Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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A foto do príncipe William aos pés do Cristo Redentor que imita cena histórica de sua mãe, Diana
O príncipe de Gales repetiu os passos da mãe ao visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. William posou no mesmo ponto em que Diana, princesa de Gales, foi fotografada há trinta e quatro anos. Ele está no terceiro dia de sua viagem de cinco dias ao Brasil, onde apresentará o Earthshot Prize, prêmio anual criado por sua instituição de caridade.
O evento, que reunirá celebridades, será realizado no Museu do Amanhã, no Rio, na noite desta quarta-feira. As apresentações incluirão Kylie Minogue e Shawn Mendes, e cinco projetos receberão o valor de sete milhões de reais cada um. Além disso, o príncipe fará um discurso na COP30, conferência anual da ONU sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em Belém, no Pará.
Em um dia de céu limpo, o futuro rei permaneceu sozinho por alguns instantes, contemplando o Rio de Janeiro do alto do Corcovado, em um momento de reflexão diante da imponente estátua do Cristo Redentor, uma das maiores esculturas Art Déco do mundo, com trinta metros de altura e vinte e oito metros de largura entre os braços abertos.
Diana havia posado no mesmo local em abril de 1991, durante visita de seis dias ao Brasil ao lado do então príncipe Charles. Durante os passeios de William pelo Rio, muitas pessoas relembraram a presença da princesa, falecida em agosto de 1997. Segundo um porta-voz, o príncipe ficou sensibilizado com o carinho dos brasileiros e com as lembranças que ainda cercam a memória de sua mãe.
William também reservou um momento de privacidade na capela localizada sob a estátua, enquanto a segurança reforçada restringia temporariamente o acesso público ao monumento. A visita permitiu que ele se reunisse com os quinze finalistas do prêmio Earthshot, antes da cerimônia de entrega.
Entre os finalistas deste ano estão a cidade de Guangzhou, na China, por sua rede de transporte público elétrico; a Lagos Fashion Week, na Nigéria, reconhecida pela transformação sustentável da indústria da moda; e Barbados, pela liderança ambiental. O prêmio concede anualmente prêmios em dinheiro em cinco categorias distintas a projetos que buscam restaurar o equilíbrio climático do planeta.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, participará da cerimônia ao lado de William, antes de ambos seguirem para Belém, onde líderes mundiais discutirão estratégias de contenção e adaptação às mudanças climáticas.
Durante os primeiros dias no Brasil, o príncipe participou de um jogo de futebol no Maracanã e praticou vôlei de praia em Copacabana. Na terça-feira, concentrou-se em temas ambientais — foco principal de sua visita —, criticando crimes ligados ao desmatamento da Amazônia durante a conferência United for Wildlife.
William também visitou a ilha de Paquetá, onde conversou com moradores, aprendeu sobre a preservação de manguezais e plantou mudas de árvores, encerrando mais um dia de uma viagem que une simbolismo, memória e compromisso com o futuro do planeta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwykry022p0o.adaptado
Durante os primeiros dias no Brasil, o príncipe participou de um jogo de futebol no Maracanã.
Em relação aos termos integrantes da oração, é correto afirmar que
A foto do príncipe William aos pés do Cristo Redentor que imita cena histórica de sua mãe, Diana
O príncipe de Gales repetiu os passos da mãe ao visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. William posou no mesmo ponto em que Diana, princesa de Gales, foi fotografada há trinta e quatro anos. Ele está no terceiro dia de sua viagem de cinco dias ao Brasil, onde apresentará o Earthshot Prize, prêmio anual criado por sua instituição de caridade.
O evento, que reunirá celebridades, será realizado no Museu do Amanhã, no Rio, na noite desta quarta-feira. As apresentações incluirão Kylie Minogue e Shawn Mendes, e cinco projetos receberão o valor de sete milhões de reais cada um. Além disso, o príncipe fará um discurso na COP30, conferência anual da ONU sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em Belém, no Pará.
Em um dia de céu limpo, o futuro rei permaneceu sozinho por alguns instantes, contemplando o Rio de Janeiro do alto do Corcovado, em um momento de reflexão diante da imponente estátua do Cristo Redentor, uma das maiores esculturas Art Déco do mundo, com trinta metros de altura e vinte e oito metros de largura entre os braços abertos.
Diana havia posado no mesmo local em abril de 1991, durante visita de seis dias ao Brasil ao lado do então príncipe Charles. Durante os passeios de William pelo Rio, muitas pessoas relembraram a presença da princesa, falecida em agosto de 1997. Segundo um porta-voz, o príncipe ficou sensibilizado com o carinho dos brasileiros e com as lembranças que ainda cercam a memória de sua mãe.
William também reservou um momento de privacidade na capela localizada sob a estátua, enquanto a segurança reforçada restringia temporariamente o acesso público ao monumento. A visita permitiu que ele se reunisse com os quinze finalistas do prêmio Earthshot, antes da cerimônia de entrega.
