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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.772 questões

Q4246366 Português
A construção do sentido em textos do gênero tirinha ocorre por meio da articulação entre elementos verbais e visuais. Na produção do humor da tirinha, a fala final de Mamu revela que a dificuldade de comunicação decorreu do conflito entre a
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Q4246365 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
Na produção de textos escritos, a acentuação gráfica contribui para a escrita adequada das palavras e para a compreensão da mensagem. No trecho “Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país...”, a palavra “país” é acentuada pela mesma regra aplicada à palavra
Alternativas
Q4246364 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
Em textos informativos, diferentes recursos gráficos podem contribuir para a construção dos sentidos. No segundo parágrafo do texto, o uso das aspas com a expressão “consumidor equilibrista” justifica-se por
Alternativas
Q4246363 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
A ideia principal de uma notícia corresponde à informação que organiza e articula os demais dados apresentados. No relatório mencionado no texto, essa ideia principal está relacionada à afirmação de que, em 2026, o consumidor brasileiro
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Q4246362 Português

Texto 2 





Disponível em: https://www.iffarroupilha.edu.br/ultimas-noticias/item/44219-

vem-ser-profissa-mec-lan%C3%A7a-campanha-dedivulga%C3%A7%C3%A3o-de-cursos-da-rede-federal. Acesso em: 6 jun.

2026.


O emprego de substantivos e adjetivos pode variar conforme a situação comunicativa e os objetivos do texto. A palavra “profissional”, que, a depender do contexto, pode ser classificada como substantivo ou adjetivo, é utilizada, no slogan da campanha, com a forma reduzida “profissa”. Esse uso contribui para
Alternativas
Q4246361 Português

Texto 2 





Disponível em: https://www.iffarroupilha.edu.br/ultimas-noticias/item/44219-

vem-ser-profissa-mec-lan%C3%A7a-campanha-dedivulga%C3%A7%C3%A3o-de-cursos-da-rede-federal. Acesso em: 6 jun.

2026.


A compreensão da campanha apresentada no texto envolve a articulação entre linguagem verbal e não verbal. Nesse contexto, a mensagem produzida pela combinação da frase “VEM SER PROFISSA” com a imagem das jovens reunidas pode ser compreendida como um convite à
Alternativas
Q4246360 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Em diversos momentos da crônica, o narrador utiliza palavras e expressões em sentido figurado para construir sua visão sobre a escrita. Na afirmação “Sou um gigolô das palavras”, a construção produz o efeito de representar o autor como alguém que 
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Q4246359 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Ao comentar a possibilidade de um escritor tratar suas palavras “com a deferência de um namorado”, o narrador emprega um termo que contribui para caracterizar uma atitude diante da linguagem. Nesse contexto, a substituição da palavra “deferência” por um sinônimo preserva o sentido do trecho quando se utiliza a palavra
Alternativas
Q4246358 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Ao longo da crônica, o narrador desenvolve uma reflexão sobre a relação entre o uso da língua e as normas gramaticais. A ideia defendida pelo autor é a de que a comunicação depende principalmente da(o)
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Q4246327 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Considere a reescritura do trecho: "A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, convertese em instrumento estéril...". Assinale a alternativa cuja redação está inteiramente de acordo com a norma-padrão, no que se refere à regência e à concordância nominal e verbal.
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Q4246326 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está CORRETO.
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Q4246325 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
No trecho "Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional...", a vírgula empregada após “sobretudo” justifica-se por
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Q4246324 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Em "Cria-se, então, a falsa impressão de modernização...", o sujeito da forma verbal destacada é 
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Q4246323 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Considere o período "Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.". A oração destacada é 
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Q4246322 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Considere os trechos: "... as mesmas deficiências que já comprometiam ..." e "A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados...". Assinale a alternativa em que a análise morfossintática e semântica dos elementos destacados está CORRETA.
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Q4246321 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Em "...quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital...", a colocação pronominal empregada é um caso de 
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Q4246320 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Considere o seguinte trecho do texto: "Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados...". Assinale a alternativa em que:
I. a expressão destacada foi corretamente substituída por termo ou expressão de sentido equivalente; e
II. todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial vigente.
Alternativas
Q4246319 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
No trecho "... fascínio pelas soluções ...", a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q4246318 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A ilusão da eficiência

    Em tempos de intensa digitalização dos serviços públicos, tornou-se comum associar o avanço tecnológico à ideia de eficiência administrativa. Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais não assegura, por si só, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão. A tecnologia, quando desacompanhada de planejamento, de capacitação permanente dos servidores e de mecanismos de controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz de produzir os resultados que dela se esperam.
    Não raro, administrações públicas investem vultosos recursos em sistemas informatizados sem previamente redefinir seus processos internos. Cria-se, então, a falsa impressão de modernização, quando, em verdade, apenas se transferem para o ambiente digital as mesmas deficiências que já comprometiam os procedimentos tradicionais.
     A eficiência administrativa exige mais do que equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas de última geração. Requer, sobretudo, a construção de uma cultura institucional baseada no planejamento, na transparência e na avaliação contínua dos resultados. Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser instrumento de transformação para tornar-se mero ornamento burocrático.
    Por isso, a verdadeira inovação na Administração Pública não reside simplesmente na aquisição de novos sistemas, mas na capacidade de repensar práticas, corrigir distorções e colocar o interesse público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
A ideia central defendida pelo autor do texto é:
Alternativas
Q4246282 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Em uma sociedade marcada pelo excesso de informações e pela velocidade das transformações tecnológicas, a capacidade de interpretar criticamente os discursos tornou-se uma das competências mais relevantes do cidadão contemporâneo. Não basta, porém, ter acesso aos dados: é necessário saber selecioná-los, confrontá-los e atribuir-lhes significado. Muitas vezes, a abundância de informações produz efeito paradoxal, pois, em vez de ampliar a compreensão da realidade, contribui para a disseminação de equívocos, preconceitos e falsas certezas. Nesse contexto, a linguagem deixa de ser mero instrumento de comunicação para assumir papel decisivo na construção do pensamento e na formação da consciência crítica.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho está de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: D
244: B
245: A
246: B
247: B
248: D
249: C
250: C
251: D
252: B
253: D
254: A
255: B
256: A
257: C
258: B
259: C
260: C