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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.772 questões

Q4247194 Português

Assinale a alternativa que apresenta a junção correta dos dois enunciados a seguir:



- Aquele é um artista famoso.


- Eu lhe falei dos talentos do artista.

Alternativas
Q4247193 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem:

         uma mão naquilo que você puder.
- Peço que           no que for necessário.
- Eu jamais           do que você fez por nós.
Alternativas
Q4247192 Português
"O orador, na ânsia de fazer interação, perguntou aos presentes:

- Vocês gostariam de um exemplo do que estou falando?"

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima totalmente correta. 
Alternativas
Q4247191 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado introduz uma oração com o sentido de consequência.
Alternativas
Q4247190 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada tem natureza adverbial, indicando uma circunstância da ação verbal.
Alternativas
Q4247189 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada caracteriza o pleonasmo como vício de linguagem, e não como figura.
Alternativas
Q4247188 Português
“Sertão não é malino nem caridoso, ele tira ouou agrada ou amarga ao senhor conforme o senhor mesmo." (Guimarães Rosa)

Que figura de linguagem caracteriza a ocorrência das palavras destacadas no enunciado acima?
Alternativas
Q4247187 Português
Imagem associada para resolução da questão

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DWjU0eTCSlw/>.

Assinale a alternativa que apresenta o fator de coerência textual, devidamente apresentado, responsável pelo humor presente nos quadrinhos acima.
Alternativas
Q4247186 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:

    custa de muito esforço, todas       vítimas foram socorridas       tempo.
- Eu não imaginaria uma situação tão desfavorável       você.
- De janeiro       dezembro, faço invocações       várias entidades religiosas.
Alternativas
Q4247185 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão gradadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4247184 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado remete a todo o conteúdo do enunciado, e não a um termo específico.
Alternativas
Q4247182 Português
"Nóis tava dormino lá em casa, às treis hora da manhã, i os PM chegaro, deu um tiro na porta, pegô na perna do 'fulano' aí em seguida ez arrebentô a porta, aí deu oto tiro, pegô na cabeça do Adauto, ez viro que tinha acertado no Adauto. (...)."

O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
Alternativas
Q4247181 Português

Imagem associada para resolução da questão



BRAINLY. Disponível em

<https://brainly.com.br/tarefa/47761560>.



Pelas características apresentadas no texto acima, ele se enquadra no gênero:

Alternativas
Q4247180 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A nota que a vida escreve


    Sempre achei curioso o conselho de classe. Uma reunião solene, com professores reunidos em torno de uma mesa, decidindo o destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me de ter participado de muitos desses conselhos, ora como aluno, ora como professor. E, a cada um deles, uma nova reflexão sobre o papel da escola na formação do indivíduo.

  Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as "adversidades existenciais" dos alunos no momento da avaliação. É claro que a vida de cada um é um mosaico único, repleto de desafios e particularidades. No entanto, me pergunto se estamos indo longe demais nessa direção. 

    A escola, em sua essência, é um lugar de aprendizado, um espaço onde os alunos são desafiados a superar seus limites е a desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as dificuldades em detrimento das conquistas, corremos o risco de criar uma geração de jovens que esperam ser aprovados por pena, e não por mérito. A vida, por mais injusta que possa parecer, não funciona assim. No mercado de trabalho, por exemplo, não haverá um conselho de classe para avaliar nossas "adversidades existenciais". A única coisa que valerá será nossa capacidade de entregar resultados.

   É como se estivéssemos ensinando aos nossos alunos que o sucesso é algo que se conquista sem esforço, que basta ter uma boa história para ser recompensado. Mas a vida não é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de dedicação, persistência e, sim, de um pouco de suor.

   Certa vez, ouvi um colega de trabalho dizer que a escola deveria ser um refúgio, um lugar onde os alunos pudessem se sentir acolhidos e compreendidos. Concordo plenamente. No entanto, a escola também deve ser um espaço de crescimento e desenvolvimento. É preciso encontrar um equilíbrio entre a compaixão e a exigência, entre o acolhimento e a cobrança.

   A nota, por si só, não define o valor de uma pessoa. Mas ela é um indicador importante do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao desvalorizar a nota, corremos o risco de desvalorizar o próprio processo de aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a ferramenta mais poderosa que temos para transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor. (...) 


PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
O texto "A nota que a vida escreve" é predominantemente:
Alternativas
Q4247179 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A nota que a vida escreve


    Sempre achei curioso o conselho de classe. Uma reunião solene, com professores reunidos em torno de uma mesa, decidindo o destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me de ter participado de muitos desses conselhos, ora como aluno, ora como professor. E, a cada um deles, uma nova reflexão sobre o papel da escola na formação do indivíduo.

  Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as "adversidades existenciais" dos alunos no momento da avaliação. É claro que a vida de cada um é um mosaico único, repleto de desafios e particularidades. No entanto, me pergunto se estamos indo longe demais nessa direção. 

    A escola, em sua essência, é um lugar de aprendizado, um espaço onde os alunos são desafiados a superar seus limites е a desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as dificuldades em detrimento das conquistas, corremos o risco de criar uma geração de jovens que esperam ser aprovados por pena, e não por mérito. A vida, por mais injusta que possa parecer, não funciona assim. No mercado de trabalho, por exemplo, não haverá um conselho de classe para avaliar nossas "adversidades existenciais". A única coisa que valerá será nossa capacidade de entregar resultados.

   É como se estivéssemos ensinando aos nossos alunos que o sucesso é algo que se conquista sem esforço, que basta ter uma boa história para ser recompensado. Mas a vida não é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de dedicação, persistência e, sim, de um pouco de suor.

   Certa vez, ouvi um colega de trabalho dizer que a escola deveria ser um refúgio, um lugar onde os alunos pudessem se sentir acolhidos e compreendidos. Concordo plenamente. No entanto, a escola também deve ser um espaço de crescimento e desenvolvimento. É preciso encontrar um equilíbrio entre a compaixão e a exigência, entre o acolhimento e a cobrança.

   A nota, por si só, não define o valor de uma pessoa. Mas ela é um indicador importante do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao desvalorizar a nota, corremos o risco de desvalorizar o próprio processo de aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a ferramenta mais poderosa que temos para transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor. (...) 


PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
(1) "Lembro-me de ter participado de muitos desses conselhos, ora como aluno, ora como professor."
(2) "Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as 'adversidades existenciais' dos alunos no momento da avaliação."

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido das expressões verbais destacadas nos trechos numerados acima.
Alternativas
Q4247178 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A nota que a vida escreve


    Sempre achei curioso o conselho de classe. Uma reunião solene, com professores reunidos em torno de uma mesa, decidindo o destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me de ter participado de muitos desses conselhos, ora como aluno, ora como professor. E, a cada um deles, uma nova reflexão sobre o papel da escola na formação do indivíduo.

  Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as "adversidades existenciais" dos alunos no momento da avaliação. É claro que a vida de cada um é um mosaico único, repleto de desafios e particularidades. No entanto, me pergunto se estamos indo longe demais nessa direção. 

    A escola, em sua essência, é um lugar de aprendizado, um espaço onde os alunos são desafiados a superar seus limites е a desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as dificuldades em detrimento das conquistas, corremos o risco de criar uma geração de jovens que esperam ser aprovados por pena, e não por mérito. A vida, por mais injusta que possa parecer, não funciona assim. No mercado de trabalho, por exemplo, não haverá um conselho de classe para avaliar nossas "adversidades existenciais". A única coisa que valerá será nossa capacidade de entregar resultados.

   É como se estivéssemos ensinando aos nossos alunos que o sucesso é algo que se conquista sem esforço, que basta ter uma boa história para ser recompensado. Mas a vida não é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de dedicação, persistência e, sim, de um pouco de suor.

   Certa vez, ouvi um colega de trabalho dizer que a escola deveria ser um refúgio, um lugar onde os alunos pudessem se sentir acolhidos e compreendidos. Concordo plenamente. No entanto, a escola também deve ser um espaço de crescimento e desenvolvimento. É preciso encontrar um equilíbrio entre a compaixão e a exigência, entre o acolhimento e a cobrança.

   A nota, por si só, não define o valor de uma pessoa. Mas ela é um indicador importante do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao desvalorizar a nota, corremos o risco de desvalorizar o próprio processo de aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a ferramenta mais poderosa que temos para transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor. (...) 


PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
No texto “A nota que a vida escreve", o autor defende a ideia de que:
Alternativas
Q4247082 Português
Qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
segue precária; pontos com classificação boa
caem para apenas cinco 


    A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes de melhora. Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação nos indicadores e revela uma redução significativa no número de pontos com água classificada como boa. No estudo mais recente, que reúne dados coletados entre janeiro e dezembro de 2025, quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular – o que indica impacto relevante da poluição e necessidade de tratamento da água para diferentes usos. 

