Questões de Concurso Sobre português
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BROWNE, Dik. Hagar, o horrível. Disponível em: <https://www.instagram.com/p/DHbKr5kMaKO/>.
Na tirinha acima, é correto afirmar, em relação ao verbo “esperar”, que:
Assinale a alternativa em que os verbos completam corretamente os espaços em branco a seguir, na mesma ordem:
- _______ muitas tarefas a cumprir na escola.
- Ano passado _______ muitos casos de dengue.
- Naquele momento já _______ meio-dia e dez minutos.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:
“_______ você está me dizendo isso? Será que _______ está com medo ou tem outro motivo?”
Diga-me logo o _______ de tanta apreensão.”
Leia o texto a seguir para responder às questões
Vida
As grandes tragédias não são as que mancham as páginas dos jornais com o sangue e a dor de milhões de pessoas. As grandes tragédias são as que acontecem para todo mundo e quase ninguém fica sabendo, porque são fatos do dia a dia.
As grandes tragédias não têm aviso, simplesmente acontecem, como as grandes alegrias, escondidas atrás das janelas das casas e dos apartamentos que compõem as grandes cidades, as vilas e os povoados, perdidos pelo mundo afora.
É por isso que é impressionante chegar de avião, voando à noite, numa cidade como São Paulo. Milhões e milhões de lâmpadas falam de milhões de emoções que se sucedem, desencadeadas pelos motivos mais diversos, com os resultados mais diversos, fazendo escorrer as lágrimas, ou se abrir o riso, sem que ninguém, nem mesmo o vizinho ao lado, perceba o que está acontecendo.
É a vida em sua fatalidade. Em sua dimensão individual e coletiva, onde a peça de cá não se comunica com a de lá, mas juntas formam uma parte de um cenário maior, que é parte de outro cenário maior, que compõe outra ainda maior, até ultrapassar os limites da galáxia, invadir o cosmo e ser, completamente, dentro da unidade do universo, cada momento, um depois do outro.
Cada luz em cada janela respira a vida de quem mora em cada casa. E nenhuma é igual, nenhuma se confunde, nenhuma se repete, porque cada um de nós é um, único, indivisível e inclonável, e se a matéria é vã e pó, a alma é essência divina, sopro além da pretensão de qualquer pessoa, até das que acham que são deuses e podem criar, sem gerar, outro ser à sua imagem e semelhança.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Vida. Crônicas da cidade. Disponível em: <https://cronicasdacidade.com.br/da-cidade/2026/04/29/vida-2/>
“Milhões e milhões de lâmpadas falam de milhões de emoções que se sucedem, desencadeadas pelos motivos mais diversos”
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem, são sinônimas de:
Leia o texto a seguir para responder às questões
Vida
As grandes tragédias não são as que mancham as páginas dos jornais com o sangue e a dor de milhões de pessoas. As grandes tragédias são as que acontecem para todo mundo e quase ninguém fica sabendo, porque são fatos do dia a dia.
As grandes tragédias não têm aviso, simplesmente acontecem, como as grandes alegrias, escondidas atrás das janelas das casas e dos apartamentos que compõem as grandes cidades, as vilas e os povoados, perdidos pelo mundo afora.
É por isso que é impressionante chegar de avião, voando à noite, numa cidade como São Paulo. Milhões e milhões de lâmpadas falam de milhões de emoções que se sucedem, desencadeadas pelos motivos mais diversos, com os resultados mais diversos, fazendo escorrer as lágrimas, ou se abrir o riso, sem que ninguém, nem mesmo o vizinho ao lado, perceba o que está acontecendo.
É a vida em sua fatalidade. Em sua dimensão individual e coletiva, onde a peça de cá não se comunica com a de lá, mas juntas formam uma parte de um cenário maior, que é parte de outro cenário maior, que compõe outra ainda maior, até ultrapassar os limites da galáxia, invadir o cosmo e ser, completamente, dentro da unidade do universo, cada momento, um depois do outro.
Cada luz em cada janela respira a vida de quem mora em cada casa. E nenhuma é igual, nenhuma se confunde, nenhuma se repete, porque cada um de nós é um, único, indivisível e inclonável, e se a matéria é vã e pó, a alma é essência divina, sopro além da pretensão de qualquer pessoa, até das que acham que são deuses e podem criar, sem gerar, outro ser à sua imagem e semelhança.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Vida. Crônicas da cidade. Disponível em: <https://cronicasdacidade.com.br/da-cidade/2026/04/29/vida-2/>
“(...) escondidas atrás das janelas das casas e dos apartamentos que compõem as grandes cidades”
Assinale a alternativa cuja reescrita do verbo no trecho acima apresenta a forma destacada flexionada de acordo com a norma-padrão.
Leia o texto a seguir para responder às questões
Vida
As grandes tragédias não são as que mancham as páginas dos jornais com o sangue e a dor de milhões de pessoas. As grandes tragédias são as que acontecem para todo mundo e quase ninguém fica sabendo, porque são fatos do dia a dia.
As grandes tragédias não têm aviso, simplesmente acontecem, como as grandes alegrias, escondidas atrás das janelas das casas e dos apartamentos que compõem as grandes cidades, as vilas e os povoados, perdidos pelo mundo afora.
É por isso que é impressionante chegar de avião, voando à noite, numa cidade como São Paulo. Milhões e milhões de lâmpadas falam de milhões de emoções que se sucedem, desencadeadas pelos motivos mais diversos, com os resultados mais diversos, fazendo escorrer as lágrimas, ou se abrir o riso, sem que ninguém, nem mesmo o vizinho ao lado, perceba o que está acontecendo.
É a vida em sua fatalidade. Em sua dimensão individual e coletiva, onde a peça de cá não se comunica com a de lá, mas juntas formam uma parte de um cenário maior, que é parte de outro cenário maior, que compõe outra ainda maior, até ultrapassar os limites da galáxia, invadir o cosmo e ser, completamente, dentro da unidade do universo, cada momento, um depois do outro.
Cada luz em cada janela respira a vida de quem mora em cada casa. E nenhuma é igual, nenhuma se confunde, nenhuma se repete, porque cada um de nós é um, único, indivisível e inclonável, e se a matéria é vã e pó, a alma é essência divina, sopro além da pretensão de qualquer pessoa, até das que acham que são deuses e podem criar, sem gerar, outro ser à sua imagem e semelhança.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Vida. Crônicas da cidade. Disponível em: <https://cronicasdacidade.com.br/da-cidade/2026/04/29/vida-2/>
...................... Departamento informa ........... todos os servidores que a reunião semanal de planejamento de carreira ocorrerá todas ................... , por ............................ , com início........... e duração de cerca de 2 ........... .
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Considere os quadros a seguir:

Assinale a alternativa correta.
Analise os quadros seguir.

Disponível em: https://tiroletas.wordpress.com/. Acesso em: 01 ago. 2026.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) em relação aos quadros.
( ) O verbo precisar no sentido de ter necessidade é transitivo indireto e exige preposição.
( ) Nos três quadros, o sujeito da oração está oculto.
( ) O texto estabelece uma crítica social ao consumismo.
( ) A locução verbal vai precisar comumente usada na língua falada tem o valor de futuro do presente simples precisará.
( ) As formas desta e deste deveriam ser alteradas para dessa e desse, uma vez que estabelecem relação direta entre o objeto e interlocutor daquele que fala.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.-