Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3793442 Português


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JUNIÃO. Escolas transformadoras. Disponível em <https://juniao.com.br/chargecartum/>.



Na fala do personagem da charge acima, o termo “sem wi-fi” é um termo que:

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Q3793398 Português
Assinale a alternativa que apresenta concordância correta da forma verbal destacada.
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Q3793351 Português
Assinale a alternativa em que o elemento destacado na frase substitui um termo que vai ser apresentado após ele.
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Q3793350 Português
Assinale a alternativa que apresenta explicitamente, na oração, o agente responsável pela ação verbal. 
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Q3793349 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no período introduz o sentido de tempo. 
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Q3793302 Português
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JUNIÃO. Escolas transformadoras. Disponível em <https://juniao.com.br/chargecartum/>.

Na fala do personagem da charge acima, os termos “vilão”, “criativo” e “inventor” caracterizam:
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Q3793262 Português
“Essa é uma ideia __________ discordo radicalmente, pois prefiro prejudicar-me ficar com a consciência pesada por não ter agido dentro das normas.”


Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas do trecho acima.
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Q3793261 Português
Assinale a alternativa que apresenta o emprego correto da palavra destacada.
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Q3793260 Português
“O amor ao livro, meu amigo, é sua passagem para o maior, mais puro e mais perfeito prazer.” (Anthony Trollope)

Assinale a alternativa em que a forma reescrita do pensamento acima se encontra totalmente correta em relação à pontuação.
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Q3793259 Português
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, o sentido correto da conjunção destacada no trecho. 
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Q3793186 Português
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada liga duas ideias contrárias.
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Q3793179 Português
Assinale a alternativa em que a frase, mesmo apresentando ponto-final, é uma interrogativa indireta.
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Q3793082 Português
Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE 



A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos em 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). O número representa um aumento de 2,5 meses em relação a 2023. Para a população masculina, o aumento foi de 73,1 para 73,3 anos; já para as mulheres, a alta foi de 79,7 para 79,9 anos.


Segundo o IBGE, a longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos nas últimas nove décadas: de 45,5 anos em 1940 para 76,6 anos em 2024. No mundo, a maior expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos pertence a Mônaco (86,5 anos), seguido por San Marino (85,8 anos), Hong Kong (85,6 anos), Japão (84,9 anos) e Coreia do Sul (84,4 anos). 


Os brasileiros que chegam aos 60 anos vivem, em média, mais 22,6 anos. Esse número representa um crescimento em relação a 2023, quando essa população vivia mais 22,5 anos. Além disso, o número é o maior em nove décadas: em 1940, as pessoas que chegavam a essa idade viviam apenas mais 13,2 anos. Na separação por sexos, em média, homens que chegam aos 60 anos vivem mais 20,8 anos, enquanto mulheres vivem mais 24,2 anos.


Os dados do IBGE também indicam que a expectativa de vida para quem chega aos 80 anos é de mais 9,5 anos para mulheres e mais 8,3 anos para homens.


Fonte: G1. Adaptado. 
No trecho “[...] informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28)", o sujeito da oração é:
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Q3792802 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.

 José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.

Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas.


Em relação à concordância nominal presente na frase, assinale a alternativa CORRETA.

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Q3792742 Português
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos


Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.

O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.

A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.

Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.

Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.

O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, no período citado, a oração introduzida por "que" exerce a função de:
Alternativas
Q3792739 Português
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos


Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.

O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.

A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.

Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.

Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.

O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.

Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais.

Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, nesta frase, o sujeito é:

Alternativas
Q3792684 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

Considerando as regras de regência verbal, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3792681 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

Ler o trecho abaixo e assinalar a alternativa que contém o seu sujeito. 

[...] a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes [...] (1º parágrafo)

Alternativas
Q3792445 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3792444 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Alguns modelos possuem zoom "óptico mais eficiente".
Sintaticamente, o elemento destacado exerce a função de: 
Alternativas
Respostas
5741: E
5742: B
5743: B
5744: A
5745: C
5746: C
5747: B
5748: E
5749: A
5750: B
5751: C
5752: B
5753: B
5754: C
5755: C
5756: B
5757: D
5758: D
5759: B
5760: A