    Produzido pelo programa Observando os Rios, uma das maiores iniciativas de ciência cidadã voltadas ao monitoramento da qualidade da água no Brasil, o Retrato da Qualidade da Água nos Rios da Mata Atlântica reúne um amplo diagnóstico sobre a situação dos cursos d’água do bioma. Neste ciclo de monitoramento, foram realizadas 1.209 análises em 162 pontos de coleta, distribuídos em 128 rios e corpos d’água localizados em 86 municípios de 14 estados, com a participação de 133 grupos voluntários. [...] 

    Os resultados mostram que apenas cinco pontos (3,1%) apresentaram qualidade boa, enquanto 127 (78,4%) foram classificados como regulares, 25 (15,4%) como ruins e cinco (3,1%) como péssimos. Mais uma vez, nenhum ponto analisado atingiu a classificação de qualidade ótima. [...] 

    A comparação com os dados do ciclo anterior reforça o alerta. Entre os 115 pontos acompanhados nos dois anos consecutivos, os classificados como bons caíram de nove para três. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins. Cinco pontos permaneceram na categoria péssima, mantendo condições críticas de qualidade da água. 

    Para Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, os resultados sinalizam que o país ainda não conseguiu avançar, de forma estrutural, na recuperação dos rios. “Seguimos presos a um cenário de estagnação num patamar que há anos já é preocupante. A predominância da qualidade regular revela que a maioria dos rios está sob pressão constante da poluição. Sem mudanças estruturais, o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população”, afirma. 

Ainda assim, há exemplos pontuais de recuperação. Em Pacatuba (SE), o rio Betume apresentou melhora e passou da classificação regular para boa, enquanto o rio Capivari, em Florianópolis (SC), e o córrego Itaguaçu/Itaquanduba, em Ilhabela (SP) avançaram de ruim para regular. Os casos indicam que a recuperação é possível quando há redução das fontes de poluição e avanços na gestão das bacias hidrográficas. [...] Porém, em alguns casos, a situação se agravou ainda mais: o rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e pontos dos rios Paraíba do Sul, em Itaocara (RJ), e Tietê, em Guarulhos (SP) e Santana de Parnaíba (SP), passaram de regular para ruim, tornando a água imprópria para diversos usos. O relatório também aponta que alguns dos trechos mais críticos, com água péssima, permanecem sem melhora – como os rios Pinheiros e Jaguaré, na capital paulista, e o Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul (SP) –, evidenciando que a recuperação dos rios é lenta e exige ações estruturais contínuas. [...] 

    Eventos extremos, como períodos prolongados de estiagem e chuvas intensas, alteram o funcionamento das bacias, aumentam o carreamento de sedimentos e reduzem a capacidade de diluição de poluentes, agravando a situação dos rios. Relatório recente do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta que, para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam atividades que degradam os ecossistemas, evidenciando o descompasso entre os investimentos necessários para enfrentar a crise ambiental e os recursos destinados a atividades que pressionam os recursos naturais. [...] 

    O Observando os Rios mobiliza comunidades em diferentes regiões da Mata Atlântica para acompanhar mensalmente a qualidade da água em rios e córregos, utilizando metodologia baseada no Índice de Qualidade da Água. A rede reúne, atualmente, mais de dois mil voluntários em 14 estados, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a situação dos recursos hídricos e fortalecer a mobilização social em defesa da água limpa. A consistência dos dados gerados pelo programa foi analisada em estudo publicado na revista científica internacional Citizen Science: Theory and Practice, que apontou forte convergência entre as medições realizadas pelos voluntários e os padrões oficiais de monitoramento da CETESB. 

Adaptado de: https://www.sosma.org.br/noticias/qualidade-da-agua-
dos-rios-da-mata-atlantica-segue-precaria-pontos-com-
classificacao-boa-caem-para-apenas-cinco. Acesso em: 31 maio
2026. 
Assinale a alternativa em que o advérbio ou a locução adverbial destacado(a) modifica um adjetivo. 
Alternativas
Q4247081 Português
Qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
segue precária; pontos com classificação boa
caem para apenas cinco 


    A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes de melhora. Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação nos indicadores e revela uma redução significativa no número de pontos com água classificada como boa. No estudo mais recente, que reúne dados coletados entre janeiro e dezembro de 2025, quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular – o que indica impacto relevante da poluição e necessidade de tratamento da água para diferentes usos. 

