Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para ...

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Q3792445 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas

Comentários

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Questão mal formulada, passível de recurso e típica da IGEDUC. Vamos lá:

A) Incorreta, pois o pronome relativo ''que'' não retoma diretamente o termo ''celulares'' mas sim, o uso da IA.

B) Correta. Já vimos que o ''que'' é pronome relativo e retoma a oração anterior. Trocando que por ''isso'' temos a oração na ordem direta (SVO) e, assim, encontramos o objeto:

-> Isso (Sujeito) cria (verbo) expetativas irreais (objeto).

Dessa forma, a oração inteira funcionará como OD, ou seja, oração subordinada objetiva direta.

C) errada, pois ''para melhorar fotos'' é adverbial final (a fim/com o objetivo de melhorar as fotos).

D) Errada. De fato, ''por fim'' dá ideia de conclusão, mas neste caso, é apenas adjunto adverbial conclusivo e não oração coordenada, tendo em vista que estamos diante de períodos dependentes e não independentes.

Ao meu ver, a questão era passível de recurso, devido ao ''o que'' ser claramente pronome relativo e introduzir oração explicativa. Entretanto, essa foi a lógica da banca. Seguimos!

@profsafirasantana

Troca " o ISSO " por "ISSO" CONJUNÇÃO INTEGRANTE, ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA

isso o que? Expectativas irreais.

objeto direito.

quando se troca o "que

Jadson, nesse caso eu acredito que se enquadraria o termo " O QUAL "

Pronome Relativo

oração subordinada adjetiva explicativa.

Galera como que faz para enfiar isso na cabeça?

  • A (Incorreta): O "o que" não retoma "celulares", mas sim a ideia de "celulares usarem IA para melhorar fotos". Por isso, não é adjetiva explicativa.
  • B (Correta): Substituindo "o que" por "isso" (isso cria expectativas irreais), percebemos que a oração funciona como objeto direto do verbo "cria", caracterizando-a como subordinada substantiva objetiva direta.
  • C (Incorreta): "Para melhorar as fotos" indica a finalidade (o objetivo) do uso da IA, sendo um adjunto adverbial de finalidade, e não um objeto indireto.
  • D (Incorreta): "Por fim" indica conclusão, mas age como um adjunto adverbial de conclusão no início do período, sem formar uma oração coordenada independente com o restante. 

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