Entre os finalistas deste ano estão a cidade de Guangzhou, na China, por sua rede de transporte público elétrico; a Lagos Fashion Week, na Nigéria, reconhecida pela transformação sustentável da indústria da moda; e Barbados, pela liderança ambiental. O prêmio concede anualmente prêmios em dinheiro em cinco categorias distintas a projetos que buscam restaurar o equilíbrio climático do planeta.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, participará da cerimônia ao lado de William, antes de ambos seguirem para Belém, onde líderes mundiais discutirão estratégias de contenção e adaptação às mudanças climáticas.
Durante os primeiros dias no Brasil, o príncipe participou de um jogo de futebol no Maracanã e praticou vôlei de praia em Copacabana. Na terça-feira, concentrou-se em temas ambientais — foco principal de sua visita —, criticando crimes ligados ao desmatamento da Amazônia durante a conferência United for Wildlife.
William também visitou a ilha de Paquetá, onde conversou com moradores, aprendeu sobre a preservação de manguezais e plantou mudas de árvores, encerrando mais um dia de uma viagem que une simbolismo, memória e compromisso com o futuro do planeta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwykry022p0o.adaptado
William "posou" no mesmo ponto em que Diana, princesa de Gales, foi fotografada há trinta e quatro anos.
Em se tratando de regência verbal, o termo destacado funciona como:
A foto do príncipe William aos pés do Cristo Redentor que imita cena histórica de sua mãe, Diana
O príncipe de Gales repetiu os passos da mãe ao visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. William posou no mesmo ponto em que Diana, princesa de Gales, foi fotografada há trinta e quatro anos. Ele está no terceiro dia de sua viagem de cinco dias ao Brasil, onde apresentará o Earthshot Prize, prêmio anual criado por sua instituição de caridade.
O evento, que reunirá celebridades, será realizado no Museu do Amanhã, no Rio, na noite desta quarta-feira. As apresentações incluirão Kylie Minogue e Shawn Mendes, e cinco projetos receberão o valor de sete milhões de reais cada um. Além disso, o príncipe fará um discurso na COP30, conferência anual da ONU sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em Belém, no Pará.
Em um dia de céu limpo, o futuro rei permaneceu sozinho por alguns instantes, contemplando o Rio de Janeiro do alto do Corcovado, em um momento de reflexão diante da imponente estátua do Cristo Redentor, uma das maiores esculturas Art Déco do mundo, com trinta metros de altura e vinte e oito metros de largura entre os braços abertos.
Diana havia posado no mesmo local em abril de 1991, durante visita de seis dias ao Brasil ao lado do então príncipe Charles. Durante os passeios de William pelo Rio, muitas pessoas relembraram a presença da princesa, falecida em agosto de 1997. Segundo um porta-voz, o príncipe ficou sensibilizado com o carinho dos brasileiros e com as lembranças que ainda cercam a memória de sua mãe.
William também reservou um momento de privacidade na capela localizada sob a estátua, enquanto a segurança reforçada restringia temporariamente o acesso público ao monumento. A visita permitiu que ele se reunisse com os quinze finalistas do prêmio Earthshot, antes da cerimônia de entrega.
Entre os finalistas deste ano estão a cidade de Guangzhou, na China, por sua rede de transporte público elétrico; a Lagos Fashion Week, na Nigéria, reconhecida pela transformação sustentável da indústria da moda; e Barbados, pela liderança ambiental. O prêmio concede anualmente prêmios em dinheiro em cinco categorias distintas a projetos que buscam restaurar o equilíbrio climático do planeta.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, participará da cerimônia ao lado de William, antes de ambos seguirem para Belém, onde líderes mundiais discutirão estratégias de contenção e adaptação às mudanças climáticas.
Durante os primeiros dias no Brasil, o príncipe participou de um jogo de futebol no Maracanã e praticou vôlei de praia em Copacabana. Na terça-feira, concentrou-se em temas ambientais — foco principal de sua visita —, criticando crimes ligados ao desmatamento da Amazônia durante a conferência United for Wildlife.
William também visitou a ilha de Paquetá, onde conversou com moradores, aprendeu sobre a preservação de manguezais e plantou mudas de árvores, encerrando mais um dia de uma viagem que une simbolismo, memória e compromisso com o futuro do planeta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwykry022p0o.adaptado
O príncipe fará um discurso na COP30, conferência anual da ONU sobre mudanças climáticas, "que" ocorrerá em Belém, no Pará.
O termo destacado na frase trata-se de
Sintaticamente, os termos destacados na frase são, respectivamente,
Sintaticamente, quanto à regência verbal, o verbo destacado é
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
E a onda levou...