    Produzido pelo programa Observando os Rios, uma das maiores iniciativas de ciência cidadã voltadas ao monitoramento da qualidade da água no Brasil, o Retrato da Qualidade da Água nos Rios da Mata Atlântica reúne um amplo diagnóstico sobre a situação dos cursos d’água do bioma. Neste ciclo de monitoramento, foram realizadas 1.209 análises em 162 pontos de coleta, distribuídos em 128 rios e corpos d’água localizados em 86 municípios de 14 estados, com a participação de 133 grupos voluntários. [...] 

    Os resultados mostram que apenas cinco pontos (3,1%) apresentaram qualidade boa, enquanto 127 (78,4%) foram classificados como regulares, 25 (15,4%) como ruins e cinco (3,1%) como péssimos. Mais uma vez, nenhum ponto analisado atingiu a classificação de qualidade ótima. [...] 

    A comparação com os dados do ciclo anterior reforça o alerta. Entre os 115 pontos acompanhados nos dois anos consecutivos, os classificados como bons caíram de nove para três. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins. Cinco pontos permaneceram na categoria péssima, mantendo condições críticas de qualidade da água. 

    Para Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, os resultados sinalizam que o país ainda não conseguiu avançar, de forma estrutural, na recuperação dos rios. “Seguimos presos a um cenário de estagnação num patamar que há anos já é preocupante. A predominância da qualidade regular revela que a maioria dos rios está sob pressão constante da poluição. Sem mudanças estruturais, o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população”, afirma. 

Ainda assim, há exemplos pontuais de recuperação. Em Pacatuba (SE), o rio Betume apresentou melhora e passou da classificação regular para boa, enquanto o rio Capivari, em Florianópolis (SC), e o córrego Itaguaçu/Itaquanduba, em Ilhabela (SP) avançaram de ruim para regular. Os casos indicam que a recuperação é possível quando há redução das fontes de poluição e avanços na gestão das bacias hidrográficas. [...] Porém, em alguns casos, a situação se agravou ainda mais: o rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e pontos dos rios Paraíba do Sul, em Itaocara (RJ), e Tietê, em Guarulhos (SP) e Santana de Parnaíba (SP), passaram de regular para ruim, tornando a água imprópria para diversos usos. O relatório também aponta que alguns dos trechos mais críticos, com água péssima, permanecem sem melhora – como os rios Pinheiros e Jaguaré, na capital paulista, e o Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul (SP) –, evidenciando que a recuperação dos rios é lenta e exige ações estruturais contínuas. [...] 

    Eventos extremos, como períodos prolongados de estiagem e chuvas intensas, alteram o funcionamento das bacias, aumentam o carreamento de sedimentos e reduzem a capacidade de diluição de poluentes, agravando a situação dos rios. Relatório recente do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta que, para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam atividades que degradam os ecossistemas, evidenciando o descompasso entre os investimentos necessários para enfrentar a crise ambiental e os recursos destinados a atividades que pressionam os recursos naturais. [...] 

    O Observando os Rios mobiliza comunidades em diferentes regiões da Mata Atlântica para acompanhar mensalmente a qualidade da água em rios e córregos, utilizando metodologia baseada no Índice de Qualidade da Água. A rede reúne, atualmente, mais de dois mil voluntários em 14 estados, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a situação dos recursos hídricos e fortalecer a mobilização social em defesa da água limpa. A consistência dos dados gerados pelo programa foi analisada em estudo publicado na revista científica internacional Citizen Science: Theory and Practice, que apontou forte convergência entre as medições realizadas pelos voluntários e os padrões oficiais de monitoramento da CETESB. 

Adaptado de: https://www.sosma.org.br/noticias/qualidade-da-agua-
dos-rios-da-mata-atlantica-segue-precaria-pontos-com-
classificacao-boa-caem-para-apenas-cinco. Acesso em: 31 maio
2026. 
Assinale a alternativa em que a palavra destacada tenha sido formada por um processo distinto do termo destacado em “Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação [...]”. 
Alternativas
Q4247080 Português
Qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
segue precária; pontos com classificação boa
caem para apenas cinco 


    A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes de melhora. Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação nos indicadores e revela uma redução significativa no número de pontos com água classificada como boa. No estudo mais recente, que reúne dados coletados entre janeiro e dezembro de 2025, quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular – o que indica impacto relevante da poluição e necessidade de tratamento da água para diferentes usos. 

