscopia e PA+ 140 x 90 mmHg. Nada mais digno de nota. ECG mostra ondas q nas derivações DII, DIII e aVF. Você, então analisa o ECG realizado na primeira consulta, cuja descrição está completa no prontuário, verificando que as ondas q não estavam presentes há 6 anos.
Em relação a esse caso, é correto afirmar que: 
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Q3493688 Medicina
Uma senhora assintomática chega para o controle. Os níveis tensionais estão ótimos. Quando começamos a ausculta cardíaca, logo notamos déficit de pulso. Temos dificuldades em descrever a ausculta e definir qual é a primeira ou a segunda bulha. Partimos para o ECG e não conseguimos definir bem a onda P em todo o traçado, nem mesmo nas derivações DII e V1. Os intervalos RR estão totalmente assimétricos.
Com tudo isso, concluímos que há:
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Q3493680 Medicina
Homem de 56 anos, sem qualquer fator de risco e sem história patológica pregressa, é diagnosticado com HAS. Discutimos a situação com ele e resolvemos juntos iniciar o tratamento medicamentoso com monoterapia.
A droga mais indicada é:
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Q3493679 Medicina
Mulher de 42 anos, sem histórico de patologias, sem fatores de risco, recebe o diagnóstico de HAS.
Está entre os exames complementares de rotina:
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Q3493676 Medicina
Numa visita domiciliar a uma senhora de 82 anos, a filha conta história de tonteira tipo pré-síncope pela manhã há 5 dias. A senhora é hipertensa bem controlada há anos com propranolol, que nunca foi modificado pelo sucesso terapêutico. Trata-se de uma senhora muito bem cuidada pela filha e netos, com boa saúde geral, que se alimenta bem e não tem outras queixas. O episódio foi único e ela está totalmente assintomática desde então. Foi solicitada visita domiciliar pela dificuldade de acesso da moradia. O enfermeiro da equipe tinha chegado antes, mediu a pressão arterial e anotou 130 x 80 mmHg.
Resolvemos então partir para o exame físico de abordagem, completando com o traçado de ECG e glicemia capilar, num raciocínio diagnóstico que vai buscar:
Alternativas
Q3493654 Medicina
Uma menina de nove anos com tosse, coriza e febre consulta-se na unidade de saúde. O exame físico mostra 38 °C de temperatura axilar, taquicardia e sopro cardíaco, sem demais particularidades. A mãe traz um hemograma realizado há 2 semanas, que aponta hemoglobina de 11g/dl. Você deve, então, diferenciar um sopro inocente de um patológico.
No que se refere a essa diferenciação, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
3901: D
3902: D
3903: B
3904: B
3905: C
3906: E
3907: C
3908: D
3909: B
3910: D
3911: C
3912: A
3913: E
3914: A
3915: D
3916: A
3917: E
3918: B
3919: A
3920: D