Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3794824 Português
Nas práticas comunicacionais mais formais — como documentos institucionais, textos jornalísticos e pronunciamentos oficiais — espera-se o emprego rigoroso das normas de concordância e regência, tanto verbal quanto nominal. Ainda que, em muitos casos, haja formas alternativas aceitas pela tradição e pelo uso, a gramática normativa estabelece critérios estruturais para a organização desses elementos na oração.

Com base nesse cenário e à luz das normas de sintaxe de concordância e regência verbal e nominal, considere as análises abaixo e assinale a alternativa plenamente compatível com os preceitos normativos consagrados.
Alternativas
Q3794807 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza


O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou.

Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo".

O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos.

Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético.

Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas.

A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações.

Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta.

Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas. 

O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses.

Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado.
O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado.

De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto IDEAP Órgão: Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG Provas: Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Apoio Educacional Especializado | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Arte | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Atendimento Educacional Especializado | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Ciências | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Educação Física | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Educação Religiosa | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Geografia | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de História | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Inglês | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Matemática | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor de Português | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor P1 | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Professor P3 | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Psicopedagogo | Instituto IDEAP - 2025 - Prefeitura de Monte Alegre de Minas - MG - Supervisor Escolar |
Q3794765 Português
Considere as afirmativas a seguir sobre termos da oração, à luz da norma-padrão.
I - Em “As crianças brincavam alegremente no jardim”, o termo “no jardim” é adjunto adverbial, logo termo acessório, enquanto “As crianças” exerce a função de sujeito simples.
II - Em “Confiamos em suas palavras”, o sintagma “em suas palavras” é objeto indireto, termo integrante da oração, exigido pela regência do verbo “confiar”.
III - Em “A moça tornou-se médica”, o termo “médica” é predicativo do sujeito, classificado como termo essencial da oração, já que não é regido diretamente pelo verbo.
IV - Em “Precisamos de silêncio absoluto durante a reunião”, o termo “de silêncio absoluto” é objeto indireto, termo integrante da oração, pois o verbo “precisar”, no sentido empregado, exige complemento regido por preposição.
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
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Q3794764 Português
Analise o texto abaixo. Surpreendentemente, os cientistas observaram que as abelhas não apenas seguem padrões pré-estabelecidos de voo, mas também ajustam suas rotas conforme mudanças climáticas sutis. Essa capacidade extraordinária sugere que, além de instintos biológicos, existe uma forma primitiva de aprendizado cognitivo. Entretanto, alguns críticos argumentam que tais interpretações podem exagerar a complexidade do comportamento animal, confundindo adaptação com raciocínio deliberado.
Observe as afirmativas a seguir, considerando classes de palavras e funções sintáticas.
I - Em “Surpreendentemente”, o vocábulo atua como advérbio de modo, modificando o verbo “observaram” de forma circunstancial.
II - O termo “cientistas” funciona como sujeito simples da oração principal, sendo um substantivo comum plural.
III - Em “além de instintos biológicos”, o núcleo “instintos” é um substantivo concreto, indicando algo existente no mundo real.
IV - O vocábulo “deliberado” em “raciocínio deliberado” é adjetivo, exercendo função de adjunto adnominal restritivo, qualificando o substantivo “raciocínio”.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3794727 Português

Leia o texto a seguir:


Texto 1


Estamos viciados em narrativas curtas



    Já começo esta coluna tentando criar alguma frase de impacto: vai que o leitor não aguenta ler o texto até o fim. Ler o parágrafo até o fim. Ler a linha até o fim. Também estou sofrendo do mesmo mal. Assim como milhões de outras pessoas, tive meu cérebro transformado pelo imediatismo dos posts, dos vídeos curtos, das frases de 140 caracteres.


    Se meu cérebro velho e tão pouco elástico quanto meus quadris se transformou, imagine aquelas cacholas dotadas de jovial plasticidade. Uma amiga que trabalha numa gravadora me contou que muitas crianças já não têm paciência para ouvir uma música inteira: para que ouvir tudo se podemos colocar direto no refrão?


    Tenho um afilhado que fica impaciente quando lhe conto alguma história. Percebi que sua capacidade de atenção dura o mesmo tempo que os recortes a que ele assiste no YouTube: no máximo 60 segundos. Depois, ele começa a se dispersar. Ou então a me pressionar pelo desenlace da narrativa.


    Esses dias, na companhia da minha filha e dos meus sobrinhos, dei play numa música do Velvet Underground, de dez minutos. Ficaram indignados: que música bizarra, que saco ter que esperar tudo isso. E eu: esperar o quê? Ouvir não seria o destino? Além disso, aonde vamos com tanta pressa? Claro que ninguém soube responder.


    Já escuto o dia em que eles vão querer ouvir duas músicas ao mesmo tempo. Exagero? Algo parecido já vem acontecendo com os vídeos, aqueles de tela dividida. Esses dias minha filha assistia a um tutorial de maquiagem na parte de cima da tela, enquanto, na parte de baixo, um homem fazia a demonstração de um aspirador que prometia acabar com ácaros. "E esse cara limpando o tapete?", lhe perguntei. "O que é que tem?", me devolveu de ombros, como se aturar dois vídeos ao mesmo tempo fosse a coisa mais natural do mundo.


    Quando a tela não se divide, o espectador se divide. A maioria das pessoas assiste a séries com o celular ao lado. Conscientes da dispersão causada pelo uso simultâneo de duas telas, os roteiristas já começam a escrever episódios mais didáticos, recapitulando aquilo que a mente multitarefa não foi capaz de guardar.


    E isso sem falar na duração da dramaturgia, cada vez mais curta. Na Argentina, visitei o Microteatro, que encena várias peças de 15 minutos numa mesma noite, uma em cada sala, permitindo ao público ver quatro ou cinco peças curtas numa visita – o local vive lotado.


    Não à toa, alguns amigos romancistas andam tensos: se eu escrever um livro muito longo, alguém vai ler? No incerto mercado editorial, ninguém pode dar garantia, mas eu sigo apostando no caráter subversivo da literatura como forma artística capaz de resistir ao imediatismo. Romances com cerca de mil páginas, como "Guerra e Paz", "Os Miseráveis", "Um Defeito de Cor" e "2666" seguem atravessando o tempo e sendo lidos e agraciados.


    Cada vez que olho para um desses tijolos que não cabe em 60 segundos nem pode ser resumido em 140 caracteres, sinto esperança. As coisas mudam, não há como resistir. Mas sempre haverá quem não se renda ao mercado. Quem esteja disposto a aprofundar reflexões. E quem consuma livros, peças e filmes longos. Ou mesmo leia uma coluna até o fim.


MADALOSSO, Giovana. Estamos viciados em narrativas curtas. Folha de S. Paulo, 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/10/estamos-viciados-em-narrativas-curtas.shtml. Acesso em: 10 nov. 2025 (Adaptado).

No trecho “Esses dias minha filha assistia a um tutorial de maquiagem na parte de cima da tela, ENQUANTO, na parte de baixo, um homem fazia a demonstração de um aspirador que prometia acabar com ácaros” (5º parágrafo), o termo destacado expressa o sentido de:
Alternativas
Q3794636 Português

Observe a oração a seguir e responda à questão proposta:



"O relatório foi arquivado por conter diversas descrições suscintas do problema, o que dificultou a análise detalhada do caso."



Considerando a correção vocabular e as regras de regência e significado, identifique a alternativa que classifica corretamente o vício de linguagem presente na oração. 

Alternativas
Q3794635 Português

Observe as orações abaixo e identifique nas quais há uso correto do aposto segundo a norma-padrão da língua portuguesa.



I. Clarice, professora de literatura brasileira, publicou recentemente um artigo sobre Machado de Assis.


II. O presidente da empresa anunciou medidas rigorosas de economia interna.


III. O Pantanal — maior planície alagável do planeta — sofre com os efeitos das queimadas.


IV. Os engenheiros apresentaram o projeto ao conselho, e ele foi aprovado por unanimidade.



Em quais afirmativas há emprego adequado do aposto?

Alternativas
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Q3794513 Português

Sem medo de baratas


Por Mário Corso







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2025/11/sem-medo-debaratas-cmhjn1moy003n01lp1izngfb8.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos retirados do texto, analise as propostas de alteração apresentadas a seguir, assinalando C, se corretas, ou I, se incorretas.

( ) Em “[...] jogou-a pela janela como quem atira um papel de bala na lixeira”, é possível substituir “quem” por “alguém que” sem causar alterações ao sentido ou à correção do trecho.
( ) É possível substituir a conjunção “Se”, por “Caso”, pois ambas têm o mesmo sentido, mas deve-se alterar a forma verbal para “pegue” em “Se a moda pega, haverá um desequilíbrio cósmico”.
( ) Em “É maravilhoso ver as mulheres se equiparando aos homens”, a ocorrência do pronome “se” é facultativa, pois se trata de partícula de realce.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
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Q3794511 Português

Sem medo de baratas


Por Mário Corso







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2025/11/sem-medo-debaratas-cmhjn1moy003n01lp1izngfb8.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO tenha sido empregada como pronome relativo.
Alternativas
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Q3794510 Português

Sem medo de baratas


Por Mário Corso







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2025/11/sem-medo-debaratas-cmhjn1moy003n01lp1izngfb8.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa em que o pronome oblíquo tenha a função sintática de objeto indireto.
Alternativas
Q3794468 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio. [...]” (4º parágrafo).
Os termos sublinhados, respectivamente, exercem as funções sintáticas de: 
Alternativas
Q3794354 Português
Considerando as regras de concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) É gostoso goiabada.
( ) Cachaça é perigoso para o fígado.
( ) Anexa à carta, enviei o documento.
( ) Durante a viagem, comprei roupas bastante.
Alternativas
Q3794169 Português
Procuram-se jumentos! 

    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.

    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.

    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.

     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]

      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.

Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
“Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus. [...]” (2º parágrafo).
A regência do verbo “chamar” foi bem construída, com apoio do pronome relativo. Assinalar a alternativa em que isso, porém, NÃO ocorre. 
Alternativas
Q3793992 Português
Considerando a regência verbal, analisar os itens.
I. João assistiu o filme no cinema.
II. Toda escolha implica consequências futuras.
III. Acusei meu colega de ter descumprido as regras.
IV. Fui no mercado ontem de manhã.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3793909 Português
Procuram-se jumentos! 

    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.

    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.

    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.

     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]

      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.

Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
“Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.” (5º parágrafo).
Tendo em vista a estruturação linguística do segmento acima, assinalar a alternativa que apresenta termos com mesma função sintática.
Alternativas
Q3793907 Português
Procuram-se jumentos! 

    Quando Dom Pedro I deu o brado retumbante, ele estava montado em um jumento. Quase dois milênios antes, Jesus Cristo também teria montado em um para entrar em Jerusalém pela primeira vez. Napoleão, expedicionários da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais e até o fictício Sancho Pança dependiam do animal.

    Os bichos que chamamos de jumento (e de jegue ou de asno) são o Equus africanus asinus, uma subespécie de Equus africanus domesticada há 7 mil anos. São primos distantes da zebra e dos cavalos – até 2 milhões de anos atrás, todos compartilhavam um mesmo ancestral.

    Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos. E fazia todo sentido: embora menores, os jumentos são mais resistentes.

     Do lado de cá do Atlântico, eles vieram com os europeus durante a colonização. Logo se tornaram o principal meio de transporte dos tropeiros, carregando mercadorias entre o litoral e as missões de expansão para o interior do País. [...]

      Existe uma caça aos jumentos em curso. Um mercado bilionário promove o abate em busca da sua pele. Muitos acabam traficados por uma pechincha e são mortos sem nenhum tipo de cuidado com higiene ou bem-estar animal.

Fonte: Revista Superinteressante. Adaptado.
“Os jumentos viraram pets antes mesmo dos cavalos, cuja domesticação ocorreu há pouco menos de 5 mil anos.” (3º parágrafo).
Assinalar a alternativa em que a vírgula foi usada pelo mesmo motivo que no segmento acima. 
Alternativas
Q3793728 Português
Assinale a alternativa cuja preposição destacada possui o sentido de assunto.
Alternativas
Q3793727 Português
Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada apresenta a concordância correta, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3793687 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase escrita correta em relação à concordância verbal.
Alternativas
Q3793541 Português
A estrutura da oração na língua portuguesa é organizada a partir da relação entre seus constituintes, que se distribuem entre termos essenciais, integrantes e acessórios. O domínio dessa classificação é indispensável à análise sintática, já que cada termo desempenha papel específico na construção do sentido. Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I.O sujeito e o predicado são termos essenciais da oração, pois sem eles não há estrutura oracional completa.
II.O complemento nominal é um termo integrante que completa o sentido de nomes.
III.O adjunto adnominal é termo integrante do sujeito, estabelecendo ligação direta com o verbo transitivo.
IV.O agente da passiva é termo acessório da oração, introduzido pela preposição "por" ou "de", e indica o responsável pela ação em construções na voz passiva.

Em quais afirmativas todas as classificações e definições estão corretas? 
Alternativas
Respostas
5721: D
5722: C
5723: A
5724: B
5725: A
5726: C
5727: D
5728: C
5729: A
5730: D
5731: D
5732: A
5733: A
5734: B
5735: D
5736: B
5737: D
5738: B
5739: A
5740: D