Questões de Concurso Sobre português

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Q3732380 Português

Leia o texto a seguir:


O oncologista Peter Attia defende ________________ um dos pilares para o envelhecimento saudável seria concentrar mais os esforços ________________ prevenção de doenças. Mas como produzir diagnósticos cada vez mais precoces e assertivos? Um caminho pode ser fazer uma espécie de engenharia reversa: analisar o genoma de idosos e entender quais genes estão atrelados ________________ longevidade e quais podem estar ligados ________________ doenças crônicas.


(Rafael Battaglia, “A busca da longevidade”. Disponível em: https://super.abril.com.br. Adaptado)


As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:

Alternativas
Q3732379 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
Alternativas
Q3732378 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pela que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3732377 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.” (3º parágrafo), as palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de 
Alternativas
Q3732376 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3732375 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou.” (3o parágrafo), considerando o contexto em que foi empregada, a palavra em destaque tem como antônimo:
Alternativas
Q3732374 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

 A partir da leitura do texto, é correta a afirmação:
Alternativas
Q3732373 Português

 Leia a frase a seguir:


Eu acho que, quando a gente crescer, automaticamente ________________o que fazer em qualquer situação.


Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal que preenche a lacuna, em conformidade com a norma-padrão e o sentido da frase.

Alternativas
Q3732372 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula ao trecho da tira manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3732371 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Na tira, o personagem faz reflexões que revelam
Alternativas
Q3732365 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dias que surgem

Existem dias que surgem para dominar sua rotina.

Geralmente, são dias que surgem de alguma situação alheia, onde você brota, repentinamente, vindo de algum lugar fora dali onde tudo acontece e, dentro da história, acomoda-se para caminhar, passos firmes, rumo a seu próprio caminho, rumo a casa, ao recôndito que me recebe em silêncio.

Almoço todos os dias no Restaurante Universitário e hoje senti a potência energética de um raio porque caiu um ao lado do restaurante enquanto eu almoçava − potência de bomba!...Luz de incêndio!...

Ninguém compreendeu bem o que ocorreu...

Passou a energia de um raio, junto a nós, ao nosso lado!... Houve uma corrente unindo todos a perguntarem-se o que houve.

Muito calor, muita chuva, a cidade alagada.

Viajo todos os dias 50km para trabalhar, 50km para voltar. Duas horas, no máximo!

Hoje, com tanta chuva, com tanta dominação climática, demorei 4h30min para percorrer 50km inundados, e chegar aqui, para escrever esta historinha de hoje, que me custou não cozinhar, não estudar.

Dentre as histórias que ouvi no caminho, houve uma com final feliz − minha companheira de viagem acreditava que todos haviam morrido no acidente em Viana − sobreviveram!... Acabei de ver no telejornal.

GONZÁLEZ, Liana. Dias que surgem. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025. 
Considerando o texto "Dias que surgem", é possível compreender que o relato do narrador revela, em sua estrutura e conteúdo, uma reflexão sobre: 
Alternativas
Q3732147 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Jacinta

Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.

Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.

Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.

Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.

Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.

Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.

Vi um corpo sofrendo, moribundo.

Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.

Por que não aceita o nosso, Jacinta?

Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!

Não viveu. Foi-se no dia seguinte.


GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
A leitura do texto "Jacinta" permite inferir que o narrador, ao relatar sua visita à amiga hospitalizada, expressa sobretudo:
Alternativas
Q3732146 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Jacinta

Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.

Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.

Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.

Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.

Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.

Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.

Vi um corpo sofrendo, moribundo.

Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.

Por que não aceita o nosso, Jacinta?

Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!

Não viveu. Foi-se no dia seguinte.


GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
No trecho "Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico", o uso da crase em "à enfermeira" é justificado por:
Alternativas
Q3732145 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Jacinta

Faz tempo, recusava-me a ir, porém, hoje, impossível evitar.

Enfermaria da UTI do Hospital São Lucas, Vitória, Espírito Santo, Brasil, Jacinta em coma.

Desde maio, Jacinta está em coma; só hoje fui visitá-la.

Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu.

Fugiu para dentro de si, numa viagem amarga que não evidencia sua sempre forte alegria com a vida − entrou em silêncio, em distanciamento, deixou-nos.

Mas não morreu. Está ali e chorou quando lhe disse que estava ali. E chorei porque quem vi ali não era Jacinta.

Vi um corpo sofrendo, moribundo.

Perguntei à enfermeira e, não satisfeita, perguntei ao médico. Confirmado. Era Jacinta. Não vi uma pessoa, um ser imbuído de vida. Vi o sofrimento de alguém que não quer viver e não tem a alegria de ir − sofre, ego ferido pela vida, e reclama amor.