Paralisado na areia da praia, Pedro Rocha sentiu a mente tomada por lembranças e inquietações enquanto caminhava, sem perceber, em direção ao mar. A luz do crepúsculo refletida na água parecia formar um caminho que o conduzia a um lugar de paz, como se alguém o chamasse de longe. Diante daquela imensidão, suas pegadas eram os únicos sinais de sua existência.
Ao tocar as ondas, lágrimas se misturaram à água salgada enquanto tentava afastar pensamentos angustiantes. Deixou-se levar pela correnteza, afastando-se da orla sem se dar conta de que, sozinho, não poderia retornar. Durante alguns instantes, experimentou uma sensação de alívio, ouvindo apenas o mar, o vento e as gaivotas — até que a calmaria se desfez.
O mar tornou-se turbulento, e Pedro foi dominado pela força das ondas, como se seus próprios medos o empurrassem para baixo. Lembrou-se da família e percebeu o absurdo de sua fuga, mas já não conseguia lutar. Quando enfim se deixou submergir, viu ao redor a vida marinha em contraste com o arrependimento que o assolava — até sentir novamente a firmeza da areia sob o corpo.
Alguns turistas o encontraram adormecido próximo à maré, e Pedro despertou assustado, percebendo que jamais saíra da orla: tudo não passara de um sonho carregado de conflitos. Levantou-se em silêncio e caminhou até o carro, certo de que aquela experiência — real ou imaginada — significava uma nova chance. Ao ligar o motor, retomou sua rotina com outros olhos, entendendo que o mar não era o lugar para descarregar suas dores.
Texto Adaptado
LIMA, Erickaline Bezerra de. E a onda levou... Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/server/api/core/bitstreams/1d8f32b3-734e-401 a-85d8-69f95fa8be05/content . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A velha
A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.
Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.
Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.
Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.
Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.
Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.
Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.
O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.
Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior.
Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos?
BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A velha
A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.
Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.
Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.
Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.
Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.
Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.
Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.
O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.
Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior.
Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos?
BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O atendimento ao público é uma fonte de inspiração
Eu estava tranquilamente registrando as compras de uma senhora que estava acompanhada de uma moça, provavelmente sua filha. Cada uma tinha uma sacola e, conforme eu passava os produtos, elas iam embalando.
Em certo momento, a senhora me disse:
"Não precisa ter pressa, viu? Eu vou guardar as coisas no meu ritmo!"
Respondi: "Desculpe?"
E ela repetiu: "Não precisa ter pressa, eu vou arrumar as coisas no meu ritmo, tudo bem?"
Eu disse: "Tudo bem."
Ela, em tom altivo, respondeu: "Obrigada!"
Ora, uma coisa que eu sempre procuro fazer é registrar as compras de acordo com o ritmo do cliente. Nunca fui de passar os produtos apressadamente ou jogá-los, porque, quando fazem isso comigo (e há lugares que fazem), eu não gosto — e acredito que ninguém goste. Acelero um pouco apenas quando percebo que o cliente está com pressa e acompanha meu ritmo.
Mas, enfim, aquela senhora provavelmente já tinha saído de casa de mau humor e acabou descontando em mim. Paciência!
Texto Adaptado
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O atendimento ao público é uma fonte de inspiração
Eu estava tranquilamente registrando as compras de uma senhora que estava acompanhada de uma moça, provavelmente sua filha. Cada uma tinha uma sacola e, conforme eu passava os produtos, elas iam embalando.
Em certo momento, a senhora me disse:
"Não precisa ter pressa, viu? Eu vou guardar as coisas no meu ritmo!"
Respondi: "Desculpe?"
E ela repetiu: "Não precisa ter pressa, eu vou arrumar as coisas no meu ritmo, tudo bem?"
Eu disse: "Tudo bem."
Ela, em tom altivo, respondeu: "Obrigada!"
Ora, uma coisa que eu sempre procuro fazer é registrar as compras de acordo com o ritmo do cliente. Nunca fui de passar os produtos apressadamente ou jogá-los, porque, quando fazem isso comigo (e há lugares que fazem), eu não gosto — e acredito que ninguém goste. Acelero um pouco apenas quando percebo que o cliente está com pressa e acompanha meu ritmo.
Mas, enfim, aquela senhora provavelmente já tinha saído de casa de mau humor e acabou descontando em mim. Paciência!
Texto Adaptado
Considere as afirmativas abaixo, relativas às palavras destacadas no trecho "Eu estava tranquilamente registrando as compras de uma senhora que estava acompanhada de uma moça, provavelmente sua filha." Registre (V), para verdadeiras, e (F), para falsas:
(__) O pronome "eu" é um pronome pessoal do caso reto, exercendo a função de sujeito da oração.
(__) A conjunção "que", no trecho, tem a função de conectar as orações no trecho e complementar o termo anterior.
(__) O pronome "sua" é um pronome possessivo, indicando posse de forma determinada e se referindo à senhora, e não à moça.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
De acordo com o trecho fornecido, assinale a alternativa correta quanto à regência do verbo "receber".
Quanto à concordância verbal, é correto afirmar que: