Questões de Concurso Sobre português

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Q3700912 Português
No jogo das relações institucionais, os estudantes utilizam os mecanismos que têm disponíveis, como a ameaça e o medo. A obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas reproduz as falas de uma vice-diretora que afirma: “[Tem] ameaça de aluno pra professor, professor pra aluno, funcionário pra aluno, aluno pra professor, pra funcionário”. Os alunos “fazem [ameaças] em relação a professor e funcionário”.
Abramovay et al. (2012) afirmam que na escola “as ameaças surgem como forma de ‘questionar’
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Q3700911 Português
Segundo Abramovay et al. (2012), “é comum observar professores, diretores, coordenadores e os próprios pais afirmarem que os estudantes são potencialmente ‘violentos’ por serem oriundos de uma ‘família desestruturada’”. De acordo com a autora, essa visão de “desestruturação familiar”, com frequência, acaba por
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Q3700909 Português
Em Bullying: o que é bullying?, Carolina Camargo escreve que os espectadores ou público, no bullying, são aqueles que presenciam as situações agressivas. De acordo com a autora, os espectadores
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Q3700907 Português
De acordo com o texto Bullying: o que é bullying?, de Carolina Camargo, é correto afirmar que
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Q3700906 Português
Em Bullying: o que é bullying?, Carolina Camargo explica que “o alvo de bullying é aquele que recebe as agressões” e o “autor de bullying é aquele que comete agressão”. O referido texto afirma que algumas características fazem do autor de bullying uma pessoa que necessita
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Q3700889 Português
A norma-padrão de concordância nominal e verbal está respeitada na frase:
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Q3700887 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase elaborada a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
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Q3700886 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado, no contexto em que se encontra, a palavra destacada em:
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Q3700885 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

No trecho “O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece…” (1º parágrafo), a palavra em destaque tem como sinônimo, no contexto em que foi empregada:
Alternativas
Q3700884 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém afirmação em conformidade com o que foi tratado no texto e com a norma-padrão de emprego da vírgula.
Alternativas
Q3700883 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


 (Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)

No trecho “Eu liguei pro Chuck e perguntei se ele me amava.” (1º quadro), o verbo “amava” está empregado no mesmo tempo e modo verbal que o verbo destacado em:
Alternativas
Q3700882 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


 (Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)

No trecho “Eu liguei pro Chuck e perguntei se ele me amava.” (1º quadro), a palavra em destaque introduz expressão de
Alternativas
Q3700881 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


 (Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)

No trecho “Eu pensei que falar com ele pelo telefone fosse ajudar.” (3º quadro), a palavra em destaque estabelece relação de sentido de
Alternativas
Q3700880 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


 (Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que a personagem que fala
Alternativas
Q3700795 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ninguém fica de fora!

Diferentes deficiências fazem parte da vida de diferentes pessoas, mas isso não é razão para que elas convivam com desvantagens ou prejuízos no seu dia a dia ou na sua formação, porque esses são problemas sociais, causados pela falta de acessibilidade, pela impossibilidade de chegar ao que ela necessita.

Você já ficou de fora de uma brincadeira ou foi deixado de lado na hora que escolheram o time? A sensação é ruim, não é? Parece que dói por dentro. Sabia que essa dor tem nome? Neurocientistas, especialistas no estudo do cérebro e das emoções, a chamam de "dor social".

A dor social vem quando nos sentimos excluídos, e o nosso cérebro reage de forma parecida como quando machucamos o joelho. É por isso que nos sentimos muito tristes, como se tivéssemos um buraco no peito. O coração bate até num ritmo diferente, e aí o cérebro pode determinar que algumas substâncias sejam liberadas no nosso organismo para direcionar a nossa atenção a algo que nos faça sentir seguros novamente. Mas, enquanto isso não acontece, é natural que o nosso foco esteja no sentimento ruim que experimentamos com a situação de exclusão.


(https://chc.org.br/artigo/por-mais-inclusao/)
"A dor social vem quando nos sentimos excluídos, e o nosso cérebro reage de forma parecida como quando machucamos o joelho."

Analise a separação silábica dos vocábulos retirados do trecho e identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3700794 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ninguém fica de fora!

Diferentes deficiências fazem parte da vida de diferentes pessoas, mas isso não é razão para que elas convivam com desvantagens ou prejuízos no seu dia a dia ou na sua formação, porque esses são problemas sociais, causados pela falta de acessibilidade, pela impossibilidade de chegar ao que ela necessita.

Você já ficou de fora de uma brincadeira ou foi deixado de lado na hora que escolheram o time? A sensação é ruim, não é? Parece que dói por dentro. Sabia que essa dor tem nome? Neurocientistas, especialistas no estudo do cérebro e das emoções, a chamam de "dor social".

A dor social vem quando nos sentimos excluídos, e o nosso cérebro reage de forma parecida como quando machucamos o joelho. É por isso que nos sentimos muito tristes, como se tivéssemos um buraco no peito. O coração bate até num ritmo diferente, e aí o cérebro pode determinar que algumas substâncias sejam liberadas no nosso organismo para direcionar a nossa atenção a algo que nos faça sentir seguros novamente. Mas, enquanto isso não acontece, é natural que o nosso foco esteja no sentimento ruim que experimentamos com a situação de exclusão.


(https://chc.org.br/artigo/por-mais-inclusao/)
"Diferentes deficiências fazem parte da vida de diferentes pessoas, mas isso não é razão para que elas convivam com desvantagens ou prejuízos no seu dia a dia ou na sua formação, porque esses são problemas sociais, causados pela falta de acessibilidade, pela impossibilidade de chegar ao que ela necessita."

Quanto à acentuação, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3700776 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Zona Franca do Pensamento

O pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar. Martha MedeirosO pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar.

Martha Medeiros - Texto adaptao

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/ 
O texto apresenta uma reflexão sobre a privacidade do pensamento em um mundo cada vez mais tecnológico. Considerando os elementos de coerência, coesão e a estrutura do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3700736 Português
"O coração bate até num ritmo diferente, e aí o cérebro pode determinar que algumas substâncias sejam liberadas no nosso organismo para direcionar a nossa atenção a algo que nos faça sentir seguros."

Quanto à classe de palavras, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3700715 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Zona Franca do Pensamento

O pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar. Martha MedeirosO pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar.

Martha Medeiros - Texto adaptao

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No trecho "Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar.", a oração "que consiga nos achar" exerce uma função sintática dentro da estrutura da oração principal. Com base na análise sintática e semântica dessa oração, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3700714 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Zona Franca do Pensamento

O pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar. Martha MedeirosO pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar.

Martha Medeiros - Texto adaptao

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No trecho "O pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros", a estrutura sintática evidencia a predicação verbal e a regência dos termos que a compõem. Com base nessa análise, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
32041: B
32042: C
32043: B
32044: E
32045: A
32046: D
32047: E
32048: C
32049: C
32050: A
32051: B
32052: E
32053: A
32054: B
32055: B
32056: C
32057: B
32058: A
32059: D
32060: A