Por que não aceita o nosso, Jacinta?

Temos pouco, não temos sua filha. Estamos vivos,... Viva!

Não viveu. Foi-se no dia seguinte.


GONZÁLEZ, Liana. Jacinta. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/5e31bd4b-2da7-42 b6-bf5a-f3253a96eb4e/content . Acesso em: 16 out. 2025.
Não viveu. Foi-se no dia seguinte.
No período "Creio que não suportou a dor de celebrar um ano da morte de sua filha, que seria no mês seguinte, e fugiu", as orações iniciadas por "que" exercem funções distintas. Assinale a alternativa que analisa corretamente essas orações quanto à sua natureza sintática:
Alternativas
Q3732060 Português
Leia o trecho da crônica “O homem nu”.


    “Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento”.
“Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito.” A expressão destacada que apresenta uma circunstância de modo é:
Alternativas
Q3732059 Português
Leia o trecho da crônica “O homem nu”.


    “Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento”.
“Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. ”

O “a” que antecede a palavra destacada (ferver) não recebeu acento indicador de crase. ASSINALE a alternativa em que a expressão destacada também não recebeu acento indicador de crase pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q3732058 Português

Leia as tirinhas a seguir para responder a questão.


Q38.png (601×374)


Há a presença de um vocativo:

Alternativas
Q3732057 Português
Atente para as frases a seguir.

I. Nada se fez necessário, ............... já havia resolvido o problema.
II. Sempre fico me questionando ............... ela age assim comigo.
III. Era um ................ que não tinha explicação.
IV. ................ chegou atrasada, não pode fazer a prova.

A alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas acima é:
Alternativas
Q3732050 Português
Café


    A palavra “café” vem do árabe qahhwah e significa “vinho”. Foi cultivado pela primeira vez pelo povo muçulmano, sendo por isso conhecido também como vinho da Arábia. As sensações de vigor e ânimo que o fruto proporciona foram descobertas pelo pastor etíope Caldi, que, após perceber que suas cabras andavam agitadas, viu que elas se alimentavam de folhas e grãos de um arbusto específico.

    Os monges que viviam na região colheram os frutos e prepararam um chá. A partir daí, passaram a consumir frequentemente a bebida para ficarem mais acordados nas noites de vigília e oração.

    Seu cultivo tornou-se tão importante para o povo árabe, que era terminantemente proibido que seus grãos deixassem a região. Todo café negociado era previamente fervido para que não pudesse mais germinar. Apenas no século XVIII a planta ganhou a Europa, sendo cultivada na Holanda.


Disponível em: http://www.muraljoia.com.br.
“Seu cultivo tornou-se tão importante para o povo árabe, que era terminantemente proibido que seus grãos deixassem a região”. Semanticamente, a palavra destacada exprime o sentido o mesmo que, EXCETO: 
Alternativas
Q3732048 Português
Atente para o texto a seguir e responda a questão.


Capoeira


Gustavo Pereira Côrtes


    Dança, luta ou jogo de origem negra, foi introduzida no Brasil pelos escravos bantos de Angola, tendo-se difundido com grande intensidade no Nordeste do Brasil, especialmente nas capitanias da Bahia e de Pernambuco, durante o período colonial. Marcada por movimentos que imitavam animais, era utilizada como instrumento de defesa pessoal. Seu nome se refere às antigas roças, conhecidas por capoeiras, onde os negros realizavam seus treinos. Após a abolição, a capoeira foi marginalizada, sendo reprimida pela polícia da época.

    Em Recife e também no Rio de Janeiro, não há um estilo sincronizado, sendo considerada um jogo de rua, uma malandragem. Na Bahia, assume um caráter especial, uma vez que é marcada pala presença de cantigas de roda e pelo uso de berimbaus e pandeiros, o que lhe confere um aspecto amigável e menos ofensivo.

    Atualmente, vulgarizou-se e pode ser encontrada em todo o país, relacionada a atividades ligadas ao esporte e à educação. A indumentária é simples, com calças largas e cordões amarrados na cintura, que indicam o estágio no qual o participante se insere.


Dança, Brasil: festas e danças populares. Belo Horizonte: Leitura, 2000. 
“Na Bahia, assume um caráter especial, uma vez que é marcada pala presença de cantigas de roda e pelo uso de berimbaus e pandeiros, o que lhe confere um aspecto amigável e menos ofensivo.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido e estabelece uma relação de:
Alternativas
Respostas
37061: D
37062: E
37063: B
37064: B
37065: C
37066: E
37067: D
37068: C
37069: A
37070: D
37071: C
37072: A
37073: D
37074: C
37075: D
37076: A
37077: C
37078: A
37079: B
37080: A