    Produzido pelo programa Observando os Rios, uma das maiores iniciativas de ciência cidadã voltadas ao monitoramento da qualidade da água no Brasil, o Retrato da Qualidade da Água nos Rios da Mata Atlântica reúne um amplo diagnóstico sobre a situação dos cursos d’água do bioma. Neste ciclo de monitoramento, foram realizadas 1.209 análises em 162 pontos de coleta, distribuídos em 128 rios e corpos d’água localizados em 86 municípios de 14 estados, com a participação de 133 grupos voluntários. [...] 

    Os resultados mostram que apenas cinco pontos (3,1%) apresentaram qualidade boa, enquanto 127 (78,4%) foram classificados como regulares, 25 (15,4%) como ruins e cinco (3,1%) como péssimos. Mais uma vez, nenhum ponto analisado atingiu a classificação de qualidade ótima. [...] 

    A comparação com os dados do ciclo anterior reforça o alerta. Entre os 115 pontos acompanhados nos dois anos consecutivos, os classificados como bons caíram de nove para três. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins. Cinco pontos permaneceram na categoria péssima, mantendo condições críticas de qualidade da água. 

    Para Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, os resultados sinalizam que o país ainda não conseguiu avançar, de forma estrutural, na recuperação dos rios. “Seguimos presos a um cenário de estagnação num patamar que há anos já é preocupante. A predominância da qualidade regular revela que a maioria dos rios está sob pressão constante da poluição. Sem mudanças estruturais, o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população”, afirma. 

Ainda assim, há exemplos pontuais de recuperação. Em Pacatuba (SE), o rio Betume apresentou melhora e passou da classificação regular para boa, enquanto o rio Capivari, em Florianópolis (SC), e o córrego Itaguaçu/Itaquanduba, em Ilhabela (SP) avançaram de ruim para regular. Os casos indicam que a recuperação é possível quando há redução das fontes de poluição e avanços na gestão das bacias hidrográficas. [...] Porém, em alguns casos, a situação se agravou ainda mais: o rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e pontos dos rios Paraíba do Sul, em Itaocara (RJ), e Tietê, em Guarulhos (SP) e Santana de Parnaíba (SP), passaram de regular para ruim, tornando a água imprópria para diversos usos. O relatório também aponta que alguns dos trechos mais críticos, com água péssima, permanecem sem melhora – como os rios Pinheiros e Jaguaré, na capital paulista, e o Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul (SP) –, evidenciando que a recuperação dos rios é lenta e exige ações estruturais contínuas. [...] 

    Eventos extremos, como períodos prolongados de estiagem e chuvas intensas, alteram o funcionamento das bacias, aumentam o carreamento de sedimentos e reduzem a capacidade de diluição de poluentes, agravando a situação dos rios. Relatório recente do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta que, para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam atividades que degradam os ecossistemas, evidenciando o descompasso entre os investimentos necessários para enfrentar a crise ambiental e os recursos destinados a atividades que pressionam os recursos naturais. [...] 

    O Observando os Rios mobiliza comunidades em diferentes regiões da Mata Atlântica para acompanhar mensalmente a qualidade da água em rios e córregos, utilizando metodologia baseada no Índice de Qualidade da Água. A rede reúne, atualmente, mais de dois mil voluntários em 14 estados, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a situação dos recursos hídricos e fortalecer a mobilização social em defesa da água limpa. A consistência dos dados gerados pelo programa foi analisada em estudo publicado na revista científica internacional Citizen Science: Theory and Practice, que apontou forte convergência entre as medições realizadas pelos voluntários e os padrões oficiais de monitoramento da CETESB. 

Adaptado de: https://www.sosma.org.br/noticias/qualidade-da-agua-
dos-rios-da-mata-atlantica-segue-precaria-pontos-com-
classificacao-boa-caem-para-apenas-cinco. Acesso em: 31 maio
2026. 
Considerando a análise de determinados elementos linguísticos presentes no texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
(  ) Em “[...] quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular [...]”, se o trecho destacado fosse substituído por “da área monitorada”, o verbo “apresentaram” poderia estar no singular: “apresentou” — sem prejuízo gramatical.
(  ) Em “Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins.”, caso o trecho destacado estivesse no plural, o verbo o acompanharia: “houveram aumentos” — sem prejuízo gramatical.  
(  ) Em “[...] o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população [...]”, se a palavra “para” fosse substituída por “a”, o acento indicativo de crase seria obrigatório.
Alternativas
Q4247079 Português
Qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
segue precária; pontos com classificação boa
caem para apenas cinco 


    A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes de melhora. Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação nos indicadores e revela uma redução significativa no número de pontos com água classificada como boa. No estudo mais recente, que reúne dados coletados entre janeiro e dezembro de 2025, quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular – o que indica impacto relevante da poluição e necessidade de tratamento da água para diferentes usos. 

    Produzido pelo programa Observando os Rios, uma das maiores iniciativas de ciência cidadã voltadas ao monitoramento da qualidade da água no Brasil, o Retrato da Qualidade da Água nos Rios da Mata Atlântica reúne um amplo diagnóstico sobre a situação dos cursos d’água do bioma. Neste ciclo de monitoramento, foram realizadas 1.209 análises em 162 pontos de coleta, distribuídos em 128 rios e corpos d’água localizados em 86 municípios de 14 estados, com a participação de 133 grupos voluntários. [...] 

    Os resultados mostram que apenas cinco pontos (3,1%) apresentaram qualidade boa, enquanto 127 (78,4%) foram classificados como regulares, 25 (15,4%) como ruins e cinco (3,1%) como péssimos. Mais uma vez, nenhum ponto analisado atingiu a classificação de qualidade ótima. [...] 

    A comparação com os dados do ciclo anterior reforça o alerta. Entre os 115 pontos acompanhados nos dois anos consecutivos, os classificados como bons caíram de nove para três. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins. Cinco pontos permaneceram na categoria péssima, mantendo condições críticas de qualidade da água. 

    Para Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, os resultados sinalizam que o país ainda não conseguiu avançar, de forma estrutural, na recuperação dos rios. “Seguimos presos a um cenário de estagnação num patamar que há anos já é preocupante. A predominância da qualidade regular revela que a maioria dos rios está sob pressão constante da poluição. Sem mudanças estruturais, o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população”, afirma. 

Ainda assim, há exemplos pontuais de recuperação. Em Pacatuba (SE), o rio Betume apresentou melhora e passou da classificação regular para boa, enquanto o rio Capivari, em Florianópolis (SC), e o córrego Itaguaçu/Itaquanduba, em Ilhabela (SP) avançaram de ruim para regular. Os casos indicam que a recuperação é possível quando há redução das fontes de poluição e avanços na gestão das bacias hidrográficas. [...] Porém, em alguns casos, a situação se agravou ainda mais: o rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e pontos dos rios Paraíba do Sul, em Itaocara (RJ), e Tietê, em Guarulhos (SP) e Santana de Parnaíba (SP), passaram de regular para ruim, tornando a água imprópria para diversos usos. O relatório também aponta que alguns dos trechos mais críticos, com água péssima, permanecem sem melhora – como os rios Pinheiros e Jaguaré, na capital paulista, e o Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul (SP) –, evidenciando que a recuperação dos rios é lenta e exige ações estruturais contínuas. [...] 

    Eventos extremos, como períodos prolongados de estiagem e chuvas intensas, alteram o funcionamento das bacias, aumentam o carreamento de sedimentos e reduzem a capacidade de diluição de poluentes, agravando a situação dos rios. Relatório recente do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) aponta que, para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam atividades que degradam os ecossistemas, evidenciando o descompasso entre os investimentos necessários para enfrentar a crise ambiental e os recursos destinados a atividades que pressionam os recursos naturais. [...] 

    O Observando os Rios mobiliza comunidades em diferentes regiões da Mata Atlântica para acompanhar mensalmente a qualidade da água em rios e córregos, utilizando metodologia baseada no Índice de Qualidade da Água. A rede reúne, atualmente, mais de dois mil voluntários em 14 estados, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a situação dos recursos hídricos e fortalecer a mobilização social em defesa da água limpa. A consistência dos dados gerados pelo programa foi analisada em estudo publicado na revista científica internacional Citizen Science: Theory and Practice, que apontou forte convergência entre as medições realizadas pelos voluntários e os padrões oficiais de monitoramento da CETESB. 

Adaptado de: https://www.sosma.org.br/noticias/qualidade-da-agua-
dos-rios-da-mata-atlantica-segue-precaria-pontos-com-
classificacao-boa-caem-para-apenas-cinco. Acesso em: 31 maio
2026. 
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque tenha sido acentuada pelo mesmo motivo que a destacada em “A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária [...]”.
Alternativas
Respostas
181: D
182: E
183: E
184: B
185: A
186: D
187: D
188: C
189: E
190: A
191: B
192: C
193: B
194: E
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199: B